Por que acreditamos que a seleção brasileira motivou a saída de Rienzo dos Marlins

Falamos com exclusividade com o arremessador, que defenderá o Brasil nas eliminatórias do WBC na próxima semana

Anúncios

Na última semana, o Miami Marlins anunciou o rompimento do contrato com o arremessador André Rienzo. O brasileiro vinha defendendo o New Orleans Zephyrs (filial Triple-A da equipe da Flórida) como jogador de bullpen, inclusive como fechador. Estava com 2,85 de ERA (bom) e já tinha fechado oito partidas, sem ceder nenhuma corrida em 14 dos 17 jogos em que participou desde que retornara de contusão, em julho. Números que justificariam uma continuidade no trabalho, pensando como um jogador que pudesse colaborar na montagem do elenco de 2017 dos Marlins ou para usá-lo como parte de eventuais negociações.

Conversei com Rienzo nesta semana, e o brasileiro deu uma outra versão para o fato. “Oficialmente eles me dispensaram, mas eu que pedi para sair porque vi que eles não tinham nenhum plano para mim”, disse. “Então, achei melhor sair e buscar, no ano que vem, algum lugar em que eu tenha mais oportunidade.”

Com base em alguns elementos oferecidos pelo arremessador brasileiro durante o papo e um pouco de análise do cenário, inclusive as possíveis motivações do Miami para anunciar uma dispensa neste momento incomum da temporada, minha avaliação do cenário (atenção: é uma análise, somando informações com opiniões) é:

– Rienzo imaginava que seria chamado para o time principal no início de setembro. Os Zephyrs já estavam eliminados da Pacific Coast League e os elencos da MLB são expandidos para 40. Os Marlins não promoveram o brasileiro;
– Sem atividade no mês, apenas os jogos derradeiros dos Zephyrs na temporada regular da PCL, Rienzo pediu liberação para defender o Brasil nas eliminatórias do World Baseball Classic, que começam na próxima semana em Nova York. Os Marlins teriam relutado em liberar, talvez temendo que isso prejudicasse o físico do arremessador, que vinha de lesão;
– Rienzo insistiu, e os dois lados acharam melhor terminar o contrato.

[Exclusivo] Retorno às Olimpíadas coloca liga semiprofissional nos planos do beisebol brasileiro

Entenda como é o retorno do beisebol aos Jogos Olímpicos e o que isso pode representar ao Brasil

Atletas, dirigentes, torcedores e jornalistas ligados a cinco modalidades tiveram uma quarta para comemorar: beisebol/softbol, caratê, escalada esportiva, surfe e skate foram confirmados como integrantes do programa dos Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio. O carimbo oficial é importante, mas a aceitação já era esperada, eventualmente até dada como certa, há meses. Por isso, já há rascunhos do que pode acontecer a partir da decisão anunciada no congresso do COI.

O beisebol é um caso bastante claro disso. A modalidade já tem planos para o que pode ocorrer após a volta da modalidade às Olimpíadas. Preparamos um resumo do que esse retorno significa, incluindo informações exclusivas:

Validade da decisão

Em busca de aumento de público e viabilidade econômica, o Comitê Olímpico Internacional decidiu incluir modalidades com mais apelo popular – sobretudo entre os jovens – a cada edição dos Jogos. Por isso, dos cinco esportes aprovados nesta quarta, dois são muito fortes no Japão e as outras três são categorizadas como esporte de ação.

ESPECIAL: A história do beisebol nos Jogos Olímpicos

Por enquanto, a permanência dessas modalidades dependerão da aceitação que tiverem e da escolha dos organizadores de cada edição olímpica. O beisebol só está garantido para Tóquio-2020. A forma mais segura de o esporte seguir nos Jogos é Los Angeles vencer a disputa pela Olimpíada de 2024. Outro caminho é o torneio realizado na capital japonesa ter grandes resultados técnicos e comerciais e convencer o COI a manter a modalidade.

Sistema de disputa

A WBSC (World Baseball Softball Confederation) informou as federações nacionais que o sistema de disputa preferencial seria um torneio com oito seleções, divididas em dois grupos de quatro. Os dois primeiros se classificariam para a realização de semifinais e final. Nesta semana, foi levantada a possibilidade de uma competição ainda menor, com seis times.

O objetivo é realizar um torneio bastante rápido, ocupando apenas uma das semanas dos Jogos Olímpicos, e aumentar a chance de obter a liberação de jogadores importantes (leia-se: da MLB).

Jogador do Japão observa home run da Coreia do Sul na Olimpíada de 2008 (AP Photo/Elaine Thompson)
Jogador do Japão observa home run da Coreia do Sul na Olimpíada de 2008 (AP Photo/Elaine Thompson)

Atletas da MLB

O beisebol tentou entrar nos Jogos Olímpicos de 2016 (perdeu para golfe e rugby) em uma campanha com forte apoio da MLB. Na época, foi incluída uma cláusula para a liberação de uma cota de jogadores da maior liga do mundo. O projeto foi derrotado e enterrado.

O processo vitorioso nesta quarta não teve esse tipo de promessa da MLB. A liga continua fortemente inclinada a aumentar sua internacionalização, mas Rob Manfred, o atual comissário, não vê nos Jogos Olímpicos algo tão relevante nesse caminho quanto seu antecessor, Bud Selig. Por isso, dificilmente os americanos aceitariam perder jogadores no meio do campeonato ou fariam algum arranjo na tabela para permitir a participação de estrelas.

A tendência é que o torneio olímpico use jogadores de ligas menores, como ocorreu de 1992 a 2008. Isso não significa que o nível técnico será terrível. Os Estados Unidos levaram jogadores de grande talento para os Jogos, como RA Dickey, Troy Glaus e Jeff Weaver (1996), Ben Sheets, Roy Oswalt e Pat Borders (2000) e Dexter Fowler, Jake Arrieta, Stephen Strasburg, Trevor Cahill e Matt LaPorta (2008).

Ainda assim, a falta de jogadores de ponta pode ser um problema para a permanência do esporte nos Jogos, pois foi a ausência de grandes estrelas que motivou o COI a retirar o beisebol da Olimpíada após Pequim. “Se as estrelas não participarem, a competição pode ter problemas para continuar no programa olímpico em outras edições. Hoje tratamos somente de Tóquio”, alertou Franco Carraro, ex-presidente da Federação Italiana de Futebol e dirigente do COI responsável pela lista de novos esportes olímpicos, logo após a confirmação do beisebol em 2020.

Menos mal que as ligas de Japão (NPB) e Coreia do Sul (KBO) devem interromper sua temporada para que seus atletas disputem as medalhas.

VEJA TAMBÉM: Fukushima quer sediar o beisebol olímpico para apagar a imagem deixada por acidente nuclear

Chances do Brasil

Com um torneio olímpico enxuto, as chances brasileiras são praticamente nulas. A CBBS recebeu a informação que, se a competição tiver oito seleções, as Américas teriam apenas três vagas. Para o Brasil, seria difícil passar pelo corte em uma disputa com Estados Unidos, República Dominicana, Cuba, Porto Rico, México, Venezuela, Canadá e Colômbia.

Desenvolvimento da modalidade no Brasil

A falta de perspectivas não significa que o anúncio do COI seja irrelevante. Pelo contrário. Como o beisebol volta a ter carimbo de modalidade olímpica, ele voltará a receber os repasses do Comitê Olímpico Brasileiro. A CBBS estima que entrarão no seu caixa cerca de R$ 400 mil por ano.

Esse dinheiro poderia alavancar vários projetos. “Poderemos ajudar mais as seleções que têm de viajar ao exterior para disputar torneios, além de tentar desengavetar o projeto de uma liga semiprofissional”, comenta Jorge Otsuka, presidente da entidade, em entrevista ao Extratime. A ideia seria uma liga com três a quatro meses de duração, dando atividade constante aos times. Além disso, a competitividade seria maior com a contratação de jogadores estrangeiros. “Talvez conseguíssemos colocar venezuelanos, cubanos ou colombianos em todas as equipes. Toda semana recebemos mensagens de jogadores latinos, sobretudo venezuelanos, pedindo informação sobre a possibilidade de jogar aqui. Não seria tão caro trazê-los.”

É questão de acompanhar e cobrar.

A história do beisebol nos Jogos Olímpicos

O beisebol estará de volta em Tóquio-2020. Boa oportunidade para recordar um especial sobre a história da modalidade nos Jogos Olímpicos

O beisebol está de volta aos Jogos Olímpicos. Nesta quarta, o Comitê Olímpico Internacional confirmou o retorno da modalidade para Tóquio-2020. É a retomada de uma trajetória cheia de interrupções, com disputas como demonstração e uma vida curta como modalidade fixa, entre 1992 e 2008.

Em 2012, publicamos um especial sobre a história do beisebol olímpico. Hoje é um bom dia para relembrá-lo. Confira abaixo:

O beisebol e sua história nos Jogos Olímpicos

Badminton é o esporte mais perseguido pelos brasileiros nas Olimpíadas. Deve ser o nome estranho. Pense você (ou pergunte a um amigo aleatório) qual o esporte mais bizarro dos Jogos. Badminton virá a cabeça. E é uma injustiça, pois o esporte da peteca tem muita popularidade em certas partes do mundo. Mais que o nado sincronizado, o pentatlo moderno ou o tiro com arco.

Mas é mais popular que o beisebol? Não, provavelmente não é. O beisebol é muito forte nos Estados Unidos, Cuba, República Dominicana, Porto Rico, Japão, Coreia do Sul, México, Taiwan e Venezuela, com nível razoável de penetração em Canadá, Colômbia, Nicarágua, Panamá, Austrália, China e Holanda.

Poderia ser olímpico? Claro, tanto que foi por 16 anos. Para entender tudo o que envolve a relação entre o beisebol e os Jogos Olímpicos, o ExtraTime preparou um especial, mostrando o passado e o presente, e projetando o futuro. Confira abaixo:

A história do beisebol nos Jogos

Sabia que R.A. Dickey, arremessador do New York Mets e um dos melhores na temporada, foi medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996? E apesar da MLB “ficar” nos EUA, os EUA não teve uma supremacia no esporte, como aconteceu no basquete? Leia aqui!

Por que o beisebol saiu das Olimpíadas?

O COI permitiu que os principais nomes da MLB pudessem representar seus países, mas uma série de fatores contribuiu para a exclusão da modalidade. Escândalos de doping e a pressão de outros esportes são alguns deles. Leia aqui!

Os Jogos são importantes para o beisebol?

As Olimpíadas criam uma sensação de que é possível acompanhar esportes diferentes. Por meio dos Jogos, pessoas de países sem muita tradição na modalidade poderiam ver o quão popular ela é. Leia aqui!

Uma proposta para o beisebol olímpico

Como seria o beisebol olímpico com todas as estrelas da MLB? Com Derek Jeter, Ryan Braun, Prince Fielder e muitos outros, os EUA seriam os favoritos. Mas países como Japão, Coreia do Sul, Venezuela e República Dominicana brigariam muito pela medalha. Leia aqui!

Paulo Orlando tem melhor jogo na carreira, e já está na hora de virar titular

Para quem tem um dos piores ataques da MLB, é melhor dar mais oportunidades a quem tem rebatido melhor

Uma rebatida simples, uma tripla (a primeira do ano), um home run (também o primeiro do ano) e quatro corridas impulsionadas. Paulo Orlando teve uma atuação inspirada na noite desta terça contra o Boston Red Sox, sendo fundamental na vitória do Kansas City Royals por 8 a 4. Foi o melhor jogo na carreira do brasileiro, e que poderia (ou deveria) ter impacto na sua situação dentro do time.

O brasileiro tem sido reserva nos Royals nesta temporada. O técnico Ned Yost tem preferido Jarrod Dyson, que leva vantagem na defesa e no roubo de bases, com o bônus extra de ser canhoto (ou seja, tem preferência contra abridores destros). Orlando vai bem nesses fundamentos, mas onde ele bate o companheiro é no bastão, sobretudo por ter mais potência.

Pela forma como Yost idealizou sua equipe, as virtudes de Dyson eram mais importantes. No entanto, o Kansas City vem sofrendo ofensivamente nesta temporada, é o segundo pior da Liga Americana e o quarto pior de toda a MLB. Isso tem impedido o atual campeão da liga a fazer uma campanha melhor que os 50% de aproveitamento que carrega neste momento.

Nesse cenário, priorizar o ataque soa como uma opção mais interessante para Yost. E, nesse fundamento, Orlando tem sido claramente superior a Dyson. O brasileiro tem 33,3% de aproveitamento, contra 21,7% do americano. Dyson teve 25 oportunidades a mais no bastão, e ainda assim Orlando tem mais rebatidas (17 a 15), corridas impulsionadas (5 a 4), triplas (1 a 0) e home runs (1 a 0 também).

O norte-americano está com alguns de seus piores números na carreira e é viável acreditar que ele se recupere ao longo da temporada. Do mesmo jeito que o brasileiro talvez não mantenha um aproveitamento tão alto em longo prazo. E, mesmo se as duas coisas ocorrerem, o resultado seriam dois jogadores de nível técnico parecido. Mas, neste momento, dar a Orlando mais chances de jogar é a melhor opção para os Royals.

Veja André Rienzo conseguindo uma rebatida dupla em cima de Jeurys Familia

E ainda deu para dar uma baixada no ERA

A pré-temporada tem sido apenas mediana para André Rienzo. O arremessador do Miami Marlins teve algumas apresentações fracas, e começa agora a ganhar mais continuidade e a baixar seu ERA. Mas mostrar serviço no bastão nunca é uma má ideia, nem que seja para ficar mais confiante.

Foi o caso da participação do brasileiro na vitória por 2 a 1 sobre o New York Mets. Rienzo arremessou duas entradas, cedeu uma corrida (mas não foi creditada por ela). Seu ERA caiu para 4,91 e ele ainda teve seu primeiro jogo salvo. Mas o destaque foi sua aparição no bastão: uma rebatida dupla em cima de Jeurys Familia, um dos melhores fechadores da Liga Nacional em 2015. Barry Bonds, recordista de home runs da história e treinador de rebatedores dos Marlins, gostou.

Adivinha quem rebateu uma tripla no primeiro jogo-treino do Kansas City Royals?

Paulo Orlando ainda teve uma dupla no coletivo do atual campeão da MLB

Finalmente vai começar. Nesta terça, serão realizadas as primeiras partidas de verdade da pré-temporada da MLB (o que exclui um jogo do Philadelphia Phillies contra uma equipe universitária que ocorreu no fim de semana). Para os aquecimentos finais, o Kansas City Royals realizou um coletivo, uma partida envolvendo titulares e reservas. E teve uma rebatida tripla no jogo. Adivinha de quem?

Paulo Orlando já começou quente o ano. O brasileiro teve uma rebatida dupla e uma tripla, sendo mencionado pelo técnico Ned Yost como o destaque do jogo. Essa é uma das vantagens de disputar uma parte da temporada latino-americana: não precisa de muito para ter ritmo de jogo.

http://www.kansascity.com/sports/mlb/kansas-city-royals/article63159187.html/video-embed

Marília resiste até a sétima entrada, mas Atibaia vira e conquista a Taça Brasil

Time campeão contou com André Rienzo abrindo o jogo decisivo

Atibaia chegou com status de favorito na final da Taça Brasil 2015. Teve 100% de aproveitamento na fase de classificação (um dos jogos foi cancelado por chuva), incluindo uma vitória por 6 a 0 sobre Marília logo na primeira rodada. Ainda assim, teve de sofrer muito para superar a equipe mariliense pela segunda vez, precisando de uma reação na sétima entrada para completar as corridas que definiram o placar de 6 a 4.

MAIS CAMPEÕES NO BRASIL: Incrível! Espectros conquistam Brasileirão com touchdown no último segundo

André Rienzo foi o abridor da partida por Atibaia. O arremessador do Miami Marlins passou as duas primeiras entradas em branco, mas cedeu uma corrida na terceira, após rebatidas dupla de Pedro Ivo Okuda e uma simples de Felipe Burin. Os atibaienses empataram na quarta entrada e viraram para 2 a 1 na quinta. Marília voltou a mostrar força na sexta entrada. Com rebatidas de Juan Muniz, Fabio Murakami e Allan Fanhoni, retomaram a vantagem, 3 a 2.

Até que chegou a sétima entrada. Veja a sequência:

– Fábio Rienzo (irmão de André) e Felipe Talos receberam walk;
– Fábio foi substituído por Hallan Chimura, que avançou uma base (como Talos) com um wild pitch;
– Cauê Koizumi chegou à segunda base com wild pitch em strike 3. Na mesma jogada, Chimura completou corrida e Talos foi para a terceira.
– Caio Benedito levou bolada e avançou para a primeira base;
– Everton Shimizu foi eliminado por bola voadora;
– Lucas Rojo rebate uma simples. Talos completa corrida, Koizumi vai para a terceira base e Caio para a segunda;
– Felipe Tanaka rebate outra simples. Koizumi e Caio completam corridas, Rojo vai para a segunda base;
– Rodney Marcos chega à primeira base em escolha defensiva que eliminou Tanaka na segunda. Rojo vai para a terceira base;
– Jean Tomé é eliminado por bola rasteira.

Depois desse segmento confuso, o Atibaia vencia por 6 a 3 a duas entradas e meia do final. O Marília até anotou mais uma corrida na oitava entrada, mas não conseguiu evitar o título atibaiense. Veja abaixo como foram as eliminações finais da Taça Brasil 2015.

MLB quer saber quem deu a melhor entrevista de 2015 e Paulo Orlando é um dos candidatos

Brasileiro concorre com conversa após impulsionar corrida da vitória sobre os Blue Jays diante de sua família

Paulo Orlando já levou para casa o prêmio que interessava, o anel da World Series, mas ele pode terminar o ano com mais um. E um individual. Nesta sexta, a MLB anunciou os candidatos à primeira edição do prêmio Esurance MLB Awards e o defensor externo do Kansas City Royals é candidato em uma das categorias.

ESPECIAL: Esqueça a World Series. O maior título de Paulo Orlando está em São Paulo

O brasileiro foi indicado entre as melhores entrevistas do ano pela conversa após a vitória dos Royals em um emocionante 11 a 10 contra o Toronto Blue Jays em julho. Naquela oportunidade, Orlando estava diante de sua família e rebateu o home run que deu a corrida da vitória na oitava entrada.

Veja a descrição da página oficial do prêmio sobre a entrevista do brasileiro: “Quando Paulo Orlando rebateu o home run decisivo no último jogo do Kansas City antes da parada do All-Star Game, ele tinha duas torcedores especiais – sua mulher e sua filha – na arquibancada. As duas conseguiram testemunhar o momento pessoalmente depois de chegar do Brasil, e o defensor externo ficou emocionado quando apontou para elas durante a entrevista”.

Os Esurance MLB Awards foram criados neste ano. Há premiações convencionais (melhor jogador, melhor arremessador) e algumas alternativas (melhor narração, melhor torcedor famoso, melhor post de mídia social). Participam da votação torcedores, jornalistas, dirigentes, ex-jogadores e estatísticos. Se você quiser participar, clique aqui.

A importância da Virada Esportiva: fazer do esporte um meio de integrar pessoas e cidades

A Virada Esportiva de São Paulo está chegando, e as cidades precisam de mais eventos como ela

Acontece a cada quatro anos e não deve ser diferente em 2016: o mundo se reúne para os Jogos Olímpicos, o Brasil acaba conquistando uma quantidade de medalhas inferior ao que a mídia e a torcida quer (o que não significa que estejam fora de nossa realidade) e haverá os discursos de como o esporte não tem apoio no País. Ainda que o fato de a edição do ano que vem ter sede no Rio de Janeiro deva aumentar a quantidade de pódios brasileiros, a chance de algum nível de decepção existe.

Veja o artigo completo no Outra Cidade

Beisebol, softbol, basquete, streetball: veja as atividades da Virada Esportiva 2015

Ótima oportunidade para ter contato com alguns esportes americanos, e de graça

Este fim de semana tem Virada Esportiva em São Paulo. Serão 34 horas com várias atividades esportivas espalhadas pela cidade, tudo de graça. É uma boa oportunidade de entrar em contato com os esportes que muitas vezes só se vê na TV ou na internet. Por isso, separamos aqui o que há de programado dentro das modalidades que o ExtraTime cobre como “esportes americanos”.

Se quiser ver a programação completa, com todas as modalidades, clique aqui.

BASQUETE

CDC Ragueb Chofhi – Av. Ragueb Chofhi, 5450

  • Basquete – 24/10
  • Basquete – 25/10

Centro Histórico de São Paulo – Vale do Anhangabaú, s/nº

  • Clínica de basquete 3×3 – dias 24 e 25/10, das 9h às 17h
  • Festival de Basquete 3×3 Sub-18 (Masculino e Feminino) – dias 24 e 25/10, das 9h às 17h
  • Torneio de enterradas – dias 24 e 25/10, das 9h às 17h
  • Desafio de habilidades – dias 24 e 25/10, das 9h às 17h
  • Festival de Basquete 3×3 Adulto (Masculino e Feminino) – dias 24 e 25/10, das 9h às 17h
  • Festival de Basquete 3×3 Livre (Misto) – dias 24 e 25/10, das 9h às 17h
  • Torneio de arremessos – dias 24 e 25/10, das 9h às 17h

CEE Rubens Pecce Lordello – Avenida Lins de Vasconcelos, 804

  • Basquetebol de 17 à 17 anos -Quadra – Dia 24/10 das 14h às 16h

CEE Flávio Calabresi Conte – Rua das Municipalidades, 10 – Ipiranga

  • Basquete – 24/10 das 18h às 24h
  • Basquete Livre – 25/10 das 13h às 17h

CEE Solange Nunes Bibas – Rua Ernani da Gama Corrêa, 367 – Butantã

  • Desafio de Basquete de Duplas – 24/10 das 4 às 6h

CEE Vicente Ítalo Feola – Praça Haroldo Dalto, s/nº – Carrão

  • Jogos – 24/10 das 14h às 18h

Centro Esportivo e de Lazer Tietê – Avenida Santos Dumont, 843 – Luz

  • Torneio de basquete 3×3

Centro Esportivo Jardim Celeste – Rua Edvard Carmilo, 890 – Butantã

  • Basquete 24h

Centro Esportivo Juscelino Kubitschek- Rua Inácio Monteiro, 55 – Cidade Tiradentes

  • Basquete- 24/10 Das 20h às 22h

Centro Esportivo Oswaldo Brandão – Rua Muchihisa Murata, 120 – Brasilândia

  • Basquete Streetball 3×3 – 24/10 das 14h às 22h

Centro Esportivo Tatuapé – Rua Monte Serrat, 230

  • Maratona de basquete – 24/10 das 9 às 18h

Centro Esportivo José Ermírio de Moraes – Rua Grapirá, 537 – Itaim Paulista

  • Basquete – 24/10

CEU Cantos do Amanhecer – Av. Cantos do Amanhecer, s/nº – Jardim Mitsutani

  • Desafio de Basquetebol 3×3 ou 5×5 – 24/10 às 11h30
  • Basquetebol – 25/10 às 18h

Colégio João Maria Pires de Aguiar –  Rua dos Marapés, 17 – Vila Campestre

  • Clínica de basquete – 24/10, das 10h às 14h
  • Clínica de basquete – 25/10, das 12h às 19h

Mini Balneário Comandante Garcia D’Ávila
R. Armando Coelho e Silva, 775 – Parque Peruche

  • Desafio de Basquete- 24/10 das 21h às 00h

CEU Jaçanã – Rua Antonio César Neto, 105 – Jaçanã

  • Basquete – 24 e 25/10 das 11h30 às 13h30
  • Basquete Masculino

CEE Joerg Bruder-Avenida Padre José Maria, 555

  • Festival de Basquete Masc/ Fem- 24/10- Das 13h

CEU Vila Atlântica – Rua Coronel José Venâncio Dias, 840, Jaragua

  • Torneio de Street de Basquete 3×3 – das 14h às 16h

SESC Santana – Avenida Luiz Dumont Villares, 579 – Santana

  • Recreação esportiva com arbitragem: Basquetebol – 24/10 das 20h30 às 22h

CEU Jambeiro – Avenida Jose Pinheiro Borges, 60 – Guaianases

  • Basquete Masculino Juvenil – 25/10: às 14:00

CEU Inácio Monteiro – Rua Barão Barroso do Amazonas, s/n° – Cj Prestes Maia/Inácio Monteiro

  • Basquete – 24/10: das 10:00 às 17:00

CEU Guarapiranga – Estrada de Baronesa, 1120  – Jardim Kagohara

  • Basquete – 24/10: das 11:00 às 12:50

CDC Jardim Miriam– Av. Angelo Cristanini, 520

  • Jogos de Basquete- 24/10
Gaiola de rebatidas (Divulgação/Beisebol.org)
Gaiola de rebatidas (Divulgação/Beisebol.org)
BEISEBOL / SOFTBOL

Estádio Municipal de Beisebol Mie Nishi – Avenida Castelo Branco, 5446

  • Atividades de Beisebol com crianças da comunidade – 24/10 das 9h às 15h
  • História do Beisebol e do estádio – 24/10
  • Conhecendo os equipamentos e materiais de Beisebol – 24/10
  • Catching Ball (jogada de defesa) – 24/10
  • Simulação de Rebatidas – 24/10
  • Gincana recreativa com ênfase no Beisebol – 24/10
  • Atividades de Beisebol com participação de universitários – 25/10
  • Jogos de Beisebol (duas partidas) – 25/10 a partir das 9h

Além disso, o estádio está com uma gaiola iluminada de rebatidas recém-inaugurada e uma gaiola inflável de rebatidas. Os eventos terão presença de jogadores da seleção brasileira, clínica com treinadores, clinica de softbol com Vivian Morimoto (integrante da seleção brasileira que terminou na quarta colocação nos Jogos Pan-Americanos deste ano) e beisebol feminino.

STREETBALL

CEE Thomaz Mazzoni – Praça Presidente Jânio da Silva Quadros, 150 – Jardim Japão

  • Street Ball (ginásio) – 24/10 das 13h às 15h

CEU Parque Anhaguera – Rua Pedro José de Lima n°1020 – Morro Doce

  • Street Ball – 25/10 das 10h às 13h

CEU Pera Marmelo – Rua Pera Marmelo, 226 – Jaraguá

  • Street Ball e Hip Hop – 24/10 das 19h às 00h
BASQUETE ADAPTADO

CEE Vicente Ítalo Feola – Praça Haroldo Dalto, s/nº – Carrão

  • Basquete para cadeirantes – 25/10