Nationals x Dodgers demorou tanto que fez que o metrô fosse xingado em rede nacional

As pessoas parecem irritadas com o serviço metroviário de Washington

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O jogo chegava ao final e a tensão crescia. O duelo valia uma vaga na semifinal do campeonato para o vencedor, e as férias antecipadas para o perdedor. Técnicos vão fazendo substituições para ter as melhores condições para a vitória e a torcida local já temia pelo pior quando via a reação da equipe adversária. De repente, os torcedores se unem em um grito, que pôde ser ouvido até pelos que acompanhavam a partida pela TV: “O metrô é uma droga! O metrô é uma droga!”.

Veja a matéria completa no Outra Cidade

Quero ver algum torcedor invadir o campo em São Francisco depois desse ippon

Se a segurança do estádio não deu conta, Ángel Pagán tratou de resolver o problema

Você está fazendo um duelo contra seu maior rival. A vitória é fundamental para seu time conseguir a classificação para o mata-mata e não há como o clássico ser mais tenso. Aí, o jogo para porque um gaiato resolve invadir o gramado e distribuir flores para os atletas. Deve ser frustrante para o jogador, sob o risco de ainda perder a concentração.

Por isso, Ángel Pagán do San Francisco Giants, não teve dúvidas. Quando um torcedor de sua própria equipe se aproximou para uma interação, ele fez o que a segurança do AT&T Park não conseguiu: deu um belo ippon e imobilizou o invasor de gramado. Quem ficou na arquibancada vibrou, ainda mais porque isso não acabou atrapalhando os Gigantes, que venceram o Los Angeles Dodgers por 9 a 3.

Há algo mais simbólico em um 4 de julho que uma águia voando rumo à liberdade?

Quiseram fazer uma cerimônia patriótica antes de jogo dos Dodgers, mas quase deu muito errado

As crianças que foram mais cedo para ver Los Angeles Dodgers x Baltimore Orioles puderam ver uma aula prática do que representava o feriado desta segunda nos Estados Unidos. Algo bastante útil, pois nem todo pequeno cidadão tem noção exata do que é o Dia da Independência, do que se trata deixar a condição de colônia de uma potência marítima europeia, e talvez estivesse perguntando aos pais por que ninguém tinha ido trabalhar.

Antes da partida, os Dodgers prepararam uma cerimônia patriótica. Uma águia-careca, símbolo dos EUA, do zoológico de Los Angeles sobrevoaria o estádio até o braço de seu treinador, parado no meio do gramado. A ave seguiu o roteiro até que, na hora de terminar a apresentação, ela decidiu seguir reto e sair do estádio pelo portão.

Sim, águia, voe para sua liberdade! É disso que se trata o Quatro de Julho! Nada de voltar para as amarras dos dominadores, voltar a seguir ordem dos outros!

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Obs.: a águia parou seu voo no meio do estacionamento do estádio, onde foi apanhada por seu treinador e levada de volta ao zoológico

Por que a arbitragem errou feio na jogada que decidiu Dodgers x Mets

Juízes podiam dar queimada dupla ou apenas eliminar Utley, mas deixá-lo a salvo na base é quase incompreensível

O texto da lei, em qualquer esfera, nunca será perfeito. O mundo real sempre é mais complexo do que as palavras e inevitavelmente surgirão situações em que duas ou mais regras se contradizem. Para isso existe o sistema judiciário ou estruturas que arbitram ou julgam como o fato deve ser interpretado. Vale para a justiça comum, vale para o esporte. E um exemplo deste fim de semana vem dos Estados Unidos, no polêmico choque entre Chase Utley e Rubén Tejada que acabou decidindo a vitória do Los Angeles Dodgers sobre o New York Mets por 5 a 2 de virada.

A partida estava na sétima entrada e os nova-iorquinos venciam por 2 a 1, com um eliminado. Kike Hernández estava na terceira base e Chase Utley, na primeira. Howie Kendrick rebateu em linha para a segunda base. Daniel Murphy fez a defesa e lançou para o shortstop Rubén Tejada. A possibilidade de queimada dupla, que salvaria os Mets naquele momento, era palpável. Utley se atirou em Tejada para atrapalhar sua ação.

Foi uma sequência toda negativa para os nova-iorquinos. Hernández anotou a corrida do empate, Kendrick chegou sem problemas à primeira base, Tejada fraturou a fíbula no choque e Utley (após revisão de replay que reverteu a decisão inicial) ainda foi considerado salvo porque o defensor dos Mets não tocou a base, mesmo que ele próprio também não o tenha feito. O time visitante perdeu a concentração e acabou cedendo mais três corridas.

Foi uma decisão trágica da arbitragem. Oficialmente, o que ocorreu foi o seguinte:

1) Utley se projeta de forma dura, mas tecnicamente legal como modo de dificultar a ação do defensor;

2) Como Tejada faz a defesa de costas para a primeira base, foi interpretado que ele quis apenas eliminar Utley, sem ter pretensão de queimada dupla;

3) Utley não tocou a base, mas Tejada tampouco pisou na base ou tocou a luva no jogador dos Dodgers. Pela regra, se nenhum dos dois jogadores toca a base, o corredor é considerado a salvo. Além disso, Utley desistiu de tocar na base quando o árbitro marcou sua eliminação, não por incapacidade ou desistência. Foi o que a equipe que faz a revisão das jogadas pelo replay considerou ao orientar os árbitros de campo.

MAIS POLÊMICA: Os árbitros conseguiram errar e acertar ao mesmo tempo em lance decisivo. Depende do critério

Esse caminho é possível pelas regras, mas ele é todo torto e, em última instância, bastante equivocado. Sobretudo por ignorar vários elementos dentro da regra que entrariam em choque com a interpretação adotada.

1) A forma como Utley se projetou deveria ser considerada ilegal. Ele se atira tarde demais e passa por cima da base, o que descaracteriza uma tentativa legítima de tocar a base. Ele apenas comete uma interferência, “falta” que resultaria em sua eliminação e na do corredor que se dirigia à primeira base. Ou seja, a entrada terminaria e nem a corrida de Hernández seria anotada.

Nesse ponto é possível dar o benefício da dúvida aos árbitros, pois lances de interferência não podem ser mudados por revisão de replay. Como o árbitro da segunda base (Chris Guccione) não viu inicialmente que Utley passou sobre a base (um equívoco aceitável, não foi tão claro no momento em que ocorreu), o carrinho foi considerado legal, uma definição que não poderia ser alterada.

2) O principal erro, e a raiz dos problemas. Veja novamente o vídeo acima. Claramente Tejada tinha pretensão de queimada dupla. Ele pisa de costas para a primeira base porque o lançamento de Murphy o forçou a virar o corpo para apanhar a bola, mas ele começa a girar e preparar o braço direito para o lançamento quando é atropelado. Esse detalhe faz uma diferença enorme dentro do contexto.

Ao marcar uma escolha defensiva na segunda base, o árbitro de campo estabeleceu que a jogada era revisável pelo replay. Se fosse tentativa de queimada dupla, entraria em vigor a regra de “neighborhood play” (jogada de vizinhança, que basicamente é uma flexibilização da regra de eliminação em caso de queimada dupla, dando ao defensor o direito de apenas se aproximar da segunda base antes de lançar para a primeira, reduzindo o risco de lesão por atropelamento por parte do corredor).

A neighborhood play não é mencionada diretamente no regulamento do jogo e foi adotada de modo informal pela arbitragem por décadas, mas ela se tornou indiretamente oficial em 2014, quando a MLB estabeleceu o que poderia ou não ser mudado por revisão de replay. Um dos itens definidos como revisável é “eliminação forçada (EXCETO o defensor tocar a segunda base em uma queimada dupla)”. Ao definir que eliminações na segunda base em tentativa de queimadas duplas não podiam ser mudadas, a liga oficializou que os árbitros teriam a liberdade para definir como bem entendessem essas jogadas. E foi o que ocorreu, tanto que houve dezenas de casos nos dois últimos anos em que técnicos não puderam pedir revisão de jogadas nessas características. Ontem foi uma incompreensível exceção.

3) De fato, Tejada não fez a eliminação de Utley, mas como ele faria isso se estava claramente lesionado (a fratura foi identificada minutos depois, nos vestiários) e se não precisava porque o árbitro já havia marcado eliminação? A flexibilidade empregada pelos árbitros para absolver Utley pelo não toque da base não foi adotada para o lesionado Tejada.

O resultado final foi desastre completo, com uma marcação criticada por grande parte dos analistas e pelo público. Joe Torre, ex-técnico das duas equipes e atual vice-presidente da MLB, deu entrevista após a partida e deixou nas entrelinhas que os árbitros erraram. Afirmou que o carrinho de Utley foi “um pouco atrasado” (o que poderia definir como fora da linha legal de ocupação da base) e que o jogador do Los Angeles “estava tentando quebrar uma queimada dupla” (o que caracteriza a jogada como queimada dupla).

De qualquer maneira, não dá para afirmar que os Dodgers não teriam condições de reagir. A interpretação mais recorrente da jogada é a que daria a Hernández a corrida do empate e o duelo seguiria. Mas certamente os ânimos dos Mets estarão exaltados, sobretudo para o jogo desta segunda no Citi Field. Os nova-iorquinos poderão usar o caso como motivação extra para passarem de fase, mas isso também pode ser canalizado de forma errada e servir apenas para tirar a concentração dos jogadores.

A missão dos times é saber digerir da forma mais adequada o que ocorreu. Mas a MLB precisará conversar bem sobre o que ocorreu para evitar novas polêmicas causadas por algo que deveria acabar com elas, o replay.

Pancada de Daniel Murphy foi tão grande que bolinha ficou com seu nome marcado

Home run do jogador dos Mets em cima de Clayton Kershaw foi realmente espetacular

Los Angeles Dodgers x New York Mets foi o duelo de arremessadores que se esperava. Clayton Kershaw teve 11 strikeouts e cedeu três corridas (duas delas depois que tinha saído do montinho) em mais de 6 entradas, enquanto que Jacob deGrom conseguiu 13 strikeouts e não cedeu corrida alguma na vitória nova-iorquina por 3 a 1. No entanto, a jogada mais espetacular foi de Daniel Murphy.

NA TV: Anote aí para não se perder: a programação dos playoffs da MLB na TV nesta semana

Veja o home run que o segunda base rebateu na quarta entrada:

A pancada foi tão grande que deixou marcas na bolinha. Como ela caiu dentro do bullpen dos Mets, os companheiros de Murphy puderam guardar o souvenir. E viram que o a estampa que identifica o dono do bastão passou para o couro da bolinha, que ficou com as marcas do responsável pela pancada.

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Veja a tabela dos playoffs de 2015 da MLB

Partida a partida, dos confrontos de wild card ao jogo sete da World Series, confira como será a pós-temporada do beisebol

Final da temporada regular, os playoffs da MLB já estão definidos. Veja a tabela completa abaixo, com confrontos e datas programados para cada confronto, e anote na agenda.

Jogos de repescagem (wild card)

Liga Americana

New York Yankees x Houston Astros
6/outubro (Nova York)

Liga Nacional

Pittsburgh Pirates x Chicago Cubs
7/outubro (Pittsburgh)

Séries de divisão

Liga Americana

Toronto Blue Jays x Texas Rangers
8/outubro (Toronto)
9/outubro (Toronto)
11/outubro (Arlington)
12/outubro* (Arlington)
14/outubro* (Toronto)

Kansas City Royals x Yankees/Astros
8/outubro (Kansas City)
9/outubro (Kansas City)
11/outubro (Nova York/Houston)
12/outubro* (Nova York/Houston)
14/outubro* (Kansas City)

Liga Nacional

Los Angeles Dodgers x New York Mets
9/outubro (Los Angeles)
10/outubro (Los Angeles)
12/outubro (Nova York)
13/outubro* (Nova York)
15/outubro* (Los Angeles)

St. Louis Cardinals x Pirates/Cubs
9/outubro (St. Louis)
10/outubro (St. Louis)
12/outubro (Pittsbrugh/Chicago)
13/outubro* (Pittsbrugh/Chicago)
15/outubro* (St. Louis)

Finais de liga

Liga Americana

16/outubro (mando do time de melhor campanha)
17/outubro (mando do time de melhor campanha)
19/outubro (mando do time de pior campanha)
20/outubro (mando do time de pior campanha)
21/outubro* (mando do time de pior campanha)
23/outubro* (mando do time de melhor campanha)
24/outubro* (mando do time de melhor campanha)

Liga Nacional

17/outubro (mando do time de melhor campanha)
18/outubro (mando do time de melhor campanha)
20/outubro (mando do time de pior campanha)
21/outubro (mando do time de pior campanha)
22/outubro* (mando do time de pior campanha)
24/outubro* (mando do time de melhor campanha)
25/outubro* (mando do time de melhor campanha)

World Series

27/outubro (campeão da Liga Americana)
28/outubro (campeão da Liga Americana)
30/outubro (campeão da Liga Nacional)
31/outubro (campeão da Liga Nacional)
1/novembro* (campeão da Liga Nacional)
3/novembro* (campeão da Liga Americana)
4/novembro* (campeão da Liga Americana)

* Se necessário

Magic Johnson foi o autor do melhor lance desta sexta na MLB

Foi uma bela assistência para a conclusão do apresentador de TV Jimmy Kimmel completar

Assistência sempre foi o forte de Magic Johnson. Durante anos, ele sempre passou a bola redondinha para seus companheiros de Michigan e Los Angeles Lakers concluírem as jogadas. Nesta sexta, ele voltou a mostrar como é bom em preparar grandes jogadas. Mas no beisebol.

PROGRAMAÇÃO DE TV: Fim de semana tem disputa acirrada na corrida pela pós-temporada da MLB

Durante a vitória do Los Angeles Dodgers sobre o Chicago Cubs, Johnson entrou no telão do estádio Dodger para fazer um grande anúncio. Iniciou a jogada e entregou a bola para Jimmy Kimmel, apresentador de TV, completar: in Scully será o narrador dos Dodgers na temporada 2016.

Incrível. Será a 67ª temporada de Scully comandando as transmissões dos jogos da franquia. Ele começou em 1950, quando o time ainda jogava no Brooklyn, e, perto de completar 88 anos, segue como um dos narradores mais importantes dos Estados Unidos com seu estilo clássico e capacidade de entender o jogo (sim, ele narra e comenta o jogo inteiro). Que continue assim.

Veja os resultados da MLB nesta sexta:

Pittsburgh Pirates 5×3 Colorado Rockies
Washington Nationals 3×4 Miami Marlins
Philadelphia Phillies 7×1 San Diego Padres
Toronto Blue Jays 5×3 Detroit Tigers
New York Mets 4×6 Boston Red Sox
Tampa Bay Rays 2×3 Kansas City Royals
Cleveland Indians 3×1 Los Angeles Angels
Atlanta Braves 4×15 New York Yankees
Texas Rangers 4×1 Baltimore Orioles
Milwaukee Brewers 5×0 Cincinnati Reds
Minnesota Twins 3×0 Houston Astros
Chicago White Sox 0x2 Seattle Mariners
Arizona Diamondbacks 6×4 Oakland Athletics
Los Angeles Dodgers 4×1 Chicago Cubs
San Francisco Giants 5×4 St. Louis Cardinals

Por que ninguém criou caso com suposta irregularidade de Mike Fiers em seu no-hitter

Parece estranho para quem está acostumado ao STJD, mas um código de ética entre os times pode funcionar melhor que os tribunais

Mike Fiers teve uma das atuações mais aguerridas da MLB nesta temporada. Após fazer 60 arremessos nas três primeiras entradas, conseguiu se manter no montinho e conquistar um no-hitter de 134 arremessos contra o Los Angeles Dodgers. No dia seguinte, uma imagem criou alguma dúvida sobre o desempenho do abridor do Houston Astros: claramente há uma substância em sua luva, o que abre a suspeita de uso de alcatrão para melhorar (ilegalmente) a aderência de sua mão com a bolinha. Ainda assim, nada foi feito. E nem deve ser.

VEJA MAIS: Confira as 27 eliminações do no-hitter de Mike Fiers em cima dos Dodgers

A questão aí é o conceito de justiça dentro do meio do beisebol. Arremessadores fazerem pequenas trapaças, sobretudo com o uso de alcatrão, é algo relativamente comum. Há diversos meios de fazer isso, como esconder parte da substância no corpo, no equipamento ou mesmo deixar a cargo do catcher, que tem contato com a bolinha antes de cada lançamento.

Tecnicamente, tudo isso é proibido. Mas todo mundo faz, e o acordo de cavalheiros entre jogadores e técnicos é “seja discreto e não mostre para todo mundo, caso contrário, a torcida e a imprensa perceberão e serei obrigado a denunciá-lo aos árbitros”.

O caso de Michael Pineda, do New York Yankees, contra o Boston Red Sox na temporada passada mostra bem o funcionamento dessa regra não-escrita. Ele estava descaradamente usado alcatrão nas primeiras entradas. A imprensa e a torcida já repercutiam isso, até que ele apareceu sem nada na quinta entrada.

Provavelmente alguém da comissão técnica dos Meias Vermelhas avisou os nova-iorquinos que era bom ele limpar a mão. Foi o que ocorreu, e ninguém foi denunciado. Na semana seguinte, Pineda voltou a encontrar o Boston e novamente usou alcatrão de forma bem explícita. Aí, a comissão técnica dos Red Sox teve de reclamar formalmente e o arremessador foi expulso de campo (e suspenso pela liga).

Fiers soube ficar dentro dessa lei paralela dos jogadores. Só um olhar muito atento, e pela TV, identificou alguma coisa estranha em sua luva. Não houve violação do acordo de cavalheiros entre os times. Se os Dodgers reclamassem, eles é que estariam desrespeitando as regras não-escritas do esporte. E, além de se tornarem alvo de críticas internas, teriam muita dificuldade em provar que a substância na luva de Fiers era irregular.

Ao ser informado que a TV havia captado uma possível irregularidade, Don Mattingly, técnico do Los Angeles, fez questão de não alimentar o caso. “Há momentos em que você suspeita que os caras estão usando alguma substância ilegal no montinho, você meio que percebe quando eles fazem. Aquela noite não foi uma dessas vezes. Eu acho que é aceito se não foi explícito que alguém está fazendo algo ilegal.”

 

Não é o conceito de justiça científica, que chama o laboratório de perícia para analisar cada partícula para chegar à verdade absoluta sobre o caso. É o beisebol se autorregulando. Pode parecer estranho para um brasileiro acostumado a STJD para definir até suspensão por cartão amarelo, mas jogadores e técnicos criam um equilíbrio e o campeonato segue, sem polêmicas desnecessárias.

Veja a evolução dos escudos dos times da MLB em apenas uma imagem

Ano a ano, franquia a franquia… Isso é hipnótico!

O beisebol é um esporte de tradição, e isso se reflete sobretudo na imagem. Os estádios mais modernos precisam ter uma cara retrô. Os uniformes têm camisa com botão e cinto para securar a calça. Os bonés são tão clássicos que se transformaram em símbolos de muitas cidades. Mas, nos distintivos, a liga nunca foi muito conservadora. As franquias trocaram de escudos várias vezes ao longo da história.

VEJA MAIS: De que esporte é o atleta mais bem pago de cada país? Esse mapa responde

Eric Orvietto, do Yahoo Sports norte-americano, fez um GIF sensacional mostrando, ano a ano, time a time, a evolução de todos os distintivos das franquias. Eles consideraram apenas as equipes existentes hoje (ou seja, excluiu as que fecharam as portas entre as décadas de 1870 e 1890). Confira abaixo e clique aqui para ver as curiosidades levantadas pelo pessoal do Yahoo a partir dessa imagem animada.

(Eric Orvieto)

Confira as 27 eliminações do no-hitter de Mike Fiers em cima dos Dodgers

Foram 134 arremessos, muito mais que o normal, mas o ataque do Los Angeles ficou caladinho

Mike Fiers tem sido um arremessador subestimado nos últimos anos. Salvo em 2013, quando teve o ano prejudicado por uma contusão, sempre teve ERA na casa de 2 ou 3. O problema é que defendia o Milwaukee Brewers, e o desempenho ruim da equipe escondia seu desempenho seguro. Mas agora será mais difícil ignorá-lo. Nesta sexta, já pelo Houston Astros, o abridor calou o ataque do Los Angeles Dodgers no quinto no-hitter desta temporada.

Foi o primeiro jogo completo sem ceder corridas de Fiers. Mas foi uma partida dura. Cedeu apenas três walks, mas teve muitas contagens altas ao longo da partida. Teve de fazer 134 arremessos, um número muito acima da cota normal (entre 100 e 110). Não houvesse um no-hitter em andamento, provavelmente ele seria retirado do montinho mais cedo.

De qualquer modo, ele foi esquentando ao longo do jogo. Seis de seus dez strikeouts vieram nas três últimas entradas. Um domínio grande de um jogador que estava confiante, e que sabia que estava finalmente sendo visto por todos.

Confira cada uma de suas 27 eliminações: