Maior legado paraolímpico seria ver um país com cidades mais acessíveis

Mais que condições de treinamento ou atenção de público, portadores de deficiência precisam de condições de se locomover com autonomia na rua

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Os Jogos Paraolímpicos de 2016 foram bem sucedidos em vários tipos de medição. O público nas arenas chegou a superar um dia dos Jogos Olímpicos, a audiência da TV foi marcante (ao menos na Sportv, pois ficou quase esquecida na TV aberta) e o Brasil teve recorde de medalhas, ainda que não tenha atingido a meta de ficar no quinto lugar no quadro. Mas o sucesso real não apareceu na TV, não subiu ao pódio, não se definiu com a extinção do fogo da pira paraolímpica no Maracanã. Ele se verá nas ruas.

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Melhor jeito de matar as saudades da Rio-2016: com joguinho 8 bits

Saiu a versão olímpica do Gringo Hero, um bom jeito de relaxar 3 minutinhos entre uma tarefa chata e outra no computador

A semana está acabando, começa a bater aquele bode de ficar no computador enquanto o sábado se aproxima. Ainda mais porque não temos mais os Jogos Olímpicos para nos distrair durante uma quinta ou sexta, com um vôlei insanamente narrado pelo Rômulo Mendonça ou um joguinho de hóquei na grama para fingirmos que manjamos tudo dessa modalidade. Por isso, o Extratime vem em um serviço de utilidade pública informar que já temos a salvação.

Sim, saiu a versão olímpica do Gringo Hero, joguinho que resume toda a Rio-2016 em 8 bits. Nele, um turista estrangeiro (um dos poucos que vieram ao Brasil, pelo visto) vai passando pelos diversos fatos que marcaram a Olimpíada brasileira, do manifestante tentando apagar a tocha ao primeiro-ministro japonês Shinzo Abe saindo de um cano vestido de Mario.

É simples e fácil, dá para resolver tudo em três minutinhos e depois voltar ao trabalho. Ligue o áudio e confira.

Obs.: a versão da Copa 2014 saiu do ar. Achamos só um vídeo de YouTuber apresentando o game.

Brasileiro vaiou muito porque se envolveu com a Olimpíada. Isso é ótimo

É errado atrapalhar a concentração de atletas em algumas modalidades, mas pensar apenas nisso é perder o que houve de mais legal nas arquibancadas da Rio-2016

Zoeira (zoh-AIR-ah)

Tecnicamente, zoeira significa cacofonia, ou um momento em que alguém está brincando com você. Em linguagem moderna, refere-se ao ato de brincar toda hora, mesmo quando as coisas estão mal. Isso vem principalmente quando surgem notícias ruins e os brasileiros rapidamente fazem um milhão de memes divertidos sobre isso. Existe um ditado no Brasil: ‘A zoeira nunca acaba’, ou seja, brasileiros nunca param de brincar. Em sua essência, a palavra zoeira captura a habilidade cultural brasileira de tornar leve uma situação ruim.”

Dias antes de os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro começarem, o jornal americano Washington Post publicou um artigo em que a autora, a correspondente Shannon Sims, aponta seis palavras que considera fundamentais para se entender o momento do Brasil. A lista tem “crise”, “gourmetização”, “petralha”, “coxinha” e “jeitinho”. “Zoeira” fecha a relação, e talvez tenha sido a mais importante para um estrangeiro que tentou entender a torcida brasileira. Nem todos conseguiram.

O comportamento dos brasileiros nas arquibancadas foi um dos grandes temas da Rio-2016. Muitos atletas e jornalistas reclamaram das constantes vaias e do barulho fora de hora nas disputas. O caso mais notório foi o de Renaud Lavillenie, que foi apupado pelos torcedores durante a disputa com Thiago Braz pelo ouro no salto com vara. O francês perdeu, reclamou, comparou sua situação com a de Jesse Owens em 1936, recebeu vaias novamente na hora de receber a medalha de prata e chorou no pódio. Outros atletas também tiveram algum problema com os torcedores, incluindo estrelas como Rafael Nadal, Kohei Uchimura e Teddy Riner. Mas não eram só os estrangeiros: provavelmente o atleta que mais perseguido em alguma disputa foi um brasileiro, Renato Augusto no Brasil 0x0 Iraque do futebol masculino realizado em Brasília.

A falta de educação da torcida virou um dos temas da cobertura dos Jogos, que colocou a responsabilidade na “cultura do futebol”. Como o brasileiro só está acostumado a ir a uma instalação esportiva para ver futebol, acaba se vendo outras modalidades como se fosse uma partida do Flamengo, do Corinthians, do Grêmio ou do Bahia (e até reforça isso ao ir à arena olímpica usando a camisa de seu clube do coração). E, claro, em vários esportes a postura padrão não é a de gritar ou vaiar, ao menos em momentos-chave da disputa.

De fato, o torcedor brasileiro precisa se acostumar com as particularidades de cada competição. Vaiar um atleta no pódio é um comportamento reprovável. Vaiar um atleta em um momento de concentração (saque no tênis, salto no atletismo, tiro no tiro esportivo ou com arco, duelo na esgrima, uma acrobacia na ginástica) é igualmente ruim. Isso tudo é verdade e passar do limite nessas situações foi motivo de reclamações justas.

Aviso no telão pedindo para a torcida controlar o impulso de vaiar (Ubiratan Leal/ExtraTime)
Aviso no telão pedindo para a torcida controlar o impulso de vaiar (Ubiratan Leal/ExtraTime)

Do mesmo jeito que os brasileiros merecem críticas por vaiar indiscriminadamente, também é verdade que algumas críticas foram indiscriminadas, colocando coisas diferentes dentro do mesmo balaio e passando do limite. Houve menções negativas ao fato de a torcida vaiar uma dupla da Malásia e apoiar uma da Austrália no badminton, sendo que o “erro” no caso foi não ser neutro, como se esperava. Houve até quem criticasse o fato de se vaiar a China no duelo contra o Brasil no vôlei feminino, alegando que torcer por um lado não significa que seja preciso apupar o outro.

Aí já se misturam coisas diferentes. Pode-se dizer que o brasileiro levou às arquibancadas olímpicas sua cultura de futebol, mas talvez seja mais preciso dizer que o brasileiro levou não apenas seu lado futebolístico, mas seu jeito de ser como um todo. Brasileiros tendem a ser passionais e a externar suas emoções. Latino-americanos em geral são assim, e o comportamento dos argentinos nas disputas do Rio de Janeiro mostram isso. Inclusive quando se passou do limite: na final do tênis masculino, entre Andy Murray e Juan Martín del Potro, o britânico errou um voleio importante no final do jogo porque um argentino gritou na arquibancada com o objetivo claro de atrapalhar a jogada. Foi errado, foi constrangedor.

O esporte que expõe melhor as diferenças culturais nas arquibancadas é o futebol, por ser a única modalidade realmente mundial. Os torcedores se manifestam de jeitos diferentes em cada lugar do planeta, seja América Latina, Estados Unidos, Itália, Espanha, Alemanha, Inglaterra, Sérvia, Marrocos, Japão ou África do Sul. E muito desse comportamento é reflexo de cada povo.

O futebol e o jeito passional não foram os único fatores culturais no comportamento dos brasileiros na Rio-2016. Outro, provavelmente muito mais relevante, foi a zoeira. Tanto quanto empurrar um atleta local ou atrapalhar o oponente, as arquibancadas queriam é brincar:

– No massacre dos Estados Unidos sobre a China no basquete masculino, a torcida (boa parte amante de NBA e admiradora óbvia dos norte-americanos) adotou os chineses simplesmente pela “zoh-AIR-ah”. Quando a diferença no placar chegou a 50 pontos, começou a gritar “Eu acredito! Eu acredito!”. Quando saía uma cesta asiática, o canto mudava para “Vamos virar, Chi-na! Vamos virar, Chi-na! Vamos virar, Chi-na-aaaa!”. E, nos minutos finais, fez o “olé” a cada passe trocado pelos chineses;

– No tênis, Novak Djokovic foi adotado pela torcida depois de várias declarações simpáticas aos brasileiros. Mas a tabela o colocou – ao lado de Nenad Zimonijc – diante de Marcelo Melo e Bruno Soares. As arquibancadas vibraram com a dupla da casa, mas soltou “Eiro, eiro, eiro, Djokovic é brasileiro!” algumas vezes. Afinal, era preciso apoiar os brasileiros, mas sem desagradar ao amigo sérvio;

– No boxe, os torcedores chegaram a vibrar com as intervenções de um árbitro, simplesmente por ele ser brasileiro;

– No handebol, o goleiro Thierry Omeyer estava parando o ataque da Argentina e foi homenageado com um “PQP, é o melhor goleiro do Brasil, Zidane”. Omeyer, como Zizou, é francês e careca;

– No rugby sevens, Fiji virou o xodó porque era um país improvável – ainda que uma potência na modalidade – e tinha levado um grupo de torcedores bastante carismáticos.

Torcedor de Fiji no estádio de rugby: carisma recompensado com apoio dos brasileiros (AP Photo/Robert F. Bukaty)
Torcedor de Fiji no estádio de rugby: carisma recompensado com apoio dos brasileiros (AP Photo/Robert F. Bukaty)

Mais do que reclamar da falta de cultura esportiva ou do excesso de cultura futebolística, podemos saudar o fato de que, antes de tudo, o brasileiro se divertiu nos Jogos Olímpicos. O brasileiro saiu de casa, gastou um bom dinheiro, enfrentou fila e comeu lanche ruim e caro, viu hóquei na grama, esgrima, boxe, tênis, natação, atletismo e tantos outros esportes e, no final das contas, se divertiu. Deixou-se levar pelo espírito da zoeira e brincou nas arenas. Escolheu um lado por motivos dos mais diversos (solidariedade regional, solidariedade com outra nação em desenvolvimento, preferência política, fragilidade técnica) e torceu. Vaiou, vibrou, se envolveu com a disputa e com os demais torcedores a seu lado.

Se as autoridades esportivas souberem manter na cabeça das pessoas a lembrança de quão divertido foi ver outras modalidades, talvez consigam levar um pouco mais de público a futuras competições realizadas no Brasil. E, se isso acontecer, aos poucos os torcedores entenderão as particularidades do jeito de torcer de cada competição, preservando seu jeito passional, mas sabendo que, em alguns momentos, ele precisa ser silenciado.

As medalhas dos Jogos Olímpicos de Tóquio devem ser feitas de smartphones reciclados

Só o ouro e a prata contidas nos dispositivos correspondem a 16% e 22% da oferta global dos materiais

por Alessandro Junior

A organização dos Jogos Olímpicos de Tóquio planeja produzir as medalhas com metais recolhidos de smartphones e outros produtos eletrônicos descartados. A ideia é aproveitar o lixo eletrônico do país; só o ouro e a prata contidas nos dispositivos correspondem a 16% e 22% da oferta global dos materiais.

Segundo o jornal Nikkei Asian Review, os organizadores do evento, oficiais do governo e executivos conversam sobre o plano desde junho. Os planos incluem uma política mais ativa de reciclagem do lixo eletrônico. O Japão produz cerca de 650 mil toneladas desse tipo de lixo e apenas 100 mil toneladas são coletadas atualmente. Dessa quantia, parte é reaproveitada para a produção de novos celulares.

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O que Tóquio vai fazer para os Jogos de 2020 (e o que já tem pronto)

Boa parte da infraestrutura já está em funcionamento… desde 1964

Shinzo Abe não é o chefe de governo mais popular do mundo. Longe disso. O primeiro ministro japonês sofre com a dificuldade de fazer a economia de seu país recuperar o crescimento e por defender ideias como o aumento no investimento militar. Mas, aos olhos do mundo, o líder da terceira nação mais rica do planeta  é um senhor simpático que topou aparecer no meio do Maracanã fantasiado de Mario. Tóquio aproveitou bem seus oito minutos durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de 2016, realizados no Rio de Janeiro, e deixou uma mostra do que pretendem fazer para a próxima edição, em 2020.

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Brasil está na melhor Olimpíada de sua história, mas o resultado é frustrante, sim

Após ser país-sede e ter muito investimento em atletas de alto rendimento, Brasil tinha de pegar o elevador, e não subir um degrau

Duas medalhas de ouro em um mesmo dia e a percepção da campanha brasileira na Rio-2016 muda muito. O Brasil foi para a 13ª posição no quadro de medalhas, seja por ouros quanto por total, e já está na melhor edição dos Jogos Olímpicos de sua história. São cinco medalhas de cada metal, passando Atenas-2004 (5 ouros, 2 pratas, 3 bronzes) na contagem tradicional e iniciando a ultrapassagem de Londres-2012 no total de medalhas (17, sendo que, em casa, já temos 15 entregues e 16 garantidas, e possivelmente ganharemos mais uma ou duas até o final).

Essa perspectiva histórica acaba com a ideia de fracasso, uma palavra que chegou a rondar a mente de torcedores após uma primeira semana muito econômica em pódios. [e um termo forte, que dá a sensação de desastre total. Não é o caso, mas não se pode perder de vista que o Brasil falhou, sim. E não há mais como mudar isso nos últimos dias de disputa.

POLÍTICA ESPORTIVA: Medalha? Contra tudo e contra todos, não precisamos delas

Ao longo do ciclo olímpico, o Comitê Olímpico Brasileiro estabeleceu duas metas: décimo lugar no total de medalhas ou 25 pódios. Só por milagre algum dos dois parâmetros será alcançado. Coreia do Sul e Canadá dividem a décima posição em medalhas, 18. O Brasil precisaria de quatro e que sul-coreanos e canadenses não ganhassem mais nenhuma. Difícil, pois os asiáticos devem subir ao pódio nas quatro provas que faltam no taekwondo. Se a questão forem as 25 medalhas, os brasileiros precisam de dez em três dias. O futebol masculino já tem uma garantida, vôlei masculino, futebol feminino e a canoagem de velocidade têm boas chances, o hipismo individual é uma possibilidade, o pentatlo moderno feminino nem tanto. Se todas elas tiverem sucesso, são seis medalhas. Faltariam quatro, e aí teriam de ser grandes surpresas, como algo no revezamento 4×100 metros rasos masculino, na maratona masculina, na luta ou no taekwondo.

Por mais que o Brasil tradicionalmente use a contagem que hierarquiza ouro-prata-bronze para ranquear os países, é correto para o gestor esportivo estipular a meta pelo total, como se todas valessem a mesma coisa. Subir muitas vezes no pódio mostra que a delegação foi competitiva em várias modalidades. Ter apenas muitos ouros pode ser uma distorção criada por excelência absoluta em poucos esportes, casos de Quênia e Jamaica no atletismo.

Aí que vemos o problema da campanha do Time Brasil em 2016. A comparação com as participações anteriores é generosa, pois mostra que subimos um degrau na escada. O problema é que os brasileiros competiam em casa, e o que se esperava (pela condição de anfitrião e pelo investimento realizado) era que se pegasse o elevador. A meta do COB ia por esse caminho, com evolução significativa nos resultados. E isso não aconteceu.

As autoridades podem até recorrer às medalhas prováveis ou possíveis que não se concretizaram, como o vôlei feminino, Fabiana Murer, Robert Scheidt, handebol feminino, Caio Bonfim na marcha atlética e algumas outras, mas ter sucesso em todas elas significaria que quase todos os medalháveis subiram ao pódio. Isso não existe em lugar algum. Todo país tem sua cota de insucessos e precisa considerar essa margem quando estabelecer metas de resultados olímpicos.

TORCIDA: Atleta vaiado no pódio olímpico? Aconteceu em Barcelona-1992

Melhor que elencar as quase-medalhas que não vieram é ver as medalhas que não passaram nem perto de vir. Tirando Poliana Okimoto na maratona aquática, a natação brasileira não foi competitiva. O basquete foi lamentável. O atletismo teve nomes esporádicos em uma delegação que passou despercebida no geral.

O Brasil falhou porque não soube usar sua condição de anfitrião dos Jogos para mudar de patamar no mundo olímpico. Estar entre os 15 melhores, qualquer que seja o critério da contagem, não é um resultado bom ou ruim, é um resultado que representa a realidade. Uma realidade que não mudou tanto quanto deveria.

Atleta vaiado no pódio olímpico? Aconteceu em Barcelona-1992

O marroquino Khalid Skah levou o ouro, mas a torcida não aceitou

O locutor do estádio anuncia o nome de Renaud Lavillenie. O francês dá alguns passos e sobe ao pódio para receber a medalha de prata do salto com vara. Ao mesmo tempo, a torcida vaia. O saltador se sente humilhado e vaia durante a execução do hino brasileiro, tocado para o vencedor da prova, Thiago Braz. Uma cena forte e marcante dos Jogos, mas não é inédita. Em Barcelona-1992, também no atletismo, as arquibancadas se uniram para apupar um medalhista.

Foi na prova dos 10 mil metros rasos. O marroquino Khalid Skah e o queniano Richard Chelimo disputavam a liderança. Perto do final, ambos deram uma volta sobre o também marroquino Hammou Boutayeb. Parecia uma situação normal diante de um veterano, mas o retardatário resolveu acelerar e passou a correr na frente de Chelimo. Os líderes ultrapassaram novamente Boutayeb, que voltou a apertar o passo e retomar a ponta.

As manobras estranhas do retardatário levantaram suspeitas de que ele estaria trabalhando em equipe com Skah, desestabilizando Chelimo. A torcida de Barcelona protestou contra a atitude de Boutayeb, que acabou ficando para trás. No final, os dois líderes aceleraram na busca pela vitória, mas o marroquino teve mais forças e chegou à frente.

No momento, a organização decidiu desclassificar Skah e dar o ouro a Chelimo, mas mudou a decisão horas depois. Dois dias depois, na cerimônia de premiação, Skah subiu no lugar mais alto de pódio diante de vaias de quase todo o estádio.

O vídeo abaixo conta a história (em inglês). A cena da vaia do pódio está na marca de 10:13.

Inflação durante grandes eventos é mais nociva do que parece

Elevar agressivamente os preços só afastam organizadores e visitantes, e ainda atingem os locais

É a oportunidade de ouro, quase literalmente. Um grande evento vem para a sua cidade, pessoas de todo o mundo chegam com dólares e euros para gastar. Hora de tirar a lei da oferta e da procura do bolso e elevar os preços para faturar o máximo possível.

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Rio corrige erro do bilhete olímpico, mas confusão ainda reina

Sistema de transportes nos Jogos Olímpicos permanece com problemas

“Não tinha esse bilhete olímpico unitário, mas reclamaram tanto que criaram em cima da hora. Só que não pode comprar essa passagem na máquina, só na bilheteria.”

A atendente da estação Salvador Allende do BRT se esforça, mas não consegue evitar o constrangimento. Por mais que a prefeitura do Rio de Janeiro tenha divulgado insistentemente que o transporte público era a melhor forma de chegar às arenas dos Jogos Olímpicos, fica cada vez mais evidente que o sistema não estava preparado. O erro de criar um bilhete olímpico sem passagem unitária foi corrigido, mas diversos outros seguem.

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A ciência por trás da terrível queda que hospitalizou uma ciclista olímpica

A holandesa Annemiek van Vleuten sofreu uma concussão pesada e três pequenas fraturas na coluna lombar

A ciclista olímpica holandesa Annemiek van Vleuten está se recuperando na UTI após um acidente terrível na pista de ciclismo de estrada nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Ela sofreu uma concussão pesada e três pequenas fraturas na coluna lombar, embora esteja consciente e capaz de falar, e sem sinais de hemorragia interna.

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