Já tem gente desenvolvendo tecnologia para fazer camisas oficiais em impressora 3D

Que tal fabricar a camisa do seu time na sua casa? Há quem acredite que não estamos tão distante disso

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Queria uma música, um filme ou um livro, entrou na internet, fez o download e pronto, era só desfrutar. A internet revolucionou a forma de comércio de diversos produtos. Claro, as indústrias envolvidas tiveram de se adaptar, algumas sofreram ou sofrem crise, mas é difícil de impedir esse fluxo depois de iniciado. E, em breve, pode ser esse o desafio dos fabricantes de material esportivo. Afinal, já está sendo desenvolvida a tecnologia de produzir camisas oficiais de times em impressoras 3D.

Um dos responsáveis por essa possibilidade é a Extrusionbot, que trabalha com novas aplicações das impressoras 3D. Segundo Mark Dill, diretor-geral da empresa, ainda não é possível imprimir uma peça de roupa usável e confortável. Além disso, ainda há limitações para a produção de artigos com diversas cores.

No entanto, a tendência é que isso mude. Até porque os fabricantes estão de olho nessa possibilidade. Alguns já trabalham no desenvolvimento de impressão 3D para tênis e a Nike já anunciou planos de ter impressoras dentro de suas lojas, facilitando a customização de camisas, bonés e outros artigos esportivos. Por exemplo, seria possível até vender, ao final de uma partida, camisas retratando uma cena que ocorreu minutos antes em quadra ou no campo.

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Teoricamente, isso permitiria uma pessoa que tivesse uma impressora 3D muito moderna em casa pegar o arquivo da camisa oficial e reproduzi-la infinitamente, tornando a vida muito fácil para um fabricante pirata. Por isso, a tendência é que os próprios fabricantes conduzam o desenvolvimento dessa tecnologia de forma a dificultar essa ação, garantindo que apenas quem pagou pelo arquivo possa utilizá-lo.

Eric Sprunk, diretor de operações da Nike, deu motivo de otimismo para os entusiastas dessa tecnologia. “Eu visualizo um futuro onde um IP pode possuir um arquivo e permitir que a pessoa fabrique um tênis em casa ou leve para ser fabricado em uma loja? Sim, não estamos tão longe disso.”

Quem teria de rever sua atuação seriam os lojistas. Ainda que se mantivessem como pontos de venda ao ter impressoras 3D para quem não possui uma, eles perderiam os clientes que tivessem o equipamento. Mas talvez eles não precisassem de tanto espaço para exibir os produtos que estão à venda.

 

 

 

Saíram as camisas especiais de Natal da NBA e ficaram uma maravilha

Detalhes em creme e fonte estilo natalino parece a receita do fracasso, mas o resultado ficou realmente bom

O Natal é o grande dia da NBA. A liga agenda vários jogos, com horários escalonados para que o torcedor fique o dia inteiro na frente da TV, vendo uma cesta ou um toco entre uma garfada e outra na ceia. Para celebrar esse momento de destaque na mídia, a Adidas até prepara uniformes especiais para a ocasião. Nesta sexta, a empresa divulgou a imagens das camisas natalinas deste ano. E ficaram uma belezinha.

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A ideia foi até estranha: detalhes em cor creme (também conhecido como “bege clarinho”) e fonte natalina no nome dos times. Parece a receita do desastre, mas o resultado foi realmente muito bom. Veja só uma amostra:

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Futebol mambembe: veja como era difícil comprar a camisa do seu time em 1988

As táticas incluíam telefonar para o roupeiro, comprar diretamente dos jogadores depois dos jogos ou até mandar um cheque pelo correio

Às vezes não parece, mas o mundo de hoje é melhor que o do passado em vários aspectos. Não é uma questão do futebol de raiz x futebol moderno, um debate que se desmembra também em arenas x estádios tradicionais, torcedores-clientes x torcedores-torcedores ou autenticidade x marketing. É uma questão que um pouco de profissionalismo e organização é bom, simples assim. E isso pode ser visto em um ato dos mais singelos, como comprar a camisa oficial de seu clube.

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O amigo Humberto Peron, editor da revista Monet, achou uma preciosidade e a publicou em pedaços em seu Twitter. Uma reportagem da revista Placar Mais (nome da Placar no finalzinho dos anos 80) de dezembro de 1988 mostrando o que era preciso fazer para comprar a camisa dos times da Copa União (Campeonato Brasileiro) daquele ano. Era um outro mundo, em que era preciso fazer muito esforço para não comprar uma peça pirata. Confira:

Obs.: clique aqui para ver a imagem com mais resolução

Placar 1988_venda de camisas

Veja um apanhado das melhores histórias:

– Corinthians: “A chave se chama Miranda, roupeiro do time. Ele vende até por telefone”;

– Cruzeiro: “Como no caso do rival Galo, uma boa pedida é falar com os jogadores do time. Eles têm seis camisas que podem distribuir à vontade”;

– Fluminense: “A Flu-Boutique é a principal revendedora do clube. Também atende aos pedidos por carta. Ou procurando o roupeiro Chimbica”; “Preço: com o roupeiro é mais barato: Cz$ 4 mil. Na loja, sai por Cz$ 10,9 mil a listrada e Cz$ 8,6 mil a branca”;

– Goiás: “Os jogadores mal têm camisas suficientes para utilizar nos jogos. Estão proibidos de trocá-las ou vendê-las no final das partidas”;

– Guarani: “O lateral-esquerdo Élcio é o encarregado das vendas depois dos jogos”;

– Portuguesa: “No Canindé, onde cada jogador tem uma cota de dez camisas para vender, ou escrevendo para o goleiro Waldir Peres, presidente da caixinha”;

– Santa Cruz: “O encarregado das vendas é o lateral-esquerdo Lóti. Ele atende tanto no clube como por carta”;

– Em vários clubes, como Santos, Sport e São Paulo, o melhor jeito era enviar um cheque pelo correio;

– Os números também chamam a atenção. O Corinthians vendia 350 camisas por mês. O Internacional comercializava apenas 90 e o Cruzeiro, só 80.

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Basicamente, não havia sistema de distribuição das camisas para as lojas. Os fabricantes (e, na época, os clubes já tinham fornecedores oficiais) enviavam remessas aos clubes e por lá elas ficavam. Algumas equipes montavam uma lojinha na sede e só. O resto era resolver com os próprios jogadores ou com o roupeiro.

Era um futebol quase mambembe, em um nível que o desconforto causado é muito maior que o ar romântico. Afinal, o estádio com arquibancada de concreto, torcida em pé e ninguém tirando selfie é legal, mas vender a camisa oficial em qualquer loja esportiva da cidade é o mínimo que se espera em 2015.

Atualização às 14h46

Um lado positivo desse universo mambembe. A maioria das camisas custavam cerca de Cz$ 7 mil. Considerando que a Placar Mais custava Cz$ 750, um uniforme oficial era menos de dez vezes o valor de uma revista (sendo que a Placar mais tinha papel de baixa qualidade pra ter um preço mais acessível que as revistas normais da época). Hoje, a Placar custa R$ 13. Ou seja, dá para projetar que as camisas oficiais custavam o equivalente a pouco mais de R$ 100.

Espanha nos lembra como os anos 90 foram bons em muita coisa, mas não em camisas de futebol

Olhem só a camisa reserva da seleção espanhola. Não parece com a da Copa de 1994?

A internet que você está acessando neste momento virou algo comercialmente grande na década de 1990. O metal farofa foi atropelado por uns moleques de Seattle na década de 1990. Baggio, Romário, Zidane e Ronaldo tiveram seus auges nos anos 90. “Beleza Americana”, “Forrest Gump”, “O Silêncio dos Inocentes”, “Pulp Fiction” e “O Grande Lebowski (se quiser substituir essa lista por “Jurassic Park”, “Titanic”, “O Rei Leão”, “Matrix” e “Missão: Impossível”, vá en frente) são filmes da última década do século passado. Foram dez anos bastante interessantes em várias áreas, mas design de camisas de futebol não foi uma delas.

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Isso posto, estamos vivendo um momento de reviver aquele momento da história. Até ressuscitaram os dinossauros cretáceos do Parque Jurássico. E fizeram o que muitos temiam: voltamos às camisas de futebol cheia de combinações bizarras e desenhos aleatórios para chamar a atenção. Na época as pessoas achavam legais, inovadoras, ousadas. Mas o tempo cura alguns defeitos.

Quer uma prova disso? Olha só a camisa reserva da Espanha, revelada pelo Footy Headlines. Não lembra a da Copa de 1994?

Camisa reserva da Espanha para a Eurocopa de 2016 (Footy Headlines)
Camisa reserva da Espanha para a Eurocopa de 2016 (Footy Headlines)

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O que o Brasil está fazendo com essa camisa esquisita?

Veja a história do combinado brasileiro que inovou no uniforme, e ganhou por 8 a 1 da Internazionale de Matthäus em seu único jogo

Foi uma derrota dura. Nem tanto pelo placar, mas pela ideia de que o Brasil havia ficado para trás e era preciso fazer grandes mudanças. Cair nas oitavas de final de uma Copa do Mundo, como em 1990, foi pesado para o orgulho futebolístico brasileiro. Várias mudanças foram feitas ou propostas, e acabaram gerando alguns efeitos colaterais. Como fazer que um time que era praticamente a seleção jogasse com esse uniforme estranho da foto acima. Não, não era a seleção brasileira. Mas praticamente era. E não era o uniforme oficial, mas poderia ter se tornado.

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A CBF lançou um pacote de mudanças após a derrota para a Argentina em Turim. Sebastião Lazaroni foi demitido, dando lugar a Falcão na tentativa de replicar no Brasil o sucesso de Franz Beckenbauer da Alemanha Ocidental campeã mundial. Outra decisão foi vetar a convocação de jogadores que atuassem em clubes estrangeiros, tido como pivôs das discussões por prêmios durante a Copa da Itália. E a terceira, essa quase esquecida, foi lançar um concurso para fazer um novo desenho para a camisa da Seleção.

Esse clima de mudanças estava vivo no início de 1991, quando o atacante italiano Alessandro Altobelli (campeão do mundo em 1982) decidiu fazer seu jogo de despedida. A Internazionale queria colocar craques brasileiros. Não foi a Seleção oficial, que estaria em Londrina naquele 16 de abril para enfrentar o time misto da Romênia em um amistoso (jogo que marcou a primeira vitória brasileira sob comando de Falcão). Os italianos chamaram um combinado do Brasil formado por jogadores que atuassem no futebol italiano (com dois reforços vindos da Suíça, Mauro Galvão e Sinval, e Zico, na época secretário de esportes do governo Collor e convidado especial).

A equipe brasileira que entrou em campo no estádio Mario Rigamonti de Brescia (cidade natal de Altobelli) era mais forte que a seleção de Falcão. O técnico Toninho Cerezo (isso mesmo!) colocou Taffarel; Mauro Galvão, Aldair, Júlio Cesar e Branco; Alemão, Dunga (Sinval), Silas e Zico (Amarildo); Careca (Casagrande) e Evair (Edmar). Do outro lado, Giovanni Trappatoni escalou a Inter com Zenga (Malgioglio, depois Bodini); Battistini (Matteoli, depois Beccalossi), Bergomi (Stringara), Giuseppe Baresi e Ferri (Paganin); Bianchi (Iorio), Mandorlini, Berti (Fanna, depois Pizzi) e Matthäus (Hansi Müller, depois Brady) e Rummenigge (Klinsmann). O apito ficou com Pierluigi Collina, então um jovem de 31 anos que despontava como maior talento da geração de árbitros italianos.

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Também seguindo a proposta de novidades na Seleção, o combinado brasileiro jogou com um uniforme bastante inovador, dentro da tendência estética da primeira metade da década de 1990. A Umbro fez esse uniforme com verde escuro, verde claro e amarelo. Considerando que a empresa inglesa se tornou fornecedora oficial da Seleção um ano depois e usou esse mesmo padrão de desenho em outros clientes (como a Bolívia), é possível imaginar que esse seria o uniforme do Brasil se a CBF levasse a cabo o plano de mudar o desenho.

O jogo em si foi sem graça. Os brasileiros pareciam dispostos a mostrar que o fracasso na Copa do Mundo havia sido acidental e que deveriam seguir na seleção principal. Assim, jogaram com vontade e destruíram a Internazionale, colocando uma represa inteira de água no chope de Altobelli. Com três gols de Evair e um de Silas, Sinval, Casagrande, Amarildo e Branco, o combinado fez 8 a 1 (o gol solitário da Inter foi de Altobelli, de pênalti).

Charlotte Hornets lançou novo uniforme e ficou uma belezura

Essa camisa preta de mangas longas está entre as mais bonitas da NBA

Foram anos de indiferença dos Bobcats. Mas, desde que a franquia voltou a se chamar Hornets, o Charlotte tem abusado do direito de ser carismático. Primeiro, por voltar a usar um nome icônico dos anos 90. Depois, por reconquistar o crédito com a maior cidade das Carolinas. Mas o uniforme que foi anunciado nesta semana é sacanagem.

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Olha que coisa mais linda. Preto, com detalhes em branco e azul. Até lembra o Carolina Panthers, franquia mais bem sucedida da região nos últimos anos. No peito, “Buzz City” apelido da cidade que também é conhecida como “Ninho de Vespas”. E o melhor é que esse é o modelo de mangas, que dá para usar em muito mais situações do que a regata.

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Se você gosta muito (muito mesmo) dos EUA, precisa comprar uma dessas camisas

Os uniformes para o 4 de Julho não ficaram bonitos, mas ainda são melhores que os camuflados usados no Memorial Day

Camisas alternativas de beisebol são interessantes. Ainda que exista um apelo inegável da tradição do branco e cinza, ter um pouco mais de cor no campo chama a atenção, e dá dinheiro. O problema é quando resolvem usar os uniformes como se fosse uma tela em que se pode desenhar qualquer coisa. Por isso, sempre dá um pouco de frio na espinha quando a MLB anuncia que todos os times vão vestir peças especiais para celebrar alguma data. No caso, o Dia da Independência americana.

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Em 4 de julho, as equipes (menos o Toronto Blue Jays, por motivos óbvios) vão usar camisas e bonés com detalhes patrióticos, como listras vermelhas e brancas ou estrelas no fundo azul. É compreensível algum não-americano sentir rejeição por esses desenhos, pois o excesso de símbolos patrióticos pode soar meio cafona, mas poderia ficar pior. Deixaram os símbolos dentro dos nomes dos times, ficou um pouco mais discreto. Por exemplo, podemos dizer com segurança que são melhores que as versões camufladas usadas no Memorial Day.

Bem, uma quantidade boa de torcedores vai comprar essas camisas, então elas se justificam comercialmente. Mas, do ponto de vista estécico, continuamos defendendo que uniformes comemorativos de beisebol não podem se levar a sério. Já que não ficarão bonitos, que fiquem absolutamente ridículos (como esse em homenagem ao Mágico de Oz) para provocar algumas risadas do público.

Uniformes da MLB para o Dia da Independência de 2015
Uniformes da MLB para o Dia da Independência de 2015

Uniforme de beisebol do Game of Thrones, que ideia genial

Time de liga menor usará essa maravilha dias depois da estreia nos Estados Unidos da quinta temporada da série

Times de ligas menores gostam de criar promoções durante a temporada. Normal, são dezenas de jogos irrelevantes com jogadores que têm pouca identificação com o público porque no ano seguinte foram dispensados ou promovidos. Aí, surgem noites temáticas, em que o clube convida a torcida a ir ao estádio fantasiada e os jogadores usam uniformes temáticos.

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Normalmente fica uma tragédia, mas o Durham Bulls, equipe Triple-A ligada ao Tampa Bay Rays, acertou em cheio. Em 23 de abril, o clube promoverá a noite do Game of Thrones. O jogo será realizado 11 dias depois da estreia norte-americana da quinta temporada da série.

Segundo o comunicado dos Bulls, o desenho se inspirou na série, e imagina como seria um uniforme de uma família de Game of Thrones. Além disso, pensaram em um modelo que pudesse ser adotado realmente como camisa alternativa da equipe. O resultado pode ser visto acima. Muito bom mesmo.

Nós estamos babando por essa linda camisa retrô que o Sport lançou

Desenho homenageia time do começo dos anos 80 e, apesar de alguns detalhes diferentes do original, ficou bonito demais

É difícil errar com camisa retrô. Quase sempre têm desenhos clássicos, mostram os times com as caras que sempre deveriam ter. Mas, às vezes, aparecem algumas que conseguem ser ainda mais legais. É o caso da versão anunciada pelo Sport nesta segunda.

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A Adidas caprichou. Para celebrar sua própria história na Ilha do Retiro, a empresa alemã lançou uma versão baseada nos modelos da década de 1980. O comunicado do Sport não deixa claro de que ano é o desenho, mas a semelhança maior é com as utilizadas nos títulos pernambucanos de 1981 e 82.

Há pequenas diferenças, como a gola preta (na época, a gola era vermelha) e o escudo mais moderno no peito, mas se apegar a isso é bobagem. A camisa é bonita, e o pessoal aqui da redação está de queixo caído. Tanto quanto a camisa da temporada passada, que já havia sido indicada para o Prêmio Trivela.

Anúncio da nova camisa retrô do Sport (Divulgação)
Anúncio da nova camisa retrô do Sport (Divulgação)

O que temíamos aconteceu: os Warriors jogaram com a camisa “chinesa”

Faz sentido o time da Baía de São Francisco homenagear a China, mas podiam ter caprichado mais

Times lançam uniformes alternativos, é um fato da vida e temos de aceitar. Dá dinheiro, ajuda a fazer uma promoção e, em alguns casos, até sai algo interessante. Mas não foi o que o Golden State Warriors mostrou nesta sexta. Como havia anunciado em janeiro, o time de Oakland fez a estreia de sua camisa “chinesa” neste 20 de fevereiro contra o San Antonio Spurs.

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Faz todo o sentido os Warriors homenagearem a China. A comunidade asiática de São Francisco é gigantesca e ganhar um dinheiro chamando a atenção da segunda maior economia do mundo não é má ideia. O problema é que o pessoal estava pouco inspirado quando fez o desenho. A camisa é feia, muito feia.

Seria tão simples fazer uma versão da camisa do Golden State apenas trocando o azul royal pelo vermelho. Com o amarelo do distintivo e de uma inscrição em ideograma, já estaria bastante chinês. E ficaria legal. Mas esse preto com detalhes vermelhos e amarelos não funcionou. Ah, e os puristas em favor do basquete apenas de camisa regata também não devem ter gostado.

Bem, pelo menos o time jogou bem e venceu o San Antonio Spurs, atual bicampeão do Oeste e campeão da NBA, de forma convincente, e com grande atuação de Stephen Curry.

Veja os resultados da NBA nesta sexta:

Orlando Magic 95×84 New Orleans Pelicans
Philadelphia 76ers 95×106 Indiana Pacers
Atlanta Hawks 80×105 Toronto Raptors
Detroit Pistons 100×91 Chicago Bulls
New York Knicks 87×111 Miami Heat
Minnesota Timberwolves 111×109 Phoenix Suns
Washington Wizards 89×127 Cleveland Cavaliers
Dallas Mavericks 111×100 Houston Rockets
Milwaukee Bucks 89×81 Denver Nuggets
Utah Jazz 92×76 Portland Trail Blazers
Sacramento Kings 109×101 Boston Celtics
Golden State Warriors 110×99 San Antonio Spurs
Los Angeles Lakers 105×114 Brooklyn Nets

Clique aqui e veja a classificação completa.