Propaganda promove nova união entre Looney Tunes e astro da NBA, e é óbvio que ia dar muito certo

Blake Griffin e Marvin, o Marciano se desafiam para o lançamento do novo tênis da marca Air Jordan

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Há algumas fórmulas de sucesso. E juntar um astro da NBA com personagens dos Looney Tunes (também conhecidos por alguns como “Turma do Pernalonga”) é uma delas. Space Jam abriu o caminho, e depois tudo ficou mais fácil. Até porque, no mínimo, só o fato de lembrar o filme que reuniu Michael Jordan e Patolino já serve para despertar nosso lado nostálgico e achar legal o que aparecer.

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Por isso, não surpreende que a Air Jordan, marca de material esportivo de Michael Jordan, tenha usado esse formato para anunciar o Jordan Syper Fly 4, novo modelo de tênis. Quem estrelou o comercial foi Blake Griffin e Marvin, o Marciano, que travam um belo duelo pela enterrada mais espetacular.

Obs.: convenhamos, um comercial com essa cara de Space Jam serve para aumentar a ideia de que a sequência do filme está no forno.

Michael Jordan processa empresa chinesa por uso indevido da marca; e perde

Justiça chinesa não viu relação entre a marca Jordan e a Qiaodan, apesar de… bem, olha os dois tênis da foto!

Alguns dos maiores momentos de Michael Jordan foram vividos jogando na casa do adversário. Foi a vitória sobre o Los Angeles Lakers no Fórum de Inglewood para dar o primeiro título ao Chicago Bulls em 1991. Foram os 55 pontos sobre o New York Knicks no Madison Square Garden em 1995. Foi a cesta nos últimos segundos do jogo 6 das finais da NBA de 1998 contra o Utah Jazz em Salt Lake City. Mas nem sempre a mágica funciona. Por exemplo, quando se contesta em um tribunal de Pequim a violação de registro de marca por parte de uma empresa chinesa.

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Desde 2012, Michael Jordan tenta tirar do mercado a marca Qiaodan (pronuncia-se “tchaudan”). O maior jogador da história do basquete alega que a empresa chinesa adotou um nome e um logotipo com referências a ele e à Air Jordan, sua grife de material esportivo. Nesta semana, a Suprema Corte chinesa decidiu em favor da Qiaodan.

Veredito afirma que “Jordan” não é a única referência possível para “Qiaodan”. Além disso, “Jordan é um sobrenome comum usado por americanos e o logotipo tem a forma de uma pessoa sem feições, sendo difícil para identificá-lo como Michael Jordan”.

Bem, vamos deixar para vocês julgarem o caso:

Evidência 1
Na foto acima, estão dois calçados. À esquerda, um legítimo Air Jordan. À direita, um Qiaodan.

Evidência 2
Veja a montagem abaixo, feita pelo site Gotham City, Esq a partir de uma foto de Jordan e o logotipo da Qiaodan.

Jordan x Qiaodan_silhuetas

E aí, vocês acham que houve uma dose acima do comum de inspiração?

A tabela de uma das cestas mais famosas da história do basquete pode ser sua

Comece a juntar logo o dinheiro, poir a cesta onde Michael Jordan fez os pontos do título dos Bulls em 1998 será leiloada

O Chicago Bulls perde por um ponto para o Utah Jazz. É o jogo 6 das finais de 1998 da NBA e uma vitória da equipe de Salta Lake City leva a decisão para a sétima partida. Michael Jordan tem a bola, faltam dez segundos. O craque avança, vai para a infiltração. Bryon Russell o acompanha na marcação, mas o maior jogador da história breca subitamente. O defensor do Jazz escorrega antes do arremesso perfeito dar o segundo tricampeonato aos Bulls.

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É um dos momentos mais icônicos de Jordan. A forma como ele tomou para si o jogo, como mostrou agilidade e precisão no momento decisivo. A jogada desperta suspiros em torcedores de Chicago até hoje, e a imagem da jogada por trás, como na foto acima, do arremesso e da comemoração do jogador entraram no imaginário de todo fã de NBA.

Pois uma parte dessa história está disponível a qualquer mortal. Uma empresa de leilões está vendendo a tabela, o aro (com redinha e tudo) e o suporte da cesta do lado leste do Delta Center (como se chamava a EnergySolutions Arena em 1998). Sim, é onde ocorreu a cesta que decidiu o último título de NBA da carreira de MJ.

O leilão será concluído em 30 e 31 de junho, mas o Heritage Auctions está aceitando lances. O valor está em US$ 26 mil no momento da publicação deste post, mas o valor final está estimado em US$ 100 mil ou mais. Importante ressaltar que o comprador também será responsável pela retirada do material, mas o carreto não deve ser um problema para quem já gastou tanto.

Se você está interessado, veja aqui como entrar na disputa.

Bill Laimbeer não perde certos vícios, como tentar irritar Michael Jordan

Ex-pivô do Detroit Pistons é enfático ao dizer que preferia ter LeBron James em seu time

Michael Jordan é tido como o maior jogador da história do basquete, mas já surgem alguns analistas querendo contestar isso. Ao chegar em cinco finais seguidas de NBA, LeBron James colocou-se como candidato viável ao posto de um dos maiores de todos os tempos. Até aí, é uma discussão que existe sempre, em todos os esportes. Mas, quando um dos maiores desafetos de um dos personagens entra, impossível não achar que é apenas provocação.

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Bill Laimbeer era o coração dos Bad Boys do Detroit Pistons dos anos 80, um dos adversários mais ferrenhos do Chicago Bulls de Jordan. O pivô sabia catimbar, provocar, marcar e brigar, e por isso sempre irritava um MJ que ainda tentava conquistar seu primeiro título da NBA.

O atual técnico do New York Liberty, da WNBA, foi enfático ao comparar Jordan com LeBron. E a preferência dele é pelo astro do Cleveland Cavaliers:

“Se eu tivesse de escolher um ou outro, não há dúvidas que eu ficaria com LeBron James. Ele pode fazer mais coisas. Michael Jordan pode pontuar e fazer grandes arremessos e parecer espetacular algumas vezes com suas enterradas voadoras, mas LeBron pode lhe dar 18 rebotes, 15 assistências e 50 pontos se quiser. A ameaça tripla que ele representa é simplesmente fenomenal. E seu tamanho… ele domina fisicamente. É impressionante.

Veja o que LeBron tem para a final neste momento. Alguém no mundo pode dizer que levou um time de jogadores comuns para as finais? Eu acho que não. Jordan não conseguia levar seu time sozinho para as finais. LeBron entrou na liga sabendo como jogar basquete e envolver seus companheiros. Jordan teve de aprender isso, e eles tiveram de colocar grandes companheiros a seu lado para ele vencer.”

Bem, Laimbeer prefere ignorar que o Chicago Bulls conquistou seis títulos em oito anos, e perdeu justamente nos dois em que não contou com seu craque (em ambos caiu nas semifinais de conferência). Ou seja, é perfeitamente argumentável que Jordan foi a diferença entre um bom time de playoffs e uma equipe campeã. Mas MJ pode responder de forma mais simples, sem números. É só mostrar o vídeo abaixo:

Kobe Bryant pode estar longe do auge, mas mostra que ainda é craque demais

Olha a jogadaça que ele fez contra o Golden State Warriors

Kobe Bryant é marcado por Klay Thompson e Andrew Bogut, dos Warriors (AP Photo/Ben Margot)
Kobe Bryant é marcado por Klay Thompson e Andrew Bogut, dos Warriors (AP Photo/Ben Margot)

Podem dizer que ele está velho, que está bichado, que LeBron James já tomou seu lugar como o maior craque da NBA, que o resto do Los Angeles Lakers é um arremedo de time. Kobe Bryant, de fato, já teve momentos melhores em sua gloriosa carreira. Mas o cara é craque, e mostrou isso no sábado contra o Golden State Warriors.

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O camisa 24 dos Lakers fez 28 pontos e pegou 6 rebotes, mas o que vale a pena é a jogada do vídeo abaixo, passando por Klay Thompson e Andrew Bogut, sofrendo falta de Festus Ezeli.

Veja os resultados deste fim de semana na NBA:

Sábado

New Orleans Pelicans 104×109 Dallas Mavericks
Charlotte Hornets 69×71 Memphis Grizzlies
Orlando Magic 95×108 Toronto Raptors
Philadelphia 76ers 96×114 Miami Heat
Washington Wizards 108×97 Milwaukee Bucks
Atlanta Hawks 102×92 Indiana Pacers
Detroit Pistons 90×102 Brooklyn Nets
Houston Rockets 104×90 Boston Celtics
Minnesota Timberwolves 105×106 Chicago Bulls
Oklahoma City Thunder 102×91 Denver Nuggets
Utah Jazz 118×91 Phoenix Suns
Golden State Warriors 127×104 Los Angeles Lakers

Domingo

Los Angeles Clippers 92×98 Sacramento Kings
Miami Heat 107×102 Toronto Raptors
New York Knicks 96×93 Charlotte Hornets
Portland Trail Blazers 90×95 Golden State Warriors

Clique aqui e confira a classificação completa.

Até Michael Jordan deu as caras na homenagem dos Yankees a Derek Jeter

Jeter ganhou vários mimos e presentes, mas os Yankees não conseguiram dar a vitória a ele para fechar o dia

Derek Jeter recebe homenagem dos Yankees (AP Photo/Kathy Willens)
Derek Jeter recebe homenagem dos Yankees (AP Photo/Kathy Willens)

Um grande é celebrado pelos grandes. Neste domingo, o New York Yankees organizou o “Jeter Day”, uma tarde de homenagens a Derek Jeter, maior jogador do time neste século e que se aposentará ao fim do ano. A torcida encheu o estádio, Mariano Rivera foi parabenizar o ex-companheiro, tudo esperado. Mas até Michael Jordan apareceu, e aí até os mais céticos percebem como é uma ocasião realmente especial.

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O maior jogador da história do basquete – e um jogador de curta carreira no beisebol – disse que Jeter é um ídolo para ele. “Acho que ninguém pode falar uma coisa ruim sobre Derek. Ele é um completo campeão. É um ídolo para mim em termo de como ele é respeitado no esporte, e não apenas pelos seus companheiros, mas também pelos seus adversários”, comentou.

Bem, receber elogios de Michael Jordan já é suficiente para fazer alguém considerar o dia ganho. Mas Jeter também ganhou uma máquina de massagem, quadros com os logotipos de todos os 14 All-Star Games de que participou, uma viagem de dez dias para a Toscana, uma doação de US$ 222.222,22 para sua fundação (para quem não entendeu a obsessão pelo 2, é o número da camisa do jogador), um emblema de cristal e uma faixa no estádio.

Só faltou os Yankees darem a vitória ao shortstop, mas ficou para depois.

Veja os resultados deste fim de semana na MLB:

Sábado

Tampa Bay Rays 3×2 Baltimore Orioles
Detroit Tigers 4×5 San Francisco Giants
Chicago Cubs 3×5 Pittsburgh Pirates
Chicago Cubs 0x5 
Oakland Athletics
4×3 Houston Astros
New York Yankees 6×2 Kansas City Royals
Washington Nationals 1×3 Philadelphia Phillies
Cincinnati Reds 2×1 New York Mets
Cleveland Indians 3×1 Chicago White Sox
Miami Marlins 3×4 Atlanta Braves
Minnesota Twins 5×8 Los Angeles Angels
Milwaukee Brewers 3×5 St. Louis Cardinals
Boston Red Sox 4×3 Toronto Blue Jays
Texas Rangers 2×4 Seattle Mariners
Colorado Rockies 7×6 San Diego Padres
Los Angeles Dodgers 5×2 Arizona Diamondbacks

Domingo

Cleveland Indians 2×0 Chicago White Sox
New York Yankees 0x2 Kansas City Royals
Miami Marlins 4×0 Atlanta Braves
Cincinnati Reds 3×4 New York Mets
Washington Nationals 3×2 Philadelphia Phillies
Boston Red Sox 1×3 Toronto Blue Jays
Tampa Bay Rays 5×7 Baltimore Orioles
Minnesota Twins 4×14 Los Angeles Angels
Milwaukee Brewers 1×9 St. Louis Cardinals
Chicago Cubs 4×10 Pittsburgh Pirates
Texas Rangers 1×0 Seattle Mariners
Oakland Athletics 3×4 Houston Astros
Los Angeles Dodgers 7×2 Arizona Diamondbacks
Colorado Rockies 6×0 San Diego Padres
Detroit Tigers 6×1 San Francisco Giants

Clique aqui para ver a classificação completa.

Olha só como fica o NBA 2K14 na versão Space Jam

É uma opção legal se você é da turma que acha que esse negócio de game realista já encheu o saco

Pernalonga no NBA 2k14 (Reprodução)
Pernalonga no NBA 2k14 (Reprodução)

A indústria se desdobra, cria novas tecnologias, enchem os jogos de dados, tudo para levar ao público games cada vez mais realistas. No caso de esportes, que pareçam uma transmissão de TV, que façam o jogador sentir que é um atleta de verdade em campo ou quadra. Mas, se você acha que isso já encheu um pouco o saco e está a fim de se divertir com algo diferente, aí vai uma dica.

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A MGX, empresa que desenvolve mods para os games, criou uma versão do NBA 2k14 com personagens do Space Jam. Sim, você pode colocar MIchael Jordan ao lado de Pernalonga e Patolino para vencer o time de monstros. Não ficou perfeitinho, mas até que dá para tirar uma onda.

Ah, Charlotte Hornets, por que demorou tanto tempo para voltar?

Bobcats acabam com espera e divulgam distintivo que adotarão na próxima temporada, com o retorno do nome Hornets

Distintivo do Charlotte Hornets a partir de 2014 (Divulgação)
Distintivo do Charlotte Hornets a partir de 2014 (Divulgação)

Acabou a espera! O Charlotte Bobcats divulgou neste sábado o distintivo que usarão a partir da temporada 2014/15. Foi desenhado pela equipe da Nike que cuida da marca Air Jordan (MJ é dono da franquia, não nos esqueçamos). Ficou bem legal, sobretudo porque marca o retorno do Charlotte Hornets às quadras. Um retorno para a cidade de onde nunca deveriam ter saído.

Charlotte é apelidada de Ninho de Vespas, e “hornet” é um termo historicamente ligado à cidade e que tem identificação com a torcida local. Melhor que “bobcat”, que ninguém nunca engoliu. Tanto que produtos do Charlotte Hornets nunca deixaram de ser vendido na maior cidade das Carolinas.

Seja bem-vindo de volta, Charlotte Hornets! E vê se não vai mais embora!

Se você é devoto da Igreja do Basquete, reverencie essa santificada fatia de pepino

É bem estúpido, mas essa rodela ficou famosa por ter o símbolo de Michael Jordan no miolo

Fatia de pepino e o logotipo da marca Air Jordan
Fatia de pepino e o logotipo da marca Air Jordan

O pessoal nos Estados Unidos está em clima de Dia de Ação de Graças (não existe “Thanksgiving” em português), está chegando o Natal e o Ano Novo também parece próximo. Momento de as pessoas ficarem meio xarope, e buscando sinais místicos em qualquer coisa. Até na hora de cortar salada.

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A rodela de pepino da foto acima, publicada em um fórum despretensiosamente, ficou famosa entre os amantes de NBA. Por quê? Ora, o miolo dela tem um sinal divino. Claro, desde que você seja devoto da Igreja do Basquete e “Deus” atenda pelo nome de “Michael Jordan”.

De fato, é parecido. Meeedo…

ESPECIAL: Os cinco melhores times da história da NBA

Conheça mais sobre a história de cinco equipes que marcaram a história da liga de basquete

Magic Johnson, Michael Jordan e Larry Bird em evento dos 50 anos da NBA em 1997 (Crédito: AP Photo/Mark Duncan)
Magic Johnson, Michael Jordan e Larry Bird em evento dos 50 anos da NBA em 1997 (Crédito: AP Photo/Mark Duncan)

BOSTON CELTICS – Anos 1960

Esse especial de melhores times da história normalmente determina uma equipe, de uma temporada. Mas, na NBA, foram tantas dinastias que é difícil ignorar a capacidade de certos times dominarem o basquete por um período. E ninguém simboliza isso mais que o Boston Celtics octocampeão entre 1959 e 66. Uma hegemonia que foi ainda maior, porque foram 11 títulos e um vice nos 13 campeonatos entre 1957 e 69. Posteriormente, nove jogadores daquele período do Boston foram eternizados no Hall da Fama: Bill Russell, John Havlicek, Bob Cousy, Tom Heinsohn, KC Jones, Sam Jones, Clyde Lovellette, Frank Ramsey e Bailey Howell.

CHICAGO BULLS – Anos 1990

Apenas um time esteve perto de repetir o octo dos Celtics dos anos 70. Foi o Chicago Bulls de Michael Jordan, que conquistou dois tricampeonatos (1991 a 93 e 1996 a 98). E provavelmente preencheria a lacuna de 1994 e 95 não fosse justamente Jordan. No caso, de sua decisão de trocar o basquete pelo beisebol. Nos dois anos sem MJ, os Bulls foram competitivos, chegando até as semifinais do Leste e só caindo para o futuro campeão da conferência. Com o maior da história em quadra, provavelmente os títulos do Houston Rockets iriam para Chicago, o octocampeonato do Boston seria igualado e os Bulls ficariam no topo desse ranking. Pensando em equipes individualizadas por temporada, o Chicago de 1995/96 talvez tenha sido o melhor da história.

LOS ANGELES LAKERS – Anos 80

A NBA era uma liga de apelo razoavelmente limitado entre o público norte-americano até a década de 1980. Foi quando Lakers e Celtics formaram duas grandes equipes de personalidades fortes que criaram um senso de rivalidade de interesse nacional. Os californianos tinham Magic Johnson no auge da criatividade, James Worthy em ascensão e Kareem Abdul-Jabbar ainda eficiente no garrafão e mortal com seus ganchos. Entre 1980 e 89, os Lakers conquistaram cinco títulos da NBA e oito da Conferência Oeste.

MILWAUKEE BUCKS – 1970/71

Para não ficar apenas em dinastias, um time de uma temporada só. Em 1970, o Milwaukee Bucks fazia apenas sua terceira temporada da NBA, a primeira no Oeste. O grande talento do time era o pivô Lew Alcindor, que ficaria conhecido depois como Kareem Abdul-Jabbar. Para fazer companhia ao garoto de 22 anos, os Bucks contrataram o mito Oscar Robertson, que passara toda a carreira no fraco Cincinnati Royals e, por isso, ainda não tinha títulos da NBA no currículo. A dupla foi dominante. Com 66 vitórias, o Milwaukee teve a melhor campanha do Oeste. Nos playoffs, fez 4 a 1 no San Francisco Warriors de Jerry Lucas, 4 a 1 nos Lakers de Wilt Chamberlain, Jerry West e Elgin Baylor e varreu o Baltimore Bullets. A base daquele timaço se manteria por algumas temporadas, mas nunca com o mesmo sucesso.

BOSTON CELTICS – Anos 80

Um time austero para contrastar com os shows do rival Lakers no mesmo período. Os Celtics dos anos 80 conquistaram a Conferência Leste quatro anos seguidos com a base formada por Larry Bird, Robert Parish, Kevin McHale e Dennis Johnson. O auge daquele grupo foi em 1985/86, quando o Boston venceu 65 jogos na temporada regular e perdeu apenas três partidas nos playoffs.