Nationals x Dodgers demorou tanto que fez que o metrô fosse xingado em rede nacional

As pessoas parecem irritadas com o serviço metroviário de Washington

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O jogo chegava ao final e a tensão crescia. O duelo valia uma vaga na semifinal do campeonato para o vencedor, e as férias antecipadas para o perdedor. Técnicos vão fazendo substituições para ter as melhores condições para a vitória e a torcida local já temia pelo pior quando via a reação da equipe adversária. De repente, os torcedores se unem em um grito, que pôde ser ouvido até pelos que acompanhavam a partida pela TV: “O metrô é uma droga! O metrô é uma droga!”.

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Maior legado paraolímpico seria ver um país com cidades mais acessíveis

Mais que condições de treinamento ou atenção de público, portadores de deficiência precisam de condições de se locomover com autonomia na rua

Os Jogos Paraolímpicos de 2016 foram bem sucedidos em vários tipos de medição. O público nas arenas chegou a superar um dia dos Jogos Olímpicos, a audiência da TV foi marcante (ao menos na Sportv, pois ficou quase esquecida na TV aberta) e o Brasil teve recorde de medalhas, ainda que não tenha atingido a meta de ficar no quinto lugar no quadro. Mas o sucesso real não apareceu na TV, não subiu ao pódio, não se definiu com a extinção do fogo da pira paraolímpica no Maracanã. Ele se verá nas ruas.

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O que Tóquio vai fazer para os Jogos de 2020 (e o que já tem pronto)

Boa parte da infraestrutura já está em funcionamento… desde 1964

Shinzo Abe não é o chefe de governo mais popular do mundo. Longe disso. O primeiro ministro japonês sofre com a dificuldade de fazer a economia de seu país recuperar o crescimento e por defender ideias como o aumento no investimento militar. Mas, aos olhos do mundo, o líder da terceira nação mais rica do planeta  é um senhor simpático que topou aparecer no meio do Maracanã fantasiado de Mario. Tóquio aproveitou bem seus oito minutos durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de 2016, realizados no Rio de Janeiro, e deixou uma mostra do que pretendem fazer para a próxima edição, em 2020.

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Inflação durante grandes eventos é mais nociva do que parece

Elevar agressivamente os preços só afastam organizadores e visitantes, e ainda atingem os locais

É a oportunidade de ouro, quase literalmente. Um grande evento vem para a sua cidade, pessoas de todo o mundo chegam com dólares e euros para gastar. Hora de tirar a lei da oferta e da procura do bolso e elevar os preços para faturar o máximo possível.

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Rio corrige erro do bilhete olímpico, mas confusão ainda reina

Sistema de transportes nos Jogos Olímpicos permanece com problemas

“Não tinha esse bilhete olímpico unitário, mas reclamaram tanto que criaram em cima da hora. Só que não pode comprar essa passagem na máquina, só na bilheteria.”

A atendente da estação Salvador Allende do BRT se esforça, mas não consegue evitar o constrangimento. Por mais que a prefeitura do Rio de Janeiro tenha divulgado insistentemente que o transporte público era a melhor forma de chegar às arenas dos Jogos Olímpicos, fica cada vez mais evidente que o sistema não estava preparado. O erro de criar um bilhete olímpico sem passagem unitária foi corrigido, mas diversos outros seguem.

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Dez cidades, onze piras olímpicas

Que tal relembrar como ficou acomodada a chama olímpica nas últimas décadas?

Uma pira pequena, parecendo quase uma cuia. Poderia passar despercebida, mas atrás dela está uma escultura cinética do artista norte-americano Anthony Howe. O conjunto visa dar amplitude à luz das chamas, mas sem consumir muito combustível.

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Cerimônia de abertura mostrou o que toda a Rio-2016 poderia representar para o Brasil

Como fazer o necessário sem perder a alma ou gastar um dinheiro que não tem

Quando o Brasil foi definido como sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, rapidamente veio o discurso de “fazer o possível”, fazer eventos “com cara e limitações do Brasil”. Tudo isso foi esquecido, termos como “Padrão Fifa” surgiram no noticiário para argumentar que o único jeito de realizar tais competições era gastar uma fortuna.

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Rio-2016 quer promover o esporte inibindo as pessoas de praticá-lo

Organização dos Jogos Olímpicos não oferece opção para quem quiser ir aos eventos de bicicleta

Para que servem os Jogos Olímpicos? Para que serve o esporte? É um entretenimento de alcance mundial e alimenta uma indústria bilionária. Mas, antes de tudo, o princípio fundamental de qualquer evento esportivo é promover – ainda que subliminarmente – a atividade física por parte das pessoas. As modalidades, quaisquer que sejam, existem pela necessidade do ser humano de acionar o corpo para mantê-lo, da mente ao dedão do pé, saudável.

Aparentemente, os organizadores da Rio-2016 esqueceram essa função social do evento com o qual estão trabalhando.

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O legado que não virá e o fim definitivo do sonho olímpico

Há um mês do início dos Jogos do Rio, já dá para cravar que o Brasil deixou passar uma grande oportunidade de usar grandes eventos para mudar suas cidades

Vamos voltar um pouco no tempo. Outubro de 2007, Zurique, o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, vai ao púlpito com um envelope na mão. Lá estava o nome do país que organizaria a Copa do Mundo de 2014. Nenhuma surpresa, já que havia candidatura única: o Brasil estava escolhido. Dois anos depois, a cena se repetiu. Jacques Rogge, presidente do COI, abre o envelope e anuncia a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Ali havia apreensão devido à concorrência espanhola, mas o resultado foi parecido e a incumbência era do Rio de Janeiro.

Ninguém ganharia um prêmio por supor, já naquela época, que havia um enorme potencial de problemas na organização dos dois megaeventos esportivos. O modus operandi dos dirigentes brasileiros são conhecidos há décadas, e era de se esperar uso político, clientelismo e toda sorte de artifícios para usar o esporte de forma duvidosa. Mas havia quem mantivesse a esperança de algo diferente.

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Tóquio já prepara seu legado para os Jogos Olímpicos de 2020: a energia do hidrogênio

A tecnologia é mais usada em carros, mas a ideia é entrar na rede elétrica do país

A indústria tem investido no desenvolvimento de carros com energia limpa, mas esse mercado ainda sofre um obstáculo: a infraestrutura. O público desses veículos sempre será limitado enquanto houver pouca oferta de locais para reabastecimento. O Japão já tomou a dianteira nos postos de recarga de automóveis elétricos e agora quer fazer o mesmo para os movidos a hidrogênio. Mais que isso, querem usar essa tecnologia para a matriz energética do país. E pretendem usar os Jogos Olímpicos para isso.

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