A história do beisebol nos Jogos Olímpicos

O beisebol estará de volta em Tóquio-2020. Boa oportunidade para recordar um especial sobre a história da modalidade nos Jogos Olímpicos

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O beisebol está de volta aos Jogos Olímpicos. Nesta quarta, o Comitê Olímpico Internacional confirmou o retorno da modalidade para Tóquio-2020. É a retomada de uma trajetória cheia de interrupções, com disputas como demonstração e uma vida curta como modalidade fixa, entre 1992 e 2008.

Em 2012, publicamos um especial sobre a história do beisebol olímpico. Hoje é um bom dia para relembrá-lo. Confira abaixo:

O beisebol e sua história nos Jogos Olímpicos

Badminton é o esporte mais perseguido pelos brasileiros nas Olimpíadas. Deve ser o nome estranho. Pense você (ou pergunte a um amigo aleatório) qual o esporte mais bizarro dos Jogos. Badminton virá a cabeça. E é uma injustiça, pois o esporte da peteca tem muita popularidade em certas partes do mundo. Mais que o nado sincronizado, o pentatlo moderno ou o tiro com arco.

Mas é mais popular que o beisebol? Não, provavelmente não é. O beisebol é muito forte nos Estados Unidos, Cuba, República Dominicana, Porto Rico, Japão, Coreia do Sul, México, Taiwan e Venezuela, com nível razoável de penetração em Canadá, Colômbia, Nicarágua, Panamá, Austrália, China e Holanda.

Poderia ser olímpico? Claro, tanto que foi por 16 anos. Para entender tudo o que envolve a relação entre o beisebol e os Jogos Olímpicos, o ExtraTime preparou um especial, mostrando o passado e o presente, e projetando o futuro. Confira abaixo:

A história do beisebol nos Jogos

Sabia que R.A. Dickey, arremessador do New York Mets e um dos melhores na temporada, foi medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996? E apesar da MLB “ficar” nos EUA, os EUA não teve uma supremacia no esporte, como aconteceu no basquete? Leia aqui!

Por que o beisebol saiu das Olimpíadas?

O COI permitiu que os principais nomes da MLB pudessem representar seus países, mas uma série de fatores contribuiu para a exclusão da modalidade. Escândalos de doping e a pressão de outros esportes são alguns deles. Leia aqui!

Os Jogos são importantes para o beisebol?

As Olimpíadas criam uma sensação de que é possível acompanhar esportes diferentes. Por meio dos Jogos, pessoas de países sem muita tradição na modalidade poderiam ver o quão popular ela é. Leia aqui!

Uma proposta para o beisebol olímpico

Como seria o beisebol olímpico com todas as estrelas da MLB? Com Derek Jeter, Ryan Braun, Prince Fielder e muitos outros, os EUA seriam os favoritos. Mas países como Japão, Coreia do Sul, Venezuela e República Dominicana brigariam muito pela medalha. Leia aqui!

Encalhe do Riocard reforça nosso pedido por bilhete olímpico unitário

Bilhete único para uso durante os Jogos Olímpicos vendeu apenas 20% do esperado até esta terça

A notícia veio com um tom de preocupação, mas não de surpresa. Apenas 100 mil Riocards – o bilhete único para uso durante os Jogos Olímpicos – foram vendidos até esta terça (2), um quinto do estimado pela prefeitura do Rio de Janeiro. A procura certamente crescerá com o início das competições, mas deixa a dúvida se a meta de 1,5 milhão será atingida. Uma possibilidade que dava para imaginar pelos pacotes disponíveis.

Veja o artigo completo no Outra Cidade

Torcedor do White Sox foi ao estádio com a melhor camisa possível

Chris Sale esteve aqui

O Chicago White Sox tem sido um circo neste ano. Ainda na pré-temporada, um jogador se aposentou porque não podia mais levar seu filho com o time o tempo todo. O anúncio desencadeou brigas no vestiário. Depois, a equipe começou o campeonato surpreendentemente bem e, no que caiu de rendimento, já se cogitou a demissão do técnico Robin Ventura. Nesta semana, veio o escândalo das camisas.

Chris Sale, arremessador titular da Liga Americana no All-Star Game, se negou a entrar em campo no último sábado com um uniforme retrô. O problema é que a camisa é muito larga e, segundo o jogador, afeta sua mecânica (e, consequentemente, seu desempenho). Ele ficou tão revoltado por não ter seu pedido de troca de kit atendido que começou a cortar as camisas dos companheiros para que ninguém pudesse usar a camisa.

O jogador foi suspenso por cinco jogos e multado, mas o time seguiu vencendo. O que inspirou um torcedor a decorar seu uniforme da única maneira possível no clássico contra o Chicago Cubs: ferido e remendado, mais ainda ativo.

Podemos colocar o final de Bulls x Timberwolves na Summer League como um dos melhores do ano

Lá e cá, cestas espetaculares e definição nos segundos finais. E depois de novo, no mesmo jogo

A Liga de Verão da NBA não tem a importância, o glamour e a qualidade da liga principal, mas cada vez mais ganha espaço como uma opção bastante interessante para o amante de basquete. O nível técnico é bom, analisar as promessas é sempre interessante e há espaço para um jogo bastante divertido. E o melhor exemplo disso foram os minutos finais da final da edição de 2016 de Las Vegas, entre Chicago Bulls e Minnesota Timberwolves. Sem medo de errar, foi um dos finais mais emocionantes da temporada.

O placar estava empatado quando os Wolves acertaram uma cesta do meio da rua a segundos do final. No entanto, Denzel Valentine conseguiu empatar com um arremesso espetacular a décimos do do alarme soar. Na prorrogação, os Bulls venciam, mas o Minnesota igualou com mais uma cesta do perímetro. Mas Valentine apareceu e, com uma jogada individual (com direito a finta desconcertante), deu o título ao Chicago.

Espetacular.

Veja como Aroldis Chapman empatou o próprio recorde de arremesso mais rápido da MLB

Ele mandou a bolinha a 105,1 milhas/hora, igualando marca de 2010 que o havia colocado no Guinness

O braço esquerdo fez de Aroldis Chapman um dos arremessadores mais divertidos de se ver jogar. Seus lançamentos constantemente ultrapassam a marca de 100 milhas/hora, tornando o cubano um dos jogadores de bullpen mais letais da MLB. Ainda assim, ele consegue ser surpreendente.

Nesta segunda, contra o Baltimore Orioles, o reliever do New York Yankees decidiu mostrar o que ele pode fazer. Arremessou uma bola a 105,1 milhas/hora, igualando seu próprio recorde – estabelecido em 2010 – de arremesso mais rápido da história do beisebol (está até no Guinness). A bola foi tão forte que até a equipe de transmissão da TV americana ficou quieta por alguns segundos.

Minutos depois, ele quase repetiu a dose, com uma bola a 105 milhas/hora. Dessa vez, o rebatedor até conseguiu um contato com a bolinhas, mas o destino lógico do bastão era se esfacelar com o impacto. Curiosamente, uma parte do taco saltou e acabou batendo de novo na bola antes da eliminação final da vitória nova-iorquina por 2 a 1.

Já que prêmio de ícone do Espys podia ser dividido, não custava darem também a Jeff Gordon

Um dos maiores pilotos da história dos Estados Unidos merecia uma homenagem no ano de sua aposentadoria

Um dos maiores jogadores da história da NFL, fechou sua carreira conquistando o Super Bowl 50. Uma das maiores jogadoras de futebol da história, conquistou a Copa do Mundo feminina em seu último ano. Um dos maiores jogadores da história do basquete, fechou a carreira com uma partida de 60 pontos. Não há a menor dúvida que Peyton Manning, Abby Wambach e Kobe Bryant foram três dos grandes nomes que deixaram o esporte em 2015/16. Por isso, não há como contestar o fato de eles serem merecedores de um prêmio pelo que fizeram, como a edição de 2016 do Espys.

Era difícil decidir entre eles. Cada um, dentro de sua modalidade, foi vencedor e deixou sua marca, como Derek jeter, vencedor único de 2015. Dessa forma, a organização decidiu dar o prêmio aos três. Uma decisão compreensível, já que se trata de uma premiação honorífica e estabelecer uma competição entre quem foi mais espetacular entre grandes nomes acabaria indiretamente desvalorizando a trajetória dos derrotados.

Até aí, tudo certo. Mas, se era possível premiar mais de um atleta nessa categoria, faltou um nome: Jeff Gordon. O piloto encerrou a carreira na Sprint Cup em 2015 com quatro títulos, 93 vitórias (terceiro no ranking histórico) e três vitórias nas 500 Milhas de Daytona. É recordista de vitórias em superspeedways e em mistos, o que mostra sua versatilidade. Também sempre foi muito respeitado por torcedores e adversários. É um dos melhores da história do automobilismo americano.

Manning, Wambach e Bryant (no vídeo abaixo, o discurso deles em inglês) mereciam o prêmio de ícone. Mas, já que era possível entregar para três, podiam dar para quatro e incluir Gordon.

http://player.espn.com/player.js?playerBrandingId=4ef8000cbaf34c1687a7d9a26fe0e89e&adSetCode=91cDU6NuXTGKz3OdjOxFdAgJVtQcKJnI&pcode=1kNG061cgaoolOncv54OAO1ceO-I&width=740&height=416&externalId=espn:17063019&thruParam_espn-ui%5BautoPlay%5D=false&thruParam_espn-ui%5BplayRelatedExternally%5D=true

Veja abaixo a lista completa de vencedores do Espys 2016:

Melhor desempenho de quebra de recorde: Stephen Curry (basquete/Golden State Warriors)
Melhor atleta revelação: Jake Arrieta (beisebol/Chicago Cubs)
Melhor jogada: Aaron Rodgers para Richard Rodgers (futebol americano/Green Bay Packers)
Melhor time: Cleveland Cavaliers (basquete)
Melhor atleta mulher: Breanna Stewart (basquete/UConn Huskies e Seattle Storm)
Melhor atleta homem: LeBron James (basquete/Cleveland Cavaliers)
Melhor desempenho de título: LeBron James (basquete/Cleveland Cavaliers)
Melhor jogo: Golden State Warriors x Cleveland Cavaliers, jogo 7 das finais da NBA (basquete)
Melhor jogador da NBA: LeBron James (Cleveland Cavaliers)
Melhor jogador da MLB: Bryce Harper (Washington Nationals)
Melhor atleta mulher de esporte de ação: Jamie Anderson (snowboard)
Melhor atleta homem de esporte de ação: Ryan Dungey (motocross)
Melhor jóquei: Mario Gutierrez
Melhor jogador de boliche: Jason Belmonte
Melhor atleta universitária: Breanna Stewart (basquete/UConn Huskies)
Melhor atleta mulher com deficiência: Tatyana McFadden (atletismo)
Melhor atleta homem com deficiência: Richard Browne (atletismo)
Maior zebra: Vitória de Holly Holm sobre Ronda Rousey (MMA)
Melhor técnico: Tyronn Lue (basquete/Cleveland Cavaliers)
Melhor atleta internacional: Cristiano Ronaldo (futebol/Real Madrid e Portugal)
Melhor lutador: Conor McGregor (MMA)
Melhor jogador da NFL: Cam Newton (Carolina Panthers)
Melhor jogador da NHL: Sidney Crosby (Pittsburgh Penguins)
Melhor jogadora da WNBA: Maya Moore (Minnesota Lynx)
Melhor atleta universitário: Buddy Hield (basquete/Oklahoma Sooners)
Melhor piloto: Kyle Busch (Nascar)
Melhor golfista homem: Jordan Spieth
Melhor golfista mulher: Lydia Ko
Melhor tenista homem: Novak Djokovic
Melhor tenista mulher: Serena Williams
Melhor jogador da MLS: Sebastian Giovinco (Toronto FC)
Prêmio Jimmy V de Perseverança: Craig Sager
Prêmio Arthur Ashe de Coragem: Zaevion Dobson
Prêmio Pat Tillman de Serviço militar: Sargento Elizabeth Marks
Melhor momento: Cleveland vence seu primeiro título em 52 anos
Melhor atleta que deu a volta por cima: Eric Berry (futebol americano/Kansas City Chiefs)
Prêmio de Ícone: Kobe Bryant (basquete/Los Angeles Lakers), Peyton Manning (futebol americano/Denver Broncos) e Abby Wambach (futebol/Estados Unidos)

Reveja, na íntegra, a apresentação histórica de Giancarlo Stanton no Home Run Derby

Foi a maior apresentação de um jogador nessa competição? Sim, sem dúvida

Giancarlo Stanton é o rebatedor de potência mais espetacular da MLB e há anos se esperava uma apresentação convincente no Home Run Derby. Pois ela veio nesta segunda. O defensor externo do Miami Marlins teve um desempenho histórico, com 61 rebatidas para fora do campo somando as três rodadas, batendo por 20 o recorde anterior do evento, de Bobby Abreu em 2005. Mais que isso, fez dando show: acertou 20 das 21 rebatidas mais longas da noite em San Diego.

Para se ter uma ideia do que isso representa, a soma da distância percorrida por seus home runs completa 8,16 km, ou 75,5 campos de futebol americano. Foi a maior apresentação da história do Home Run Derby e pode ser comparada, considerando os parâmetros de cada modalidade, com o que Zach LaVine fez no último concurso de enterradas da NBA.

CONFIRA: LaVine e Gordon protagonizaram um dos melhores campeonatos de enterrada da história

Veja a participação de Stanton na íntegra:

Com esse desempenho, a ídolo dos Marlins finalmente teve um Home Run Derby à altura de seu talento. Na sua participação anterior, em 2014, decepcionou. Ficou com a segunda melhor marca da primeira fase, com seis rebatidas para fora do campo, e ganhou uma vaga direta nas semifinais. Mas foi derrotado por Todd Frazier (campeão de 2015 e justamente o vice na edição desta segunda) por humilhante 1 a 0.

Tim Duncan nos fez lembrar o que é o talento puro, sem nada em torno dele

Nada de recorrer a reinado, magia, animais perigosos ou patentes militares. O que fez do ala-ívô o maior jogador da história dos Spurs foi ser fundamental, fundamentalmente bom

“The King”. “Splash Brothers”. “Magic”. “Air”. “Black Mamba”. “Dr. J”. “O Almirante”. Todo ícone do basquete que se preze tem um apelido. Faz parte da cultura do jogo, da atitude que ele carrega, da imagem que ele passa ao público e aos adversários. Alcunhas que denotem força, imposição ou qualidade técnica são as preferidas, por razões óbvias. Mas Tim Duncan, possivelmente o melhor ala-pivô da história, era conhecido como “The Fundamental”. Convenhamos, ser chamado de “fundamental” não parece a coisa mais amedrontadora ou espetacular do mundo. Mas não podia ser mais perfeito para o craque do San Antonio Spurs que anunciou o fim de sua carreira nesta segunda.

Duncan era talento, e tudo o que podemos ver dele é esse talento. Para o bem ou para o mal, sua imagem não é acrescida de nenhum fator de marketing ou acontecimento extraquadra. Ele não anima a torcida com gestos ou danças durante o jogo, não é protagonista de campanha publicitária, não é símbolo de comportamento errático na vida pessoal. O que Duncan faz é jogar basquete e cuidar de trabalhos sociais fora dela. Sempre da forma mais direta e simples possível, da forma mais… fundamental.

Isso certamente lhe custou alguns milhões em contratos publicitários ao longo da carreira, bem como contribuiu para que alguns demorassem a reconhecer completamente o valor do ala-pivô dos Spurs. Mas, após 19 temporadas fantásticas, é impossível não perceber o que Duncan construiu.

O virginense de Saint Croix ficou quieto e discreto, mas foi colecionando marcas. Ele é o jogador com mais duplos-duplos, segundo em jogos e vitórias em playoffs, terceiro em rebotes, quinto em tocos e sexto em pontos na história da liga. Conquistou cinco títulos – o segundo a vencer em três décadas diferentes – e 1.001 vitórias em temporada regular (o terceiro da história, mas com aproveitamento de 71,9%, superior à de Kareem Abdul-Jabbar e Robert Parish). Com ele em quadra, o San Antonio teve 60% de aproveitamento em todas as temporadas, a maior sequência na NBA.

Ninguém precisou dizer ao público que Duncan era um craque, ninguém criou uma campanha em torno de seu nome para isso. Ele fez isso em quadra, jogando. Só talento, um talento que fará uma falta enorme na NBA.

 

 

 

 

Se você acha que Curry tem arremessos precisos, é porque não viu Posey

Foi sem querer, mas foi sensacional

Parece que fazer cestas virou mania na Baía de São Francisco. O Golden State Warriors conquistou um título e um vice da NBA ao meter cestas de três pontos com a facilidade com que se acerta uma bandeja durante o aquecimento antes do jogo. Nenhum ser humano parece tão capaz de fazer uma bola cair dentro de qualquer tipo de alvo. Até que Buster Posey acabou com a brincadeira.

Olha o que o catcher do San Francisco Giants fez neste sábado, na partida contra o Arizona Diamondbacks. Posey foi devolver a bola ao arremessador Jake Peavy, que preferiu continuar reclamando com o árbitro e não se virou. Mas sua luva ficou virada para cima, como uma pequena cesta. Aí…

Só clássicos da MLB na TV: Home Run Derby, All-Star Game, Yankees x Red Sox e dose dupla de Giants

Reino Unido também em destaque: GP da Fórmula 1, finais de Wimbledon e início do The Open de golfe

Veja a programação de esportes na TV brasileira para a semana entre 9 e 15 de julho. Inclui competições ao vivo de todas as modalidades, exceto futebol (para ver a programação apenas do futebol, clique aqui).

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Sábado, 9 de julho

A etapa de Jeffreys Bay (África do Sul) do Mundial de Surfe tem janela de disputa entre 6 e 17 de julho. A prova é transmitida ao vivo na ESPN+, mas não há aviso prévio pois a realização das baterias depende das ondas.

5h – VÔLEI – Grand Prix: semifinal (Sportv)
6h – AUTOMOBILISMO – Fórmula 1: GP da Grã-Bretanha, treino livre (Sportv 2)
8h – VÔLEI – Grand Prix: semifinal (Sportv)
8h30 – AUTOMOBILISMO – Fórmula 1: GP da Grã-Bretanha, treino de classificação (Sportv 2)
9h30 – CICLISMO – Tour de France (ESPN+)
10h – TÊNIS – Wimbledon, final feminina (ESPN e Sportv 3)

10h – VÔLEI DE PRAIA – Circuito Mundial: etapa de Gstaad (Sportv)
11h – FUTSAL – Mundial Universitário (Esporte Interativo e EI Maxx)

12h – E-SPORTS – CBLOL (Sportv 2)
14h45 – FUTSAL – Mundial Universitário (EI Maxx 2)
16h – GOLFE – US Women’s Open: terceira volta (ESPN+)
17h – BEISEBOL – MLB: San Francisco Giants x Arizona Diamondbacks (Fox Sports 2)
20h30 – AUTOMOBILISMO – Nascar/Sprint Cup: etapa do Kentucky (Fox Sports 2)
21h – MMA – Aspera FC: Felipe Cruz x Richard Godoy (Esporte Interativo e EI Maxx)
21h – MOTOCROSS – Arena Cross (Sportv 2 e Bandsports)
22h – BOXE – Devis Boschiero x Mario Barrios (ESPN+)

Domingo, 10 de julho

A etapa de Jeffreys Bay (África do Sul) do Mundial de Surfe tem janela de disputa entre 6 e 17 de julho. A prova é transmitida ao vivo na ESPN+, mas não há aviso prévio pois a realização das baterias depende das ondas.

4h – SUMÔ – Grande Torneio de Nagoia (NHK)
4h10 – AUTOMOBILISMO – GP3: GP da Grã-Bretanha (Sportv 2)

5h – VÔLEI – Grand Prix: Disputa do 3º lugar (Sportv)
5h20 – AUTOMOBILISMO – GP2: GP da Grã-Bretanha (Sportv 2)
6h30 – AUTOMOBILISMO – Porsche Supercup: GP da Grã-Bretanha (Sportv 2)
7h50 – VÔLEI – Grand Prix: final (Sportv)
9h – AUTOMOBILISMO – Fórmula 1: GP da Grã-Bretanha (Globo)
9h – TÊNIS DE MESA – Desafio internacional (Sportv 2)

9h30 – CICLISMO – Tour de France (ESPN+)
9h40 – TÊNIS -Wimbledon: final masculina (ESPN e Sportv 3)
12h – AUTOMOBILISMO – ALMS (Fox Sports 2)
12h – FUTSAL – Mundial Universitário: final feminina (Esporte Interativo e EI Maxx 2)

12h – E-SPORTS – ESL One, Counter Strike (Sportv 2)
14h – FUTSAL – Mundial Universitário: final masculina (Esporte Interativo e EI Maxx)
16h – GOLFE – US Women’s Open: volta final (ESPN+)
18h15 – AUTOMOBILISMO – Indy: GP de Iowa (Bandsports)
21h – BEISEBOL – MLB: San Francisco Giants x Arizona Diamondbacks (ESPN)

Segunda, 11 de julho

A etapa de Jeffreys Bay (África do Sul) do Mundial de Surfe tem janela de disputa entre 6 e 17 de julho. A prova é transmitida ao vivo na ESPN+, mas não há aviso prévio pois a realização das baterias depende das ondas.

4h – SUMÔ – Grande Torneio de Nagoia (NHK)
9h30 – CICLISMO – Tour de France (ESPN+)
21h – BEISEBOL – MLB: Home Run Derby (ESPN)

Terça, 12 de julho

A etapa de Jeffreys Bay (África do Sul) do Mundial de Surfe tem janela de disputa entre 6 e 17 de julho. A prova é transmitida ao vivo na ESPN+, mas não há aviso prévio pois a realização das baterias depende das ondas.

4h – SUMÔ – Grande Torneio de Nagoia (NHK)
9h30 – CICLISMO – Tour de France (ESPN)
18h – E-SPORTS – E-League (EI Maxx 2)
20h30 – BEISEBOL – MLB: All-Star Game (ESPN)

Quarta, 13 de julho

A etapa de Jeffreys Bay (África do Sul) do Mundial de Surfe tem janela de disputa entre 6 e 17 de julho. A prova é transmitida ao vivo na ESPN+, mas não há aviso prévio pois a realização das baterias depende das ondas.

4h – SUMÔ – Grande Torneio de Nagoia (NHK)
9h30 – CICLISMO – Tour de France (ESPN+)
12h20 – VÔLEI – Liga Mundial: Brasil x Itália (Sportv)
15h – E-SPORTS – E-League (EI Maxx 2)
21h – PREMIAÇÃO – Espys (ESPN)

Quinta, 14 de julho

A etapa de Jeffreys Bay (África do Sul) do Mundial de Surfe tem janela de disputa entre 6 e 17 de julho. A prova é transmitida ao vivo na ESPN+, mas não há aviso prévio pois a realização das baterias depende das ondas.

4h – SUMÔ – Grande Torneio de Nagoia (NHK)
6h – GOLFE – The Open, primeira volta (ESPN+)
9h30 – CICLISMO – Tour de France (ESPN)
15h – E-SPORTS – E-League (Esporte Interativo e EI Maxx 2)

Sexta, 15 de julho

A etapa de Jeffreys Bay (África do Sul) do Mundial de Surfe tem janela de disputa entre 6 e 17 de julho. A prova é transmitida ao vivo na ESPN+, mas não há aviso prévio pois a realização das baterias depende das ondas.

4h – SUMÔ – Grande Torneio de Nagoia (NHK)
6h – GOLFE – The Open, segunda volta (ESPN+)
9h30 – CICLISMO – Tour de France (ESPN+)
14h – TÊNIS – ATP: ATP 250 de Newport (ESPN)
15h – E-SPORTS – E-League (Esporte Interativo e EI Maxx)
20h – BEISEBOL – MLB: New York Yankees x Boston Red Sox (ESPN+)
22h – BOXE – Walter Castillo x Sergey Lipinets (ESPN)
23h – MMA – RFA: Czar Sklavos x Chico Camus (EI Maxx 2)

* Do dia seguinte.
Obs.: Nem todos os canais divulgaram a grade completa a partir de terça. Atualizaremos em breve. Última atualização: 9 de junho
, 12h.

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Entenda o código de cores:

Azul = esportes americanos
Verde = competições nacionais
Laranja = esportes a motor
Vermelho = modalidades olímpicas
Marrom = lutas
Cinza = outros