Antes de ser um músico sem nome, Prince era um jogador de basquete habilidoso e rebelde

Sua vocação sempre foi a música, mas o artista também tinha talento com a bola laranja

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Prince Rogers Nelson, também conhecido como Prince, O Artista ou esse símbolo impronunciável aqui, faleceu nesta quinta, aos 57 anos. Seu corpo foi encontrado em sua casa, em Paisley Park (Minnesota) e a causa da morte ainda não foi informada. O mundo da música perde uma de suas figuras mais criativas, um dos ícones dos anos 80 que se manteve relevante (ainda que sua projeção no Brasil fosse desproporcionalmente pequena) até hoje.

Para os amantes do esporte, ficará sempre a lembrança de seu inesquecível show (nada surpreendente. Apresentações ao vivo eram sua especialidade) no intervalo do Super Bowl de 2007. Veja.

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NÃO, ESPERA AÍ! Não é só isso que vamos falar.

Prince foi um dos grandes nomes da música pop do século 20, mas sua ligação com o esporte vai muito além de um show no Super Bowl. Desde os tempos de escola já se via seu futuro no meio artístico, mas ele também chamava a atenção dos companheiros pelo basquete.

Sua história foi descoberta pelo jornalista Jon Bream, do Minnesota Star-Tribune, que fez uma série de reportagens sobre a vida do cantor em julho de 1984, época do lançamento do filme Purple Rain. Libor Jany, repórter do Star-Tribune, postou no Twitter um trecho do texto no ano passado (o original está aqui):

“Apesar de a música ser sua vocação, Prince normalmente antava com os atletas na Bryant Junior High [NR: equivalente ao antigo ginásio no Brasil, ou o ensino fundamental 2 de hoje] e na Central High [colegial, ou ensino médio]. Ele jogava futebol americano, basquete e beisebol e, na nona série, até treinou um time de basquete na igreja. Ele era bom o suficiente como calouro para entrar no time de basquete da Central High com Duane [NR: seu irmão], que era 30 centímetros mais alto e acabou jogando na Universidade de Wisconsin-Milwaukee.

‘Prince era um excelente jogador. Ele era como nosso sexto ou sétimo homem’, disse Richard Robinson, seu técnico de basquete. ‘Ele tinha excelente domínio de bola, era um bom arremessador de longa distância e era baixo, 1,57 metros. Provavelmente, com um diferente grupo de jogadores, ele teria sido titular. Mas era provavelmente o melhor time de basquete que a Central teve. Eu sabia que ele queria ser titular e sentia que deveria estar jogando. Ele estava infeliz e expressava isso muitas, muitas vezes.'”

Depois de famoso, Prince manteve sua paixão pelo basquete, indo constantemente a partidas da NBA e jogando com amigos. Pelo menos, ali ele podia mostrar seu talento sem precisar pedir ao técnico uma oportunidade.

Fãs do Grateful Dead fazem petição para banda tocar no Super Bowl

Grupo faz 50 anos e é de São Francisco, o Super Bowl chega à 50ª edição em São Francisco. É só juntar os pontos

A NFL mostra a cada ano que está determinada a colocar o show do intervalo mais pop, jovem e plural possível. Os bons e velhos roqueiros de décadas atrás se tornaram raridade, dando lugar a fenômenos do momento como Katy Perry, Bruno Mars e Beyoncé. Mas tem gente que não desiste, e até teve uma boa sacada para devender a volta do bom e velho (no caso, muito bom e muito velho) rock and roll.

HISTÓRIA: Esse infográfico sobre o Show do Intervalo do Super Bowl é a melhor coisa da semana

Há um movimento pedindo o Metallica para o Super Bowl de 2016. Faz sentido, pela peso da música e o fato de ser uma banda de São Francisco (sede da próxima decisão de NFL). Mas fãs criaram uma petição online para defender a presença do Grateful Dead. E faz sentido: no Super Bowl 50 em São Francisco, uma banda que comemora 50 anos de estrada e teve origem em São Francisco.

Claro, não vai rolar. Se o Metallica já deve despertar desconfiança por ter um público limitado, o Grateful Dead é ainda pior. Só tiozões e grandes amantes de rock dos anos 60 e 70 (como o autor desse texto) se interessariam. Mas fica a sugestão. E, se você gostou da ideia e já sabe que se decepcionará com a escolha da NFL, pode clicar nos vídeos abaixo, um após o outro, para ouvir enquanto alguma popice qualquer está no meio do gramado do estádio Levi’s.

Grizzlies fazem “Minuto de Música” para BB King, e nem importa que perderam

Bluesman foi fundamental para transformar Memphis em capital do blues

Memphis sempre acompanhou BB King, e vice-versa. O bluesman se mudou do interior do Mississippi para a cidade do Tennessee na década de 1940, e lá construiu sua carreira. A rua Beale era sinônimo de blues, e o jovem Riley Ben King rapidamente virou o Beale Street Blues Boy, depois Blues Boy. Para o apelido virar a abreviação BB foi um pulo. E, ao mesmo tempo em que a cidade até rebatizou Riley Ben, ele ajudou a transformá-la em capital mundial do blues.

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Por isso, a cidade de Memphis decretou 12 de maio como “Dia de BB King” logo após a notícia de sua morte. E, claro, o Memphis Grizzlies fez sua parte homenageando o bluesman antes da partida contra o Golden State Warriors. Minuto de silêncio? Não! Minuto de música!

Antes das homenagens, o locutor do ginásio explicou

“Nascido em Mississipi, BB King foi para Memphis para fazer seu nome e apresentar seu trabalho na rua Beale. Ao longo de uma carreira que atravessou oito décadas, ele sempre compartilhou sua música com o mundo, deixando uma marca indelével não apenas no blues e na cultura americana, mas na comunidade global da música. No espírito da música que ele personificou, oferecemos não um momento de silêncio, mas pedimos que se junte a nós em um momento de música em homenagem ao nosso amigo BB King.”

Essa celebração ao Rei do Blues pode até ficar como a lemancólica trilha sonora da eliminação dos Grizzlies, que perderam por 108 a 95. Mas isso nem importa tanto.

BB King, você estava certo. Vamos sentir sua falta

O grande nome do blues tratava seu público como um avô que chama os netos ao redor para contar uma história

O homem e a guitarra, essa é a imagem mais clássica de BB King. A relação de um dos maiores bluesman do mundo com Lucille era como a se fossem um. Ele a envolve com o braço direito, coloca cada nota com carinho, como se não quisesse machucá-la pela empolgação, e conversa com o instrumento com a serenidade de um casal veterano que se conhece na troca de olhar. Cada palavra, cada som, tem a hora certa de entrar. Não há pressa para mostrar o que sai de dentro. É a essência do blues, estilo musical criado no Delta do Rio Mississipi que deveria entrar na lista de maiores contribuições dos Estados Unidos à humanidade.

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Mas outra imagem que diz muito sobre o bluesman falecido nesta sexta, em Las Vegas: o sorriso da foto acima. Um sorriso aberto, sincero, de quem está curtindo o que está fazendo. É o sorriso que ele deu tantas vezes em 2010, em sua última apresentação no Brasil (a foto é de 2011). Blues Boy já tinha 85 anos e sofria há tempos com a diabete. Isso não tirava sua energia e prazer em viajar pelo mundo mostrando sua música, mas o obrigava a ficar sentado o tempo todo e impor um ritmo mais cadenciado ao show. E, a cada pausa, eme se curvava para trás e dava esse sorrisão.

A apresentação tinha uma dinâmica própria. BB King sentado no meio do palco, com vários músicos de sua banda ao redor dele. O público de frente, só ouvindo o que aquele senhor tinha a mostrar. E ele o fazia com prazer e naturalidade de quem está interagindo com a família. Era como um avô que reuniu todos os netos e começou a contar as histórias de sua juventude. De certa forma era isso. Cada música carregava dentro de si a história daquele homem, que nasceu no Mississipi em 1925 e fez a carreira pelo sul dos Estados Unidos até o blues ganhar o mundo, já nos anos 60. E a paixão daquele contador de história aquecia o espírito de cada um dos milhares de netinhos que o ouviam.

BB King deixou uma grande obra. A maior parte das homenagens a ele vão incluir clássicos como “The Thrill Is Gone” e “Lucille”, mas vamos escolher “You’re Gonna Miss Me” porque, afinal de contas, vamos realmente sentir sua falta, BB.

O Dunga hardcore é contra a cartolagem e a favor do futebol-arte

Fomos procurar nas obra da banda punk italiana Carlos Dunga alguma sugestão de como poderia ser o futuro da Seleção

A seleção brasileira tem seu novo velho técnico. Dunga se apresentou nesta terça, deu uma entrevista coletiva. Falou sobre algumas de suas ideias para a equipe, mas só saberemos se houve mudanças em relação a sua passagem anterior pelo Brasil (de 2006 a 2010) no primeiro amistoso, contra a Colômbia em Miami. Mas se depender das letras de thrashcore de Dunga, pode-se esperar coisas boas: muitos calcanhares e bicicletas, jogo bonito e combate aos cartolas.

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Bem, não é exatamente o Dunga técnico que compôs músicas com esse conteúdo. Foi Carlos Dunga, banda de Florença criada em 2006 que homenageia o ex-volante em seu nome. Eles têm várias letras com referências futebolística em um estilo musical que foi definido pelos integrantes como “thrash soccer punx” no Facebook.

Selecionamos duas músicas que podem apontar caminhos. Primeiro, “Brasil Campeão do Mundo” que fala o que a Carlos Dunga acha do futebol de verdade. Depois, “Persone di Serie B”, sobre como as pessoas são forçadas a seguirem um pensamento e se adequar a eles para se salvar. Vejamos nos próximos quatro anos se elas são realmente proféticas.

Brasil Campeão do Mundo

Brasil campeão do mundo
Brasil campeão do mundo
Brasil campeão do mundo
Brasil campeão do mundo

Come fa la gente a pensare che il calcio più bello sia quello italiano
Il calcio più bello e più emozionante è sicuramente il brasiliano

Colpi di tacco e rovesciate
Li fanno solo grandi giocate
Ogni partita è un’emozione 
E ci sarà un goal da grande campione

Dell’ultimo mondiale ci importa un cazzo
Noi odiamo la nazionale di merda
Miliardi di soldi, veline puttane, fanculo Coni e FIGC

Colpi di tacco e rovesciate
Li fanno solo grandi giocate
Ogni partita è un’emozione 
E ci sarà un goal da grande campione

Brasil campeão do mundo

Brasil campeão do mundo
Brasil campeão do mundo
Brasil campeão do mundo
Brasil campeão do mundo

Como as pessoas podem achar que o futebol mais bonito é o italiano
O futebol mais bonito e mais emocionante é certamente o brasileiro

Toque de calcanhar e bicicleta
Fazem apenas grandes jogadas
Cada partida é uma emoção
E haverá um gol de um grande campeão

Não me importa porra nenhuma a última Copa
Nós odiamos a seleção de merda
Milhões em dinheiro, vedetes prostitutas, tomar no cu Coni e FIGC

Toque de calcanhar e bicicleta
Fazem apenas grandes jogadas
Cada partida é uma emoção
E haverá um gol de um grande campeão

Brasil campeão do mundo

Obs.: Coni e FIGC = Comitê Olímpico Italiano e Federação Italiana de Futebol. “Veline” são mulheres bonitas usadas como apresentadoras de TV ou assistentes de palcos em programas com auditório

 

Persone di Serie B

Ancora una volta ci hanno messo i piedi in testa
Ci hanno chiuso gli occhi e poi costretti a guardare
Uno specchio che riflette il loro mondo perfetto

Contagiati dal pecato e senza redenzione
Parole come frecce ci reprimono ogni azione
Mentre i tuoi occhi piangono quando li aprirai

Noi siamo persone di Serie B
Chiuse in una gabbia cui han buttato via la chiave

Noi siamo di Serie B
Chiuse in una gabbia cui han buttato via la chiave
Noi siamo di Serie B
Condannati a una vita non nostra
Noi siamo di Serie B
Chiuse in una gabbia cui han buttato via la chiave
Noi siamo di Serie B
Condannati a una vita non nostra

Rimasti legati a vecchie convinzioni
Vediamo solo bianco e nero
Ci siamo scordati anche i colori
Spezziamo le catene della nostra mente

In questa burrasca ci offrono un riparo
Dietro lauta ricompensa ma con finti sorrisi
Adeguati e ti salverai
Ti salverai

Noi siamo di Serie B
Chiuse in una gabbia cui han buttato via la chiave
Noi siamo di Serie B
Condannati a una vita non nostra
Noi siamo di Serie B
Chiuse in una gabbia cui han buttato via la chiave
Noi siamo di Serie B
Condannati a una vita non nostra

 

Uma vez mais nos trataram mal
Fecharam nossos olhos e nos limitaram a olhar
Um espelho que reflete o mundo perfeito deles

Contagiados pelo pecado e sem redenção
Palavras como flechas que limitam qualquer ação
Enquanto seus olhos choram quando se abrem

Nós somos pessoas de Série B
Presos em uma jaula da qual jogaram fora as chaves

Nós somos de Série B
Presos em uma jaula da qual jogaram fora as chaves
Nós somos de Série B
Condenados a uma vida que não é nossa
Nós somos de Série B
Presos em uma jaula da qual jogaram fora as chaves
Nós somos de Série B
Condenados a uma vida que não é nossa

Continuaram ligados a velhas convicções
Vemos só branco e preto
Nós esquecemos até as cores
Rompemos as correntes da nossa mente

Nessa embarcação nos oferecem um conserto
Em troca de alta recompensa e com sorrisos falsos
Fique adequado e se salvará
Se salvará

Nós somos de Série B
Presos em uma jaula da qual jogaram fora as chaves
Nós somos de Série B
Condenados a uma vida que não é nossa
Nós somos de Série B
Presos em uma jaula da qual jogaram fora as chaves
Nós somos de Série B
Condenados a uma vida que não é nossa

 

 

“Weird Al” Yankovic lança novo álbum com paródia de marchas dos times universitários

A ideia é boa, mas o resultado final não está longe dos grandes clássicos do artista

Werid Al Yankovic em Sports Song (Reprodução)
Werid Al Yankovic em Sports Song (Reprodução)

As bandas são tão importantes quanto os times nos esportes universitários norte-americanos. Elas fazem parte da delegação nas viagens, e ocupam um espaço razoável nos estádios. E, no final das contas, acabam cantando marchas que não são lá das mais originais.

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“Weird Al” Yankovic, artista que se notabilizou por criar paródias de músicas de sucesso, percebeu isso, e resolveu fazer uma brincadeira esportiva em seu novo álbum. “Sports Song” é uma das faixas de Mandatory Fun, lançado nesta semana nos Estados Unidos. Ele brinca como todas as letras das marchas se resumem a versões de “nosso time é bom, e o de vocês é ruim”.

OK, a ideia é boa, mas está longe de clássicos como Eat It, Fat, Bedrock Anthem, Money for Nothing e The Saga Begins.

http://www.funnyordie.com/embed/ba6f6b020a

Querem criar cantos decentes para a Seleção, e surgiram umas boas opções

Um grupo de cariocas lançou letras legais, mas precisa espalhar isso, pois o Brasil só joga no Maracanã se for na final

Tudo bem, já ficou claro que as pessoas que estão acostumadas com o clima de estádio no Brasil não aguentam mais o “Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amooo-oor”. Compreensível, pois é um canto insípido que ficou muito vinculado ao tipo de torcedor que nem gosta tanto de futebol e só resolve ir ao estádio quando é jogo da Seleção porque é mais bacaninha. Isso não era um problema grande, até que os países latino-americanos começaram a invadir o Brasil para a Copa do Mundo e passaram a fazer mais barulho nos estádios do que a equipe da casa.

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A torcida mexicana, inclusive, tirou sarro disso após o jogo entre México e Brasil em Fortaleza: “Brasileiro, brasileiro / Eu te quero perguntar / Como é sentir-se visitante / Mesmo quando joga de local”. E, convenhamos, vai continuar sendo assim se não surgir uma música que passe um mínimo de energia e que a torcida cante com vibração real. Mais ou menos o que se sente quando resolvem usar gritos de clubes em jogos da Copa.

Até que um pessoal começou a se mexer. E até criaram umas coisas interessantes. Um grupo se reuniu em Copacabana nesta sexta e criou a Banda Verde e Amarela, aque até abriu uma página no Facebook e já lançou umas sugestões. Com altos e baixos, há material com potencial aí. Veja:

Banda verde amarela_letras

Uma delas, aliás, tem versão vídeo:

Mas não é só isso. Também pintou outra opção. Uma letra um pouco elaborada, talvez demore para a torcida (ainda mais uma torcida tão dispersa, sem uma centralização como em uma organizada de clube para ajudar a vingar a música) aprender. Mas também é interessante:

O problema é que a Copa já está rolando e há pouco tempo para fazer tanta gente aprender essas músicas. Além disso, muitas estão surgindo no Rio de Janeiro e o Brasil só jogará no Maracanã se chegar à final. Ou seja, isso precisa se espalhar pelo País ainda.

Bem, ficam essas sugestões, e que surjam outras. Melhor do que o “Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.

Com dicas dos leitores Marcelo Wilinski e Daniel Tibães

Agora você já tem uma coisa boa para falar do One Direction

Um dos integrantes da boyband inglesa comprou seu time do coração para tirá-lo da terceira divisão

Astro do rock ou da música pop (e, no caso do Brasil, do forró) financiar clube de futebol não é a maior novidade do mundo. O sujeito ficou rico e famoso e resolve usar seu dinheiro para ajudar o clube do coração que anda em maus lençóis. É sempre uma história legalzinha, e a gente sente alguma simpatia pelo sujeito, seja ele o Fatboy Slim (Brighton & Hove Albion) ou o Die Toten Hosen (Fortuna Düsseldorf). Bem, então, em nome da coerência, agora você precisa sentir simpatia pelo One Direction.

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Louis Tomlinson, um dos membros da boyband, acertou a compra de parte do Doncaster Rovers, seu time do coração. O clube acabou de ser rebaixado para a terceira divisão inglesa, e a chegada do novo investidor ajduará a fechar as contas. No entanto, Tomlinson não disse que vai investir pesado para reforçar a equipe. Segundo ele, o objetivo é ter solidez para aumentar a relação entre o clube e a comunidade.

Sabe o que é pior? Ele está certíssimo!

Seleção portuguesa lança clipe para a Copa, mas… o que é aquela dancinha no final, o pá?

Não que os brasileiros possam falar muito depois daquela coisa Made in Caribe que virou o tema oficial do Mundial

A Copa 2014 pode ser espetacular em campo, mas, sejamos honestos, anda bem fraca no aspecto musical. O hino oficial é estranho e seu clipe parece mais uma mistura de Bollywood com Miami Vice. Shakira deu seu pitaco, mas com uma música bem menos carismática que “Waka Waka”. Agora temos mais uma música para a galeria: a canção oficial da seleção portuguesa.

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O clipe segue abaixo. É uma música pop com letra otimista e sem muito sal, como 90% do que se faz nessa situação. A cantora é Kika, garota de 16 anos que estourou ano passado após o lançamento do álbum “Alive” (ela canta em inglês). Falta vibração na hora de interpretar, mas isso é o de menos. Estranho mesmo é a dancinha do final. Bater palma e esticar o braço é o gesto comum das torcidas nos estádios de Portugal, isso não tem problema. Mas resolveram desenvolver uma coreografia a partir disso e ficou quase uma Macarena.

O pior é que, mesmo com a dança esquisita e a produção mais econômica, não dá para dizer que é pior que o clipe Made in Caribe do hino oficial da Copa.

Os uruguaios já fizeram uma música para lamentar a lesão no joelho de Luís Suárez

Um programa da Radio Oriental lançou “Los Meniscos de Suárez”

Luis Suárez diz que jogará a Copa, mas os uruguaios ficaram bastante desconfiados após o atacante realizar uma cirurgia no menisco. Tão desconfiados que já até sabem qual será a trilha sonora da eliminação no Mundial. Nesta quinta, Ernesto Muniz, integrante do programa Tiempo Presente, da Rádio Oriental, apresentou a música “Los Meniscos de Suárez”.

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Bem, já fica claro pelo refrão que os meniscos de Suárez são culpados por todos os males. Mais do que a empregada do técnico Óscar Tabárez (OK, a gente dá o braço a torcer para a rapidez da composição, mas a letra é meio tosca. Como é de se esperar para um caso desse).

Confiram: