[Copa 2014, um ano] Confira o gol de Pinilla que salvou o Brasil de tomar 7 a 1 da Alemanha

Não custa sonhar, né?

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Para celebrar o primeiro aniversário do Mundial 2014, vamos retomar um dos lemas da Copa. Depois do “Não vai ter Copa”, do “Vai ter Copa, sim” e do “Devia ter Copa todo ano”, é a vez de gritar “Volta, Copa!”. A cada dia, uma retrospectiva do que ocorreu há um ano. Só para alimentarmos nossa saudade.

VOLTA, COPA: Confira a retrospectiva dia a dia do que rolou na Copa das Copas

O folclore

Dia de folga, boa oportunidade para os jogadores relaxarem e brincarem um pouco. Benzema fez uma moral com o filho do presidente do Botafogo de Ribeirão Preto, Thomas Müller foi mais um alemão a interagir com a polícia baiana e Van Persie foi à praia jogar frescobol com Kluivert.

Entre o pessoal eliminado, a mordida de Luis Suárez virou abridor de garrafa, os argelinos paravam a capital Argel para receber a seleção e os norte-americanos celebravam as gandes atuações de… Landon Donovan? Mas festa mesmo foi na Costa Rica, como mostra esse vídeo feito com várias comemorações pelo país após a vitória nos pênaltis contra a Grécia.

Bola rolando

Não houve jogos neste dia.

Vídeos do dia

Os chilenos continuam obcecados com a derrota para o Brasil, sobretudo o chute na trave de Pinilla no último minuto da prorrogação. Nada que uns minutinhos no computador não resolvam. Seria uma boa solução para salvar o Brasil de sua maior humilhação futebolística.

Enquanto isso, na Trivela

Abrimos com duas reportagens exclusivas de Argentina x Suíça. Conseguimos acompanhar o jogo ao lado de Pelé no camarote da Arena Corinthians. Claro, fizemos uma entrevista com o Rei. Enquanto isso, outro repórter estava no meio da galera, e registrou o fantástico duelo entre torcedores argentinos e brasileiros. E, em uma mostra incrível de evolução desde o início do Mundial, os brasileiros conseguiram vencer no grito. Culpa de Pelé e de seus “mil gols”.

Mas aproveitamos o dia de folga para fazer análises do que já havia acontecido. Por exemplo, mostramos como a queda da média de gols nas oitavas de final não tinha nada a ver com a queda de ofensividade, mas com o aumento do desempenho dos goleiros. Todos foram incríveis, com 44% a mais de defesas que na primeira fase. Também apresentamos dados de uma pesquisa que coloca Messi como um jogador muito acima do resto (OK, isso parece meio óbvio, mas o levantamento é legal).

Oea do dia

[Copa 2014, um ano] Brasil passa nos penais, mas Thiago Silva começa a viver seu calvário

Chile quase antecipa o Mineirazo em alguns dias

Para celebrar o primeiro aniversário do Mundial 2014, vamos retomar um dos lemas da Copa. Depois do “Não vai ter Copa”, do “Vai ter Copa, sim” e do “Devia ter Copa todo ano”, é a vez de gritar “Volta, Copa!”. A cada dia, uma retrospectiva do que ocorreu há um ano. Só para alimentarmos nossa saudade.

VOLTA, COPA: Confira a retrospectiva dia a dia do que rolou na Copa das Copas

O folclore

A Colômbia venceu o Uruguai e chegou às quartas de final pela primeira vez em sua história. Sabem o que isso significa? Claro, muito armeration. Até Valderrama entrou na dança. Ou tentou.

Outro que já estava pensando na festa era Elio Di Rupo, primeiro ministro da Bélgica. Assim que viu que a seleção de seu país enfrentaria os Estados Unidos nas oitavas de final, já mandou mensagem apostando cervejas com Barack Obama.

Também foi o dia em que se revelou um vídeo genial de algo ocorrido dois dias antes. Na volta para o segundo tempo de Argentina x Nigéria, o goleiro Enyeama pede uma força ao árbitro Nicola Rizzolli, que havia marcado duas faltas muito perigosas para os argentinos no primeiro tempo. O nigeriano fez uma grande defesa na primeira, mas não segurou a segunda. Afinal, Messi é fogo!

Enquanto isso, no Rio de Janeiro, o Botafogo já anunciava um reforço para o restante da temporada nacional. O ataque alvinegro teria Van Persie! Bem, não foi exatamente isso o que aconteceu. O holandês apenas tinha dito que era fã de Garrincha, e o clube de General Severiano aproveitou para presentear o craque com a camisa 7 usada pelo Mané.

Bola rolando

Começam as oitavas de final, e com MUITA emoção (leia-se agonia). O Brasil faz uma partida muito ruim, é pressionado pelo Chile, toma bola na trave no último minuto da prorrogação, mas segura o 1 a 1. A bem da verdade, Hulk até fez um gol mal anulado no segundo tempo, mas a marca do jogo foi o futebol ruim e o choro de Thiago Silva na disputa de pênaltis. Apesar de tudo isso, o Brasil passou e evitou o Mineirazo nas oitavas de final.

No segundo jogo do dia, a Colômbia venceu o Uruguai com autoridade no encontro que entrou para a história pelo golaço de James Rodríguez.

Vídeos do dia

Hoje são dois, porque não dá para deixar um deles de fora. Primeiro, a torcida argelina celebra classificação agradecendo à cidade de Curitiba pela sorte e receptividade. Depois, o gol de James Rodríguez contra o Uruguai, eleito no final do ano o mais bonito de 2014.

Enquanto isso, na Trivela

Diante da dificuldade do Brasil de construir um meio-campo consistente, lançamos uma ideia: Hernanes precisa ter uma chance contra a Colômbia.

E nosso enviado a Recife fez uma bela reportagem – com galeria – sobre o museu dos bonecos gigantes de Olinda, com direito a várias homenagens aos jogadores que participaram da Copa do Mundo.

Oea do dia

Por que a posição da Conmebol sobre atitude de Jara é tão importante

Entidade tem a oportunidade de estabelecer um limite do que é aceitável ou não no futebol sul-americano

A malandragem e a intimidação fazem parte do futebol sul-americano como o dinheiro faz parte da vida do Real Madrid e do Barcelona. Por décadas, aceitou-se que os gramados se transformassem quase em arenas de telecatch em partidas da Libertadores, sempre com olhar muito, digamos, “generoso” da arbitragem. Essas práticas já diminuíram, mas ainda há resquícios de um jogo provocador, que desafia os limites da regra a todo momento. A dedada de Jara em Cavani no Chile x Uruguai desta quarta é um sinal disso, e por isso é tão importante o que a Conmebol decidirá fazer com o jogador chileno.

PODCAST: Copa América com mais polêmica de arbitragem do que bom futebol

A entidade pode punir o zagueiro por dois caminhos. Se o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci relatou a agressão em sua súmula, basta a comissão disciplinar da confederação julgar o caso e estabelecer a punição. Se o lance foi omitido, o julgamento teria de ser feito com base nas imagens da TV. O regulamento da Copa América não prevê punições por provas em vídeo, mas até a imprensa chilena reconhece que a Conmebol poderia lançar mão desse dispositivo para corrigir um eventual silêncio de Ricci. A pena poderia ir de um a três jogos.

Há muitas coisas em jogo nesse debate. Do ponto de vista político, o Chile deve fazer pressão para que nada ocorra para aumentar suas chances de conquistar um título inédito diante de sua torcida. Na pior das hipóteses, os chilenos aceitariam empurrar o caso para após a Copa América, mesmo que isso tirasse o jogador de algumas partidas das Eliminatórias para o Mundial da Rússia.

No entanto, duas potências do continente gostariam de ver uma punição rigorosa a Jara. O Uruguai, ressentido pela expulsão de Cavani e pela eliminação, deseja que se faça justiça de alguma forma. E, de acordo com vários relatos vindos do Chile, o Brasil também está de olho em todas as ações do comitê disciplinar da Conmebol, pois considerou a punição de quatro jogos a Neymar muito pesada e quer se certificar que os demais casos também sejam julgados com rigor.

VEJA MAIS: Falta na seleção brasileira quem chame a responsabilidade além de Neymar

Mas o que está em julgamento não é a força política do Chile, do Uruguai ou do Brasil. É que tipo de atitude se aceita dentro do futebol sul-americano. É desenhar no chão o limite do que é a malandragem saudável, que faz parte da identidade futebolística latino-americana, do que é a provocação antiética e antiesportiva, que não deve continuar existindo.

Se a Conmebol não punir Jara ou estabelecer uma pena leve (multa, por exemplo), ela dará passe livre para que outros jogadores repitam o zagueiro chileno. Se houver uma suspensão pesada, ficará claro para qualquer jogador que há um limite na provocação, e colocar o dedo em uma área íntima do adversário está do lado errado dessa linha imaginária.

O futebol da América do Sul é fascinante e único por diversos motivos. A paixão em campo e nas arquibancadas, a técnica no gramado, a intensidade do jogo e, sim, a malandragem também. Mas isso engloba agressão sexual? A Conmebol dará a resposta.

Aqui estão os grupos da Copa América 2015, e o Brasil reencontra a Colômbia

Argentina x Uruguai pinta como jogo mais interessante da primeira fase

A Conmebol realizou, nesta segunda, o sorteio dos grupos da Copa América 2015. Chile, Brasil e Argentina foram os cabeças de chave, e as demais seleções foram divididas em potes de acordo com seu nível técnico: Colômbia, México e Uruguai no pote 2, Equador, Paraguai e Peru no 3 e Bolívia, Jamaica e Venezuela no 4. Veja como ficou:

Grupo A

Chile, México, Equador e Bolívia

Grupo B

Argentina, Uruguai, Paraguai e Jamaica

Grupo C

Brasil, Colômbia, Peru e Venezuela

O Brasil até que não pode reclamar. Caiu na chave com Colômbia, Peru e Venezuela. O confronto com os colombianos se ensaia interessante, com o reencontro depois da violenta partida nas quartas de final da Copa 2014 e no exageradamente ríspido amistoso em setembro, disputado em Miami. Mas peruanos e venezuelanos não vivem grande momento e são adversários contornáveis.

Classificam-se os dois primeiros de cada grupo e os dois melhores terceiros colocados.

Chile se prepara para a Alemanha e lamenta lesão de Orellana… no mundo paralelo do Twitter

Chilenos simulam no Twitter como seria o jogo contra a Colômbia se a bola de Pinilla tivesse entrado contra o Brasil

Os traumas começam a ser superados quando viram piada. E podemos dizer que o Chile já está lidando melhor com a eliminação para o Brasil e a derrota no que quase foi o momento mais glorioso da história de seu futebol. Nesta sexta, os chilenos brincaram com seu azar na Copa, e simularam pelo Twitter o que aconteceria se aquela finalização de Pinilla fosse 5 cm mais baixa.

LEIA MAIS: Pinilla levará o chute na trave do Brasil pelo resto de sua vida, na cabeça e nas costas

Os torcedores criaram a hashtag #mundoparalelo e descreveram a situação. Medel era dúvida, mas jogou. Valdívia entrou como titular, em uma sacada de Jorge Sampaoli para surpreender a Colômbia. Funcionou: vitória por 2 a 0 que colocou o Chile numa semifinal de Copa depois de 52 anos. Mas houve baixas: Orellana sofreu uma lesão, foi para o hospital e não poderá enfrentar a Alemanha.

Veja os melhores momentos desse duelo sul-americano:

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Tem chileno buscando ajuda no mundo paralelo (e nos efeitos especiais) para vencer o Brasil

Veja o que aconteceria se o chute de Pinilla fosse alguns centímetros mais baixo

Cada país tem seu trauma futebolístico, e a bola na trave de Pinilla no último minuto da prorrogação contra o Brasil já vai virando o chileno. Até dá para entender: os chilenos dominaram a partida atuando fora de casa contra o país mais vitorioso do futebol mundial. Mas a bola decisiva foi ao travessão, e a disputa de pênaltis foi brasileira.

LEIA MAIS: Pinilla levará o chute na trave do Brasil pelo resto de sua vida, na cabeça e nas costas

Para construir uma memória mais feliz, algum chileno já fez sua versão do mundo paralelo do arremate do atacante. Pode ajudar a acalmar a alma do Chile, mas veja com cuidado porque pode ser uma imagem traumatizante para um brasileiro.

Pinilla levará o chute na trave do Brasil pelo resto de sua vida, na cabeça e nas costas

Atacante chileno faz uma tatuagem do momento em que ficou “a um centímetro da glória”

As tatuagens sempre foram uma obsessão de Mauricio Pinilla. O gol que ele perdeu aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação contra o Brasil, acertando no travessão o chute que faria do Chile o autor do Mineirazo, tem tudo para se transformar em outra. Então, nada mais natural que o atacante resolvesse juntar as duas coisas.

LEIA MAIS: A recepção digna de campeões ressalta a grandeza do Chile de Sampaoli

Logo em seu primeiro dia em casa depois da Copa, Pinilla resolveu fazer uma tatuagem do seu chute. Ele ainda incluiu, em inglês, o título “Um centímetro da glória”. Assim, o lance ficará na sua memória para sempre, e também nas suas costas. O que não parece ser um problema. Ser o responsável por acertar a trave pode ser visto como um fracasso, um erro de finalização, mas o atacante do Cagliari parece encarar com orgulho.

Melhor assim. O Chile não precisa ter o seu Barbosa.

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Pênalti perdido do Chile foi momento esportivo mais tuitado da história

Foram quase 390 mil tuítes por minuto no final de Brasil x Chile

É quase impossível ver um jogo na TV e ficar só nisso. A tentação de emitir alguma opinião sobre o que acontece em campo é muito grande. Assim, computador, celular ou tablet se transformam em companheiros da TV, e você usa a rede social para falar algo sobre grandes lances. Como o pênalti desperdiçado por Jara, que deu a classificação ao Brasil sobre o Chile neste sábado.

LEIA MAIS: Mapas animados mostram como o Twitter se comporta na Copa

De acordo com dados do Twitter, foram quase 390 mil tuítes por minuto. Nenhum outro momento foi tão comentado na rede social pelo mundo. O recorde anterior era do último Super Bowl, com 382 mil. No cômputo de todo o jogo, a final da NFL ainda é a campeã: 24,9 milhões contra 16,4 milhões.

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Veja de onde vieram tantas mensagens e em que momento elas foram mais constantes:

http://cartodb.com/v/worldcup/match/?TC=x&vis=b21722fa-feee-11e3-b20a-0edbca4b5057&h=t&t=Brazil,5CA2D1%7CChile,cc152b&m=6%2F28%2F2014%2013:00:00%20GMT,6%2F28%2F2014%2014:55:00GMT&g=18,%20102,%20105,%20109%7C32,%20106,%20108#/2/-20.0/-11.3/0

Querem criar cantos decentes para a Seleção, e surgiram umas boas opções

Um grupo de cariocas lançou letras legais, mas precisa espalhar isso, pois o Brasil só joga no Maracanã se for na final

Tudo bem, já ficou claro que as pessoas que estão acostumadas com o clima de estádio no Brasil não aguentam mais o “Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amooo-oor”. Compreensível, pois é um canto insípido que ficou muito vinculado ao tipo de torcedor que nem gosta tanto de futebol e só resolve ir ao estádio quando é jogo da Seleção porque é mais bacaninha. Isso não era um problema grande, até que os países latino-americanos começaram a invadir o Brasil para a Copa do Mundo e passaram a fazer mais barulho nos estádios do que a equipe da casa.

LEIA MAIS: Torcida brasileira tem animação, desde que seja para gritar pelos clubes

A torcida mexicana, inclusive, tirou sarro disso após o jogo entre México e Brasil em Fortaleza: “Brasileiro, brasileiro / Eu te quero perguntar / Como é sentir-se visitante / Mesmo quando joga de local”. E, convenhamos, vai continuar sendo assim se não surgir uma música que passe um mínimo de energia e que a torcida cante com vibração real. Mais ou menos o que se sente quando resolvem usar gritos de clubes em jogos da Copa.

Até que um pessoal começou a se mexer. E até criaram umas coisas interessantes. Um grupo se reuniu em Copacabana nesta sexta e criou a Banda Verde e Amarela, aque até abriu uma página no Facebook e já lançou umas sugestões. Com altos e baixos, há material com potencial aí. Veja:

Banda verde amarela_letras

Uma delas, aliás, tem versão vídeo:

Mas não é só isso. Também pintou outra opção. Uma letra um pouco elaborada, talvez demore para a torcida (ainda mais uma torcida tão dispersa, sem uma centralização como em uma organizada de clube para ajudar a vingar a música) aprender. Mas também é interessante:

O problema é que a Copa já está rolando e há pouco tempo para fazer tanta gente aprender essas músicas. Além disso, muitas estão surgindo no Rio de Janeiro e o Brasil só jogará no Maracanã se chegar à final. Ou seja, isso precisa se espalhar pelo País ainda.

Bem, ficam essas sugestões, e que surjam outras. Melhor do que o “Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.

Com dicas dos leitores Marcelo Wilinski e Daniel Tibães

Jogador por jogador, as avaliações de Espanha 0x2 Chile

Alexis Sánchez, Aránguiz e Vidal foram os destaques em um jogo em que foi difícil achar um espanhol que se salvou

Espanha

Casillas – 3,5

Falhou duas vezes no segundo gol, e talvez pudesse ter evitado o drible que sofreu no primeiro. Além disso, esteve inseguro. Parece ter perdido a confiança depois dos erros contra a Holanda.

Azpilicueta – 4

Alexis Sánchez fez o que quis em cima dele. Atuação muito abaixo da crítica.

Javi Martínez – 4

Perdido em campo, não sabia como parar o ataque chileno. Não fosse o preciosismo dos adversários, poderia sair com uma conta maior.

Sergio Ramos – 5

Foi o defensor mais decente da Espanha. Ficou perdido em um time bagunçado, mas mostrou mais raça para tentar evitar um vexame maior.

Jordi Alba – 4,5

Não seu opções ofensivas pela esquerda, uma de suas virtudes. Além disso, suas costas foram muito exploradas durante a partida. O primeiro gol surgiu por ali.

Busquets – 4,5

Ficou sobrecarregado, e acabou não dando conta. O problema é que acabou perdendo uma oportunidade clara, que recolocaria a Espanha na partida.

Xabi Alonso – 3,5

Horrível, tenebroso. Tudo o que tentava dava errado. Dia para esquecer.

(Koke) – 4

Entrou para dar mais dinamismo para a Espanha, mas ficou sumido e ainda deixou o time mais aberto.

Iniesta – 4,5

É triste ver um jogador como Iniesta dentro de uma equipe tão desestruturada. Ele não tinha com quem jogar, e acabava errando.

David Silva – 4

Omisso em campo, mal apareceu na partida.

Pedro – 4

Uma de suas grandes virtudes é a leitura de jogo que lhe permite encaixar em uma equipe bem montada. Mas, em uma equipe desmontada, ele acabou sem função.

(Cazorla) – 5

Entrou em um momento em que a Espanha já aceitava a derrota. Então, nem teve tempo ou chance de fazer muita coisa. Mas tentou.

Diego Costa – 4,5

Correu muito, lutou, mas ficou isolado. A Espanha não sabe jogar com um centroavante e ele acabou sacrificado.

(Fernando Torres) – 5

Como Cazorla: não foi bem, mas nem teve tempo de abaixar tanto sua nota.

Chile

Bravo – 7

Não precisou fazer defesas espetaculares, mas foi muito exigido pelo excesso de bolas que a Espanha jogou na área do Chile. E foi seguro o tempo todo.

Medel – 7

Esteve sempre bem posicionado, antecipando-se aos atacantes espanhóis e liderando o trio defensivo.

Silva – 6

Foi seguro. Não fez nada de sensacional, mas não comprometeu.

Jara – 5,5

Sofreu um pouco mais com a tentativa de pressão da Espanha.

Isla – 6

Poderia ter avançado mais, mas tem o crédito de ter salvado o Chile de uma grande chance de Diego Costa.

Mena – 6,5

Subiu um pouco mais, ajudou a puxar alguns contra-ataques.

Aránguiz – 7,5

Foi o grande articulador do meio-campo chileno. Era o responsável por ligar a defesa ao meio-campo.

(Gutiérrez) – 6,5

Entrou quando o jogo já estava moralmente decidido, nem teve oportunidade de fazer tanta coisa.

Díaz – 6

Jogador mais discreto do meio-campo chileno.

Vidal – 7,5

O líder da equipe. Distribuía o jogo na frente, formando boa parceria como Aránguiz.

(Carmona) – sem nota

Ficou pouco tempo em campo.

Vargas – 6,5

Apareceu bastante no jogo, mas errou um pouco além da conta no começo. Depois de marcar seu gol, se tranquilizou e cresceu.

(Valdívia) – sem nota

Ficou pouco tempo em campo.

Alexis Sánchez – 7,5

A defesa espanhola está até agora procurando o atacante do Barcelona. Criou muito espaço pelas pontas, teria dado muitas assistências se o Chile tivesse um centroavante no nível de Zamorano ou Salas.

Árbitro

Mark Geiger (Estados Unidos) – 6,5

A Espanha ficou entregue rápido, e o jogo acabou não apresentando grandes dificuldades. Ele cometeu pequenos errinhos, até por relaxamento de um jogo tranquilo.