Nationals x Dodgers demorou tanto que fez que o metrô fosse xingado em rede nacional

As pessoas parecem irritadas com o serviço metroviário de Washington

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O jogo chegava ao final e a tensão crescia. O duelo valia uma vaga na semifinal do campeonato para o vencedor, e as férias antecipadas para o perdedor. Técnicos vão fazendo substituições para ter as melhores condições para a vitória e a torcida local já temia pelo pior quando via a reação da equipe adversária. De repente, os torcedores se unem em um grito, que pôde ser ouvido até pelos que acompanhavam a partida pela TV: “O metrô é uma droga! O metrô é uma droga!”.

Veja a matéria completa no Outra Cidade

Ichiro Suzuki rebate bolas de beisebol como se jogasse tênis

Às vezes parece um lob, às vezes parece uma passada. Coisa de gênio

Não há jogador como Ichiro Suzuki. O defensor externo japonês já não tem a eficiência defensiva e o poderio ofensivo da época de Seattle Mariners, mas é difícil encontrar um jogador com mais talento para rebater uma bola de beisebol. Sobretudo pela forma como ele o faz: como um mestre oriental que pacientemente escolhe o melhor momento para apresentar uma arte que levou décadas para ser aprimorada.

Suzuki é reserva do Miami Marlins nesta temporada, entrando como pinch-hitter nas entradas finais. No entanto, a lesão de Christian Yelich deu ao japonês a oportunidade de se tornar titular. E ele tem deitado e rolado. Em três dias, conseguiu dois jogos com quatro rebatidas. E do jeito mais Ichiro possível: batendo na bolinha de beisebol como se jogasse tênis. Uma hora parece que ele dá uma passada que encontra um espaço longe do alcance do adversário. Outra hora ele joga por cima como um lob, cujo objetivo nunca é ir longe, mas pousar no ponto certo da quadr… ops, campo.

Faltam apenas 40 rebatidas para chegar à incrível marca de 3 mil. Uma façanha por si só, mas que fica ainda maior se lembrarmos que Ichiro só estreou na MLB aos 27 anos, após nove temporadas na NPB (liga japonesa).

Vinte strikeouts: o que Max Scherzer fez contra os Tigers foi pura arte

Para não perder a perspectiva, a façanha desta quarta é mais rara que arremessar um jogo perfeito ou ter quatro home runs em uma partida

Um no-hitter é uma façanha difícil de atingir. Foram 295 nos quase 140 anos e mais de 200 mil jogos na história da MLB. Um jogo perfeito é menos comum. Foram 23. Um jogo com quatro home runs é ainda mais raro. Foram 16. Mas mais raro que tudo isso é um arremessador conseguir 20 strikeouts em um jogo. Foi o que Max Scherzer conseguiu nesta quarta, tornando-se apenas o quarto jogador a atingir essa marca.

O arremessador do Washington Nationals esteve magistral na vitória por 3 a 2 sobre o Detroit Tigers. Cedeu seis rebatidas, duas delas home runs de uma corrida. Ainda assim, seu desempenho foi pura arte. Veja abaixo um apanhado de suas vinte eliminações por strike. Ele ataca a zona de strike sem medo da rebatida (apenas 19% dos lançamentos foram fora), sua bola rápida sambava no ar e terminava sua trajetória sempre no ponto certo.

O que torna o feito ainda mais impressionante é o momento em que ele ocorreu. Como era um jogo interliga na casa da Liga Nacional, não havia rebatedor designado. Isso tirou dos Tigers o rebatedor designado, mas jogadores como Miguel Cabrera, Victor Martínez e Ian Kinsler estava em campo, e eles são muito bons de fazer contato com a bola.

Além disso, conseguir 20 strikeouts é mais raro no mundo de hoje, pois acumular eliminações por strike costuma elevar a contagem de arremessos e levar à saída do abridor. Mas Scherzer conseguiu fazer o jogo completo, com 20 das 27 eliminações por strike, em apenas 119 lançamentos. Incrível.

A marca de Scherzer iguala o recorde de strikeouts em uma partida. Ele divide essa posição com Roger Clemens (duas vezes, ambas pelo Boston Red Sox), Kerry Wood (Chicago Cubs) e Randy Johnson (Seattle Mariners). Curiosamente, Brad Ausmus, técnico do Detroit, estava em campo quando Wood e Clemens (pela segunda vez) atingiram a marca. E sempre esteve do lado perdedor.

Bryce Harper teve uma das tardes mais frustrantes que um jogador pode ter

Estrela do Washington Nationals foi sete vezes ao bastão, e não teve oportunidade de rebater nenhuma

Jogador gosta é de jogar. E jogar não significa entrar em campo. Significa ter a oportunidade de fazer as coisas do jogo: chutar, defender, passar, driblar… No caso do beisebol, é arremessar ou rebater. Claro, a modalidade também prevê que se corra nas bases e se defenda, mas o legal mesmo é o duelo arremessador x rebatedor. Ainda mais para um sujeito como Bryce Harper, talvez o homem mais letal da MLB quando vai ao bastão.

Por isso, sua tarde de domingo deve ter sido das mais frustrantes. O Washington Nationals perdeu por 4 a 3 para o Chicago Cubs na 13ª entrada. Harper foi ao bastão sete vezes. E não teve oportunidade de rebater uma vez sequer. Levou uma bolada e recebeu sete walks, três deles intencionais. Só não foi pior para o MVP da última temporada porque ele conseguiu anotar uma corrida.

Claramente os Cubs não fizeram força para rebater contra o astro dos Nats. Mesmo os walks não intencionais passaram a impressão de serem bem aceitos pelos arremessadores, que não atacaram a zona de strike nenhuma vez. O pior é que deu certo.

O técnico Joe Maddon disse que não tentou fugir de Harper, mas que foram questões pontuais de cada ida ao bastão. De fato, os três walks intencionais ocorreram com corredores em posição de anotar corrida e uma rebatida seria particularmente perigosa. Mesmo assim, ficou com uma cara de versão beisebolística do hack (tática do basquete de cometer faltas propositais em jogadores ruins de lance livre).

Eis uma grande verdade sobre o “código de honra” da MLB

Bryce Harper falou o que precisava ser dito, e seria bom se mais gente importante fizesse coro a ele

O respeito ao adversário é, acima de tudo, o respeito ao esporte. O respeito a quão difícil é conseguir cada rebatida, cada base. O respeito à necessidade do adversário ter sua dignidade preservada em qualquer situação. Tudo isso é muito bonito e ajuda a criar uma aura de cavalheirismo e honradez em torno do beisebol. Mas o mundo mudou, a forma como as pessoas encaram o esporte mudou e ignorar isso é ficar para trás.

O beisebol deve muito de sua alma às “regras não escritas” e ao “código de honra” entre os jogadores, mas tudo isso precisa cair. Os jogadores precisam se sentir soltos para se expressarem, para comemorar efusivamente um feito ou lamentar profunda e publicamente um erro. Não é desrespeito ao adversário, é respeito ao sentimento do torcedor que quer explodir de raiva ou de alegria naquele momento e gosta de ver seu representante em campo na mesma sintonia.

Por isso, é saudável que um dos melhores jogadores da MLB, o melhor da última temporada e uma das grandes figuras da nova geração, foi tão enfático ao combater ao código de ética tradicional entre jogadores. A revista ESPN publicou um perfil de Bryce Harper, e o astro do Washington Nationals foi bem claro:

“O beisebol está cansado. É um esporte cansado, porque você não pode se expressar. Você não pode fazer o que as pessoas em outros esportes fazem. Não estou dizendo que o beisebol é, você sabe, chato ou algo assim, mas a animação dos jovens que estão entrando no esporte e têm esse estilo. Seja Matt Harvey ou Jacob deGrom ou Manny Machado ou Joc Pederson ou Andrew McCutchen ou Yasiel Puig – há tantos caras no esporte agora que são divertidos. José Fernández é um grande exemplo. Ele vai conseguir um strikeout em cima de você e ficar olhando em direção ao banco e socar o ar. E se você rebater um home run e socar o ar também? Ele não se importa, porque ganhou dele. É parte do jogo. Você quer que mais crianças pratiquem o beisebol, certo? O que as crianças estão jogando hoje? Futebol americano, basquete. Veja os jogadores deles – Steph Curry, LeBron James. É excitante de ver esses caras em seus esportes. Cam Newton – eu amo como ele age. Ele sorri, ele ri.”

Harper está 100% certo. Por que é um desrespeito o arremessador comemorar uma eliminação e não é o jogador comemorar uma enterrada em cima do pivô adversário? Por que celebrar um home run é desrespeitoso e celebrar um gol ou um touchdown não é? Por que chegar à MLB como adolescente e causar impacto imediato justifica receber uma bolada só para “ficar esperto”, como ocorreu com Harper contra Cole Hamels?

É uma questão de ponto de vista e, mais que isso, de boa vontade na hora de encarar cada atitude. Claro, cada país tem um padrão de comportamento de jogadores e do público e o “código de conduta” dos atletas deve acompanhar isso. Mas a cultura esportiva americana já não é a da década de 1950, e o beisebol custa a aceitar isso.

Um torcedor se sentirá muito mais motivado a ir ao estádio, ver na TV ou comprar produtos de um time se ele sentir afinidade com os jogadores. Se Yasiel Puig criar uma comemoração diferente para cada home run que ele rebater, certamente torcedores do Los Angeles Dodgers ficarão sempre ligados à espera de qual será a próxima “coreografia”. O impacto seria maior ainda nos jovens, que têm menos cerimônia em relação ao mundo e ainda sentirão mais vontade de jogar beisebol na escola para poder repetir o gesto do ídolo.

E, no final das contas, o beisebol precisa muito desse público.

No primeiro Ovechkin x Crosby da temporada, melhor para o canadense

Os Penguins venceram, mas nenhum dos craques pontuou na partida

Os encontros entre Alex Ovechkin e Sidney Crosby não têm mais o mesmo charme de algumas temporadas atrás. Os dois jogadores, os primeiros fenômenos após o locaute da década passada, concentraram as atenções da mídia e dos torcedores por anos. Mas, com o tempo, Washington Capitals e Pittsburgh Pirates não se tornaram tão dominantes quanto se imaginava e o clima esfriou um pouco.

FIM DE INVENCIBILIDADE: Atenção! Vejam imagens chocantes de uma derrota do Montréal Canadiens

Ainda assim, há sempre algo especial quando os dois craques se encontram. Na temporada 2015/16, a primeira oportunidade foi nesta quarta. Os Penguins venceram por 4 a 1, mas nenhum dos dois jogadores fez gol ou foi creditado com alguma assistência.

Veja os resultados da NHL nesta quarta:

Ottawa Senators 5×4 Calgary Flames (no shootout)
Washington Capitals 1×3 Pittsburgh Penguins
San Jose Sharks 1×2 Nashville Predators

A temporada está tão ruim para os Nationals que o time cede até inside-the-park grand slam

Feito não ocorria na MLB desde 1999

Tecnicamente, o Washington Nationals ainda tem chance de classificação aos playoffs. Mas tudo indica que o time caminha irredutivelmente a um final de temporada melancólico, sem vaga no mata-mata e a sensação de que tudo deu errado. E um bom símbolo disso foi uma jogada na derrota para o Philadelphia Phillies nesta sexta, na capital americana.

VEJA MAIS: Se um inside-the-park home run é raro, que tal dois no mesmo jogo?

Aaron Altherr foi ao bastão com as bases lotadas. Ele rebateu uma bola em linha no campo central. Desesperado para evitar o que seriam duas corridas, o defensor central Michael Taylor se atirou para fazer a defesa antes que a bola pingasse no chão. Mas ele calculou mal, e acabou saltando no vazio.

A bola foi para o muro sem que houvesse outro defensor na cobertura. A defesa demorou tanto a se recompor que Altherr conseguiu o primeiro inside-the-park grand slam na MLB desde 1999.

Veja os resultados da MLB nesta sexta:

Chicago Cubs 2×3 Pittsburgh Pirates
New York Yankees 2×5 Chicago White Sox
Washington Nationals 2×8 Philadelphia Phillies
Toronto Blue Jays 5×3 Tampa Bay Rays
Detroit Tigers 6×4 Minnesota Twins
Miami Marlins 12×11 Atlanta Braves
Boston Red Sox 7×0 Baltimore Orioles
Cincinnati Reds 5×12 New York Mets
Kansas City Royals 0x6 Cleveland Indians
Colorado Rockies 7×4 Los Angeles Dodgers
Houston Astros 2×6 Texas Rangers
St. Louis Cardinals 3×4 Milwaukee Brewers
Oakland Athletics 5×4 San Francisco Giants
Los Angeles Angels 8×4 Seattle Mariners
San Diego Padres 3×6 Arizona Diamondbacks

Veja a evolução dos escudos dos times da MLB em apenas uma imagem

Ano a ano, franquia a franquia… Isso é hipnótico!

O beisebol é um esporte de tradição, e isso se reflete sobretudo na imagem. Os estádios mais modernos precisam ter uma cara retrô. Os uniformes têm camisa com botão e cinto para securar a calça. Os bonés são tão clássicos que se transformaram em símbolos de muitas cidades. Mas, nos distintivos, a liga nunca foi muito conservadora. As franquias trocaram de escudos várias vezes ao longo da história.

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Eric Orvietto, do Yahoo Sports norte-americano, fez um GIF sensacional mostrando, ano a ano, time a time, a evolução de todos os distintivos das franquias. Eles consideraram apenas as equipes existentes hoje (ou seja, excluiu as que fecharam as portas entre as décadas de 1870 e 1890). Confira abaixo e clique aqui para ver as curiosidades levantadas pelo pessoal do Yahoo a partir dessa imagem animada.

(Eric Orvieto)

Pela primeira vez em 112 anos de história, todos os mandantes vencem em rodada cheia da MLB

O recorde anterior era de 12 jogos, em uma época em que o beisebol tinha três grandes ligas, Nova York se divida em quatro times e Indians x Yankees era decidido em entradas extras (ops)

O New York Yankees estava com a vitória nas mãos. Depois de tomar 2 a 0 do Cleveland Indians nas primeiras entradas, reagiu e empatou na oitava. A partida foi para entradas extras e, logo de cara, os nova-iorquinos anotaram duas corridas. Seria difícil resistir, mas os Indians conseguiram arrancar um empate (com corrida impulsionada por Yan Gomes) contra o único fechador que tinha 100% de aproveitamento no ano e viraram na 16ª.

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Um resultado arrancado na garra, mas que poderia ser mais um de um time já virtualmente eliminado sobre um que provavelmente se classificará. Mas essa virada espetacular garantiu que a MLB tivesse um dia histórico: pela primeira vez, nos 112 anos de vida da liga, uma rodada cheia de 15 partidas teve vitórias apenas dos mandantes.

Em um esporte em que o mando de campo tem influência menor e times fracos conseguem vencer os mais fortes com constância, é comum visitantes vencerem. Em uma rodada completa, com todos os times entrando em campo, é até recorrente haver mais derrotas do que vitórias dos times da casa.

Houve dias com 100% de aproveitamento dos mandantes, mas sempre em rodadas parciais ou na época em que a liga tinha menos equipes (e, portanto, menos partidas a cada dia). O mais perto que se havia chegado da marca desta terça foi em 23 de maio de 1914, com 12 vitórias de mandantes (somando jogos da Liga Nacional, Liga Americana e da finada Liga Federal).

Curiosamente, naquele dia o jogo em que o mandante esteve mais perto da derrota foi Yankees x Indians, também decidido em entradas extras (na 11ª). Mas, na oportunidade, o jogo era em Nova York. Veja abaixo:

Boston Red Sox 6×2 Chicago White Sox
New York Yankees 10×9 Cleveland Indians
Philadelphia Athletics 8×5 Detroit Tigers
Washington Senators 6×1 St. Louis Browns
Baltimore Terrapins 7×4 Chicago Whales
Brooklyn Tip-Tops 8×3 Kansas City Packers
Buffalo Blues 6×5 Indianapolis Hoosiers
Pittsburgh Rebels 3×0 St. Louis Terriers
Pittsburgh Pirates 7×2 Philadelphia Phillies
Chicago Cubs 2×1 Boston Braves
Cincinnati Reds 11×3 Brooklyn Dodgers
St. Louis Cardinals 4×3 New York Giants

Agora confira os resultados desta terça na MLB:

Toronto Blue Jays 4×2 Oakland Athletics
Tampa Bay Rays 2×0 Atlanta Braves
Miami Marlins 5×4 Boston Red Sox
New York Mets 4×0 Colorado Rockies
Cleveland Indians 5×4 New York Yankees
Chicago Cubs 6×3 Milwaukee Brewers
Kansas City Royals 6×1 Detroit Tigers
Chicago White Sox 3×0 Los Angeles Angels
Minnesota Twins 3×2 Texas Rangers
St. Louis Cardinals 4×3 Pittsburgh Pirates
Arizona Diamondbacks 13×1 Philadelphia Phillies
Seattle Mariners 6×5 Baltimore Orioles
San Diego Padres 11×6 Cincinnati Reds
Los Angeles Dodgers 5×0 Washington Nationals
San Francisco Giants 3×1 Houston Astros

Dois dias após chorar em campo por achar que foi negociado, Flores faz home run da vitória aos Mets

Wilmer Flores teve uma semana cheia de emoções

A semana foi agitada para Wilmer Flores, e parece que o destino era para ser feliz. Na quarta, ele foi avisado por torcedores que havia sido negociado durante a partida e começou a chorar em campo, achando que vivia seus últimos momentos como jogador do New York Mets. A troca não se concretizou, ele ficou e, dois dias depois, foi o herói do time em um confronto direto pela liderança da divisão.

ENTENDA: Jogador chora em campo ao ser avisado pela torcida que havia sido negociado

Foi uma sexta foi marcante para Flores. Ele foi aplaudido de pé pela torcida nova-iorquina todas as vezes que foi ao bastão contra o Washington Nationals. Ele havia conseguido uma rebatida simples para impulsionar Juan Uribe na quarta entrada. Essa corrida mantinha os Mets vivo em um empate por 1 a 1 que permaneceu até a 12ª entrada. Aí, Flores foi ao bastão novamente. E…

A vitória por 2 a 1 deixou os Mets a apenas uma vitória dos Nationals na luta pela liderança da Divisão Leste da Liga Nacional. As duas equipes se enfrentam ainda neste sábado e domingo e é possível que os nova-iorquinos retomem a primeira posição. Muito disso graças ao jogador que achou que estava fora do time na última quarta.

Veja os resultados da MLB nesta sexta:

Philadelphia Phillies 9×3 Atlanta Braves
Baltimore Orioles 8×7 Detroit Tigers
Toronto Blue Jays 7×6 Kansas City Royals
Cincinnati Reds 4×5 Pittsburgh Pirates
Miami Marlins 3×8 San Diego Padres
Boston Red Sox 7×5 Tampa Bay Rays
New York Mets 2×1 Washington Nationals
Texas Rangers 6×3 San Francisco Giants
Houston Astros 4×6 Arizona Diamondbacks
Milwaukee Brewers 1×4 Chicago Cubs
Chicago White Sox 6×13 New York Yankees
Minnesota Twins 1×6 Seattle Mariners
St. Louis Cardinals 7×0 Colorado Rockies
Oakland Athletics 1×2 Cleveland Indians
Los Angeles Dodgers 5×3 Los Angeles Angels