Técnico do Shimizu é a prova de que, 70 anos depois, a bomba atômica de Hiroshima ainda vive

Conheça a história de Kazuaki Tasaka, ex-jogador da seleção japonesa e técnico do Shimizu

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Kaoru Shima era uma referência no sul do Japão. O médico havia se formado na Universidade de Osaka, mas complementou seus estudos em instituições da Europa e dos Estados Unidos. Tendo como modelo uma clínica em Minnesota, o Dr. Shima criou um hospital no centro de Hiroshima. Às 8h15 da manhã de 6 de agosto de 1945, uma bomba atômica disparada pelo Exército americano caiu exatamente em cima do Centro Cirúrgico Shima. Todos os médicos, enfermeiros e pacientes morreram instantaneamente. Havia apenas dois sobreviventes: o Dr. Kaoru e uma enfermeira, que haviam viajado para uma cidade vizinha ajudar um colega em uma operação.

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A explosão da bomba atômica de Hiroshima, que completa 70 anos nesta quinta, foi uma tragédia humanitária já no ponto de sua explosão. Não há um número preciso de mortos, mas é estimado em mais de 70 mil apenas no dia do ataque. Outro tanto ficou ferido, e muitos desses acabaram morrendo posteriormente pelos ferimentos ou por doenças (como câncer) ocasionadas pela radiação.

Sete décadas depois, parece coisa do passado. Japão e Estados Unidos são amigos, Hiroshima é uma moderna metrópole de mais de 1 milhão de habitantes e até Hospital Shima foi reconstruído (o Dr. Kaoru viveu até os 80 anos e pôde ver o renascimento de seu trabalho). Mas os traços daquele dia seguem vivos na reação da população japonesa com um possível desastre nuclear em Fukushima, no despertar de Godzilla e no novo técnico do Shimizu S-Pulse.

Kazuaki Tasaka teve uma carreira mediana como volante. Passou por Bellmare Hiratsuka (atual Shonan Bellmare), Shimizu e Cerezo Osaka antes de se aposentar. Foi eleito revelação da temporada de 1994 da J-League e fez sete partidas pela seleção japonesa, incluindo um amistoso contra o Brasil em 1995 e a Copa América de 1999. Passou a trabalhar como auxiliar técnico do Cerezo Osaka em 2004. Em 2012, conseguiu levar o Oita Trinita para a primeira divisão. Em junho deste ano, assumiu o posto de assistente de Katsumi Oenoki no Shimizu e, um mês depois, se tornou o treinador principal.

Tasaki marca Valderrama em amistoso entre Bellmare Hiratsuka e Atlético Junior em 1995 (AP Photo/Koji Sasahara)
Tasaka marca Valderrama em amistoso entre Bellmare Hiratsuka e Atlético Junior em 1995 (AP Photo/Koji Sasahara)

O currículo de Tasaka é bem comum, e não haveria muito motivo para chamar a atenção. Mas ele sempre é lembrado por carregar os efeitos da bomba atômica. O técnico nasceu em 1977, cinco dias antes do 32º aniversário da explosão, mas também é uma vítima. Seu avô estava em Hiroshima em 1945. Ele foi um dos sobreviventes, mas a radiação provocou mutações genéticas. Seus filhos não sofreram as consequências, mas elas se manifestaram em Kazuaki.

Não foi nada grave. Seu corpo não produz pelos. Isso não o impediu de ter uma carreira como atleta profissional, mas sua cabeça completamente nua deixa sempre o lembrete de como os efeitos de uma bomba podem durar muito mais que o tempo de uma guerra. Por pior que ela seja.

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Saiu o logotipo dos Jogos Olímpicos de 2020, e ele é a cara do Japão

Pode parecer meio chocho em uma primeira olhada, mas o resultado foi legal demais

Há coisas que nos conquistam logo de cara. Outras dependem de nossa capacidade de se acostumar com a ideia e aprender a ver a beleza em algo que não seja tão deslumbrante ou de apelo fácil. O logotipo dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paraolímpicos de 2020, em Tóquio, estão no segundo grupo.

Confira o vídeo e a nota completa no ExtraTime

TV japonesa já está testando a tecnologia das transmissões da Olimpíada de 2020

NHK já testou câmeras 8K na Copa das Confederações e na Copa do Mundo, agora vai usar em jogo nos EUA

Será um encontro exclusivo, apenas para executivos do canal de TV e da liga. Mas, em uma sala do estádio Yankee, um grupo de pessoas poderá ver o primeiro jogo da MLB com imagens captadas por câmeras 8K. A tecnologia, que ainda nem pode ser completamente vista pelo público norte-americano pela falta de televisores com tamanha resolução no mercado, será testada na próxima sexta, durante New York Yankees x Seattle Mariners.

Veja a matéria completa no ExtraTime

Estamos em estado de choque após ver a chamada da Copa América 2015 na TV japonesa

Aprenda como pegar uma ideia ruim, fazer algo ainda pior em cima e ter um resultado espetacular

Maradona está tentando ensinar o filho a jogar bola, percebe que o pimpolho não tem talento para a coisa e pensa: “ele precisa ver Messi jogando para aprende um pouco”.  Dito e feito, o garoto vê a Copa América e passa a acertar uns petardos no ângulo.

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Pode dizer, a ideia é estúpida e é impossível algum canal de TV usá-la como forma de promover suas transmissões da Copa América. A não ser que seja no Japão, porque a TV japonesa tem a missão de usar as distribuir ao planeta os vídeos mais incrivelmente surreais que o ser humano produziu.

Foi o que aconteceu. A Sky PerfecTV pegou o enredo acima e conseguiu fazer uma propaganda sensacional em cima da pior história.

Dica e tradução de Tiago Bontempo, dono do sempre recomendado blog Futebol no Japão.

Morte suspeita na Argentina mostra por que o protesto de judeus merecia ser ouvido

A falta de conclusão para o caso do atentado à Associação Mutual Israelita-Argentina ainda é um fantasma

Parece enredo de filme da máfia. O promotor Alberto Nisman foi encontrado morto em seu apartamento em Buenos Aires. Ele estava caído ao lado da arma utilizada para o tiro, abrindo a possibilidade de suicídio. Mas as circunstâncias deixam margem para se acreditar em crime. Até porque a morte ocorreu horas antes de Nisman apresentar uma denúncia ao Congresso argentino. O tema: informações que mostrariam o envolvimento de pessoas importantes do governo de Cristina Kirchner no encobrimento dos responsáveis ao atentado da Associação Mutual Israelita-Argentina (Amia), ocorrido em 1994.

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Trata-se do maior ataque terrorista da história da América Latina. Uma bomba destruiu o prédio da Amia, matando 85 pessoas. Desde então, as diversas investigações foram infrutíferas, sempre com suspeita de que os sucessivos governos argentinos participariam de um abafamento do caso.

Por que estamos falando nisso em um site de futebol? Bem, entre as centenas de protestos que ocorreram durante a Copa do Mundo de 2014, um deles teve justamente esse mote. Judeus brasileiros se mobilizaram para reclamar da falta de justiça às vítimas do atentado da Amia. Praticamente ninguém se importou na época. A estranhíssima morte de Nisman mostra que o assunto merecia mais atenção.

Veja abaixo a reportagem da Trivela sobre a manifestação da comunidade judaica de São Paulo em julho de 2014:

Não são pelos 20 centavos, mas pelos mortos do atentado que liga Argentina e Irã
Comunidade judaica pede que o atentado à Amia seja lembrado durante Argentina x Irã (AP Photo/Dario Lopez-Mills)
Comunidade judaica pede que o atentado à Amia seja lembrado durante Argentina x Irã (AP Photo/Dario Lopez-Mills)

Eram poucas pessoas, cerca de 60. Eles estavam na avenida Paulista, em São Paulo, com faixas e roupas pretas. Em uma Copa com uma quantidade considerável de protestos pelas cidades, uma manifestação tão reduzida receberia pouca atenção. Mas não deveria. Essas seis dezenas queriam apenas que o maior atentado terrorista da América Latina fosse lembrado antes de Argentina e Irã se enfrentarem no Mineirão.

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A história começou em 18 de julho de 1994 em Buenos Aires. Uma bomba explodiu na sede da Associação Mutual Israelita-Argentina, destruindo o prédio e matando 85 pessoas (67 dentro do edifício e o restante na vizinhança) e ferindo mais de 300. A conta ainda cresce se forem incluídos os imóveis danificados.

Apesar da gravidade, o caso nunca avançou na Justiça. Durante anos, os responsáveis eram trocados e surgiam acusações de acobertamento. Em 2005, o cardeal Jorge Mario Bergoglio (atual Papa Francisco) deu a primeira assinatura de uma petição por justiça. Em 2006, os promotores Alberto Nisman e Marcelo Martínez Burgos acusaram formalmente o governo do Irã de ordenar a ação, e o Hezbollah por executá-la. A versão é contestada, mas ganha força pelo fato de que um grupo ligado ao Hezbollah havia assumido um atentado contra a Embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992, dois anos antes do ataque à Amia.

Sede da Amia após atentado terrorista de 1994

A questão é que, até hoje, ninguém foi punido. Um acordo entre Argentina e Irã limitou as investigações a quem já estivesse na lista de procurados pela Interpol e os interrogatórios foram realizados pelos iranianos. A Justiça argentina ficou fora de boa parte do processo.

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A comunidade judaica argentina, a maior da América Latina, até hoje organiza grandes manifestações todo 18 de julho (veja algumas fotos abaixo). O próximo, em menos de um mês, marcará o 20º aniversário do atentado. Claro que um encontro entre Argentina e Irã na Copa do Mundo não podia passar batido.

Por isso, a comunidade judaica brasileira realizou o protesto deste sábado. O pedido era que o caso fosse lembrado. O Congresso Judaico Latino-Americano criou campanha – inclusive enviando cartas para Joseph Blatter e Dilma Rousseff – para que houvesse um minuto de silêncio antes da partida no Mineirão. Não foram atendidos.

Provavelmente eles não esperavam ter sucesso. Mas só queriam que a sociedade não esquecesse que, até hoje, o maior atentado terrorista da América Latina segue impune.

Faixa em protesto realizado em São Paulo no dia de Argentina x Irã (AP Photo/Dario Lopez-Mills)

Homem chora em protesto de 2013 contra a impunidade no caso da Amia (AP Photo/Victor R. Caivano)

Protesto por justiça no 19º aniversário do atentado à Amia, em 2013 (AP Photo/Victor R. Caivano)

Elano comanda vitória do time de Materazzi, se torna artilheiro da liga indiana e é chamado de “mágico”

Brasileiro fez dois gols na vitória do Chennaiyin por 5 a 1 sobre o Mumbai City de Anelka

Difícil encontrar um campeonato mais legal no mundo que a Indian Super League. Todo dia tem uma coisa diferente e um cenário bizarro que parece ter saído de algum bug do Football Manager. Nesta terça, por exemplo, houve o encontro do Chennaiyin, time que tem Marco Materazzi como técnico e zagueiro, com o Mumbai City de Nicolas Anelka. Mas a estrela da partida foi Elano. O brasileiro de Chennaiyin fez dois gols na goleada por 5 a 1 de sua equipe. Mais que isso, assumiu a artilharia isolada da ISL com quatro gols.

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Tudo bem, foram dois gols no melhor estilo Elano: um pênalti e uma falta bem batida. A bem da verdade, o gol de falta pareceu mais um cruzamento fechado em que ninguém desviou e acabou entrando direto. Mas isso não importa, porque o narrador indiano ficou insano com o gol do brasileiro, rindo à toa e até chamando o meia de “mágico”.

Japão: Se a defesa deixar, pode surpreender

Há muito talento do meio para frente, e os japoneses são candidatos a jogos bastante animados na Copa

Onde vai se dar bem

É um time bastante técnico, que troca passes com muita fluidez e é bonito de ver. Honda e Kagawa são meias de experiência internacional que não têm medo de assumir a responsabilidade para jogos de Copa do Mundo.

Onde vai se dar mal

O Japão sofre com a falta de força física. Não é apenas questão de altura, mas de força para o corpo a corpo das divididas. Diante de três equipes fisicamente fortes, os japoneses podem ter problemas para manter a bola e impor seu jogo. Outro problema é a falta de um artilheiro, algum jogador que tenha talento natural para transformar em gols as boas jogadas criadas pelo meio-campo.

Quem pode desequilibrar

Kagawa é o jogador com mais sucesso na Europa, mas o cérebro do time é Honda. Pelo meia do Milan passam todas as jogadas, e ele que faz a bola girar de um lado para o outro.

A carta na manga

Nagatomo sobe ao ataque com muita facilidade, muitas vezes servindo de apoio a Kagawa para criar espaço pelo lado esquerdo.

Até onde deve chegar

O Grupo C é muito equilibrado, e qualquer time pode terminar em primeiro ou último lugar. Por isso, é bem possível ao Japão sonhar com a classificação às oitavas de final. O problema é depois disso. A projeção dos cruzamentos coloca o time contra Uruguai, Inglaterra ou Itália. Aí, o Japão até pode fazer jogo duro, mas passar por uma dessas seleções seria uma grande zebra.

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Todos os mapas de calor vão parecer sem graça depois desse da TV japonesa

Agora você não tem desculpa para dizer que não entende o que eles querem dizer

As análises estatísticas estão cada vez mais desenvolvidas no futebol, e a tecnologia tem muito a ver com isso. Ferramentas permitem mostrar elementos do jogo que ficavam apenas como observação subjetiva de alguém. E um caso são os mapas de calor, que transformam números em imagem e apresentam por quais partes do campo cada time ou cada jogador ficou mais tempo durante a partida.

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Pois todos os mapas de calor que você já viu parecem a Composição VII de Kandinsky depois desse que a TV japonesa apresentou na transmissão do amistoso entre Japão e Chipre. Os quadrantes são aplicados na imagem do gramado, em três dimensões, e com os jogadores em campo!

Agora não tem desculpa para não entender o que eles querem dizer.

A foto é do Twitter da JSoccer Magazine, sempre recomendado para quem quer acompanhar futebol japonês.

Trivela 15 anos: um período em que o Brasil descobriu o mundo do futebol

Junte-se a nós nas comemorações, e relembre o que de melhor aconteceu nessa última década e meia nos campos do planeta

Foi no final de 2013, mas demos uma segurada para que todos pudessem prestigiar. Em outubro, a Trivela completou 15 anos de vida. Não esquecemos, mas estávamos na reta final dos preparativos do nosso visual e depois vieram os feriados de fim de ano. Convenhamos, nada mais sem graça que fazer a festa em uma casa bagunçada, com um monte de caixas pela sala já preparando para a mudança, ou quando todo mundo está na praia e não poderá comparecer.

Bem, agora é a hora de comemorar. Foram 15 anos de muitas fases diferentes, de um site que começou como projeto de faculdade de um grupo de alunos da USP alguns meses após a Copa da França, se transformou em um site, depois virou revista, depois voltou a ser apenas site. Foi noticioso, foi analítico, foi uma mistura disso tudo. Tudo para se adaptar ao momento da relação do público brasileiro com o futebol, sobretudo o futebol internacional.

Há 15 anos, vários campeonatos internacionais eram transmitidos na TV nacional, mas era uma aposta quase alternativa, coisa de aficionados. Hoje, há brasileiros que se reúnem em bares para ver jogos da Liga dos Campeões, discutem a política de contratações do Arsenal com a intimidade com que falam de Corinthians ou Vasco, contam as histórias de um Celtic x Rangers como se falasse de Grêmio x Inter e projetam o futuro de um garoto do Getafe como se fosse a revelação da Copa São Paulo que acabou de mostrar na TV.

Claro que não achamos que somos os responsáveis diretos por isso. Mas temos convicção de que foi um trabalho pioneiro em seu tempo e gostaríamos de acreditar que ele acabou tendo um papel nessa história. Confira nos próximos dias várias matérias especiais sobre o futebol dos últimos 15 anos, com retrospectivas de grandes momentos, times, jogadores, jogos e gols desse período, além de artigos de gente boa que passou por nossas páginas.

Abraços, e obrigado por ter estado conosco nesse tempo. Sem os leitores, a Trivela não teria passado do primeiro aniversário, quanto mais estar perto da idade de tirar título de eleitor.

PS.: Só uma brincadeira: você consegue identificar todas as referências da montagem acima?

Parte 1: 15 grandes momentos dos 15 anos da Trivela

Parte 2: A Lei Bosman se consolidou, e mudou o cenário na Europa – por Leonardo Bertozzi

Parte 3: 15 maiores craques dos 15 anos da Trivela

Parte 4: XV de Trivela – por Mauro Beting

Parte 5: 15 grandes times dos 15 anos da Trivela

Parte 6: A revolução do Leste Europeu – por Gustavo Hofman

Parte 7: 15 maiores jogos dos 15 anos da Trivela

Parte 8: 15 maiores golaços dos 15 anos da Trivela

 

Presentão de Natal! Puseram em um mapa quem fala “futebol” e quem fala “soccer”

Veja como “soccer” está longe de ser só “coisa de americano”

As crianças acreditam que o presente de Natal simplesmente vai aparecer debaixo da árvore quando elas acordarem. O Papai Noel foi lá, passou pela chaminé e deixou o mimo para quem foi bonzinho. Esse mapa é mais ou menos assim. Algum herói anônimo resolveu tornar a vida de todo mundo um pouco mais rica e se matou fazendo o mapa que mostra o nome do futebol” em cada país. Mais que isso: ainda colocou cores de acordo com a origem etimológica de cada termo.

Veja como “soccer” está longe de ser apenas “coisa de americano”. Até em país europeu ele é usado. Normal: ao contrário da crença mais disseminada, o termo não foi inventado nos Estados Unidos, mas na Inglaterra, para diferenciar as diversas vertentes de futebol no Reino Unido.

Bem, o mapa é grandão e fica difícil ver com detalhes a Europa. Então, fiz esse destaque abaixo. Mais informações estão disponíveis nessa página da Wikipédia (em inglês). Aproveitem.

Futebol x soccer na Europa
Futebol x soccer na Europa